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quinta-feira, 22 de maio de 2014

O crime de ser Cristã - Psicóloga Marisa Lobo é cassada pelo Conselho de Psicologia por professar a sua fé.

"Os cristãos são o objeto de ódio de todo esquerdista, talvez esse seja o motivo de Fidel Castro ter declarado na carta endereçada a Hugo Chaves; "se o povo cristão se te rebela, esse será teu último dia...".






Mais uma vez a lei da mordaça cumpre o seu papel de sensor. É a cínica e descarada ditadura da opinião esquerdista sendo imposta a civis no Brasil. Isso não é mais uma democracia, este país transformou-se em uma "ditadura branca" desde os anos 90 com a criação do Foro de São Paulo. O alvo desta vez foi a psicóloga Marisa Lobo (@marisa_lobo) que após ter respondido processo por, pasme o leitor, professar a fé cristã foi cassada pelo Conselho Regional de Psicologia. Ela não é a primeira! O pastor Silas Malafaia, apresentador do programa "Vitória em Cristo" também sofreu retalhação dos ativistas gays que já se infiltraram a muito tempo no Conselho de Psicologia. Vejamos o que diz a notícia do "GNotícias" sob o tema "Conselho de Psicologia decide cassar registro de psicóloga de Marisa Lobo por sua fé cristã":

Na última sexta feira (16), a psicóloga Marisa Lobo foi julgada pelo Conselho de Ética do Conselho Regional de Psicologia(CRP) do Paraná devido a um processo iniciado há dois anos que teve como motivação sua expressão pública de fé nas redes sociais.
A decisão do conselho na audiência foi pela cassação do registro profissional de Marisa Lobo. O relator do processo votou também pela censura pública, uma punição na qual é levada ao conhecimento geral, por meio de publicação na impressa oficial, que o profissional teria transgredido os princípios de sua profissão definidos pelo conselho regulamentador.
De acordo com a psicóloga, ainda cabe recurso à decisão, que pode ser levada ao Conselho Federal de Psicologia (CFP), e até mesmo à justiça comum, caso seja necessário. Marisa Lobo informou também que seu advogado já está trabalhando no recurso e ressalta que durante o processo houve erros jurídicos, falta de respeito e humilhação.
Ao comentar sobre o caso, Marisa Lobo citou casos semelhantes, como o da também psicóloga Rozangela Justino, que sofreu censura pública acusada de oferecer tratamentos contra a homossexualidade, e luta desde 2007 na justiça contra a decisão. Ela comentou também sobre a recente tentativa de cassação do registro de psicólogo do pastor Silas Malafaia, que foi entendido pelo Ministério Público como um caso de perseguição religiosa.

Reações de apoio

A decisão do CRP motivou uma série de reações a favor da psicóloga. Foram diversas as manifestações ao seu favor, entre elas a da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que tipificou a decisão do CRP como arbitrária.
Em Curitiba, um grupo de cristãos saiu às ruas no último sábado em manifestação contra o CRM durante a Marcha para Jesus da cidade. Portando faixas com dizeres como #TodosContraPerseguiçãoReligiosa, os manifestantes protestavam contra a cassação do registro de Marisa Lobo.
As reações se espalharam também pelas redes sociais, onde seguidores da psicóloga no Twitter criticaram a decisão afirmando, entre outras coisas, se tratar de “um crime contra a Constituição Brasileira”. Foram levantados também questionamentos se profissionais de outras confissões religiosas também teriam seu registro cassado por manifestar sua fé publicamente. (fonte)
Marisa Lobo ficou conhecida pelos seus pronunciamentos em favor dos que queriam ser acompanhados, por profissionais da área da psicologia, sobre assuntos relevantes aos sofrimentos causados pela prática homossexual. O caso ganhou repercussão nas mídias e ela, Marisa, tornou-se alvo do movimento homossexual - movimento amplamente denunciado por Júlio Severo em seu blog. Marisa por ser formada em psicologia identifica-se como psicóloga e cristã nas redes sociais.


O movimento homossexual é amplamente apoiado pelo Conselho de Psicologia que sempre posiciona-se em favor da causa. O Conselho foi aparelhado para servir como ferramenta de apoio a causa esquerdista. Veja o vídeo de denuncia de Silas Malafaia:


Marisa Lobo também abraçou causas como o combate a legalização da maconha. Ela participou de vários debates tanto no cenário político quanto em programas de TV:


Resumindo, creio que a PSICÓLOGA CRISTÃ irritou muita gente de esquerda que possui o aparato opressor nas mãos. De uma coisa é certa, eles não possuem poder no discurso - porque trabalham com a mentiras - e como uma vez nos ensinou o apóstolo; "nada pode contra a verdade". 
Reacionários do Brasil, é hora de combater toda e qualquer forma de censura e perseguição contra os valores materiais e espirituais cristãos. Os cristãos são o objeto de ódio de todo esquerdista, talvez esse seja o motivo de Fidel Castro ter declarado na carta endereçada a Hugo Chaves; "se o povo cristão se te rebela, esse será teu último dia...". Não nos calaremos porque o nosso poder reside nas palavras da verdade.
Deixo aqui o meu apoio a Marisa Lobo que em meio a tantos tumultos foi capaz de causar grande histeria entre os hipócritas.


Autor: Nemuel Muniz - Zootecnista.  





domingo, 19 de maio de 2013

CRIAÇÃO DE LEIS DE PRIVILEGIOS - QUAL A INTENÇÃO?

DESTAQUES DO "BLOG" EM VERMELHO 

 


TAMBÉM QUERO SER DISCRIMINADO

Quem quiser direitos, faça o seguinte: afirme-se um fraco, um inútil, alguém sem força para defender-se, que não produz, que não cresce, que não pode trabalhar. Com isso, se encaixará perfeitamente no perfil do excluído e, assim, receberá os olhares benevolentes do Estado.

Todo mundo agora quer direitos. Não são suficientes aqueles - e não poucos - já previstos no arcabouço jurídico nacional; exigem direitos específicos. Basta haver algum traço distintivo em algum grupo qualquer, que este grupo acredita que merece proteção especial. São leis para os gays, para religiosos, para os negros e tantas mais diferenciações possíveis nesta diversidade infinita que é a natureza humana.
Ocorre que uma lei com direitos especiais, para ser eficaz, precisa conceder privilégios. Os beneficiados de leis especiais devem ter direitos que as pessoas, em geral, não têm. E isso por um reconhecimento de suas fragilidades. Se não fizer isso, é inócua; será apenas uma repetição do que já existe. Assim, uma lei com direitos especiais é a afirmação de que determinados tipos de pessoas merecem ser vistas de uma maneira diferente pela sociedade, com mais compaixão, mais piedade.
Por isso, uma lei com direitos especiais já é um tipo de discriminação. Ela já pressupõe que o tipo de pessoa protegida é diferente da coletividade. Não necessariamente uma distinção negativa, mas é, sim, uma distinção. É um reconhecimento, no mínimo, de que ela merece cuidado diferenciado.
O problema é definir quem são essas pessoas, quem merece tratamento distinto que corrobore a feitura de leis protetivas especiais.
E, claramente, está havendo um abuso na busca desses direitos. Qualquer distinção, ainda que não torne o indivíduo mais fragilizado que as outras pessoas, tem servido de pretexto para o requerimento de lei especial. Somos todos, assim, potenciais discriminados, que clamam por uma justiça feita aos berros.
Você é negro, clame por seus direitos! É mulher, grite mais alto! Gay, solte a franga e mostre ao mundo o quanto você merece proteção. Por que não, vocês, gordos, discriminados ininterruptamente? Loiras, tidas como uma espécie intelectualmente inferior? Crentes, sempre vistos como ignorantes? Baixinhos, relegados como menos aptos? Não há limites para quem pode reclamar pelo aconchego do colo estatal.
Apenas não esqueçam de um detalhe: enquanto a lei lhes protege, ao mesmo tempo afirma a inferioridade de vocês. Quando defende uma raça, pressupõe sua inferioridade social; quando protege a mulher, reconhece sua inferioridade física; ao criar mecanismos em favor dos deficientes físicos, sua óbvia inferioridade motora é realçada; quando toma a defesa dos doentes mentais, o faz por causa de sua inferioridade intelectual mesma.
Dessa forma, parece óbvio que se alguém deseja privilégios discrimina-se a si mesmo. Proclama que necessita de cuidados. Reconhece que, de alguma forma, por alguma circunstância, encontra dificuldades que precisam ser compensadas. Em suma, os grupos que buscam as benesses especiais da lei, consciente ou inconscientemente, declaram-se fragilizados.
Por tudo isso, quem quiser direitos, faça o seguinte: afirme-se um fraco, um inútil, alguém sem força para defender-se, que não produz, que não cresce, que não pode trabalhar. Com isso, se encaixará perfeitamente no perfil do excluído e, assim, receberá os olhares benevolentes do Estado. Ainda que, na prática, seus pares estejam colocados nos melhores postos da nação, dominando os meios de comunicação, as artes, a literatura, envolvidos em todas as atividades relevantes da sociedade. Ainda que, para defender esses mesmos direitos dos mais fracos, agridam, gritem e recebam milhões e milhões de reais, as mãos públicas sempre estarão estendidas para eles.
Por outro lado, se você for independente, auto-suficiente, alguém que produz, que emprega, que gera renda, que não onera o país, que não reclama por proteção aí, sim, aquele mesmo Estado lhe terá como uma potencial ameaça para a segurança da nação.
Fabio Blanco é advogado e teólogo.

TEXTO TRANSCRITO (LINK)