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segunda-feira, 3 de março de 2014

Protesto contra a ditadura de Nicolás Maduro, truculência do governo de esquerda e os cadáveres da republiqueta bolivariana


"Tortura, terror, truculência e muito mau-caratismo da esquerda na América Latina para proteger o herdeiro político de Hugo Chaves" 





Os protestos contra a ditadura de Maduro se arrasta na Venezuela produzindo terror por todos os lados. Enquanto civis tentam valer seus direitos, Maduro tem mostrado toda a sua intolerância e violência típica das bandeiras vermelhas de esquerda. Em contraste com a grande mídia brasileira que tem dado pouca importância ao fato, nas redes sociais chovem informações por todos os lados.
Hipocritamente os países cujos membros são integrantes do já conhecido Foro de São Paulo (responsável por muitas das ações que ameaçam as liberdades e democracias na América Latina), tem emitido notas de apoio a maduro e sua corja.
Enquanto se arrastam as atrocidades contra a população venezuelana, cidadãos de outros países demonstram o seu apoio aos civis que querem a saída de Maduro.
O governo do ditador "bolivariano" já está com suas mãos manchadas de sangue, com cerca de 15 mortos e aproximadamente 140 manifestantes feridos [1].



O ditador da Venezuela em exercício tenta culpar os manifestantes ao dizer que está sendo vítima de um golpe de estado com direito a prisão de Leopoldo Lopes  (opositor do governo), rotulado de terrorista pelo ditador.  
Na lista de mortos está a miss Gênesis Carmona, baleada na cabeça durante passeata contra o ditador na cidade de Valência. Carmona morreu aos 22 anos tornando-se a quinta vítima da tirania deste governo intolerante[2]. Manifestantes afirmam que um grupo de motoqueiros abriu fogo contra os manifestantes e fugiu. São os cadáveres produzidos pela esquerda sanguinária de Maduro.



Como sempre Maduro acusa os EUA, Chile e outros países de estarem interferindo em assuntos internos. A culpa sempre é dos "EUA". É piada?
Diante das cenas de terror tão próximas do Brasil, o clima aqui é de carnaval. Nada como uma boa festa para esconder as mazelas deste país de terceiro mundo, que insiste o governo em convencer seus cidadãos que é um paraíso. Talvez, se não nos voltarmos agora contra os partidos ligados ao Foro de São Paulo e seus aliados, o que nos restará seja um destino como o da Venezuela. 
Em resposta a expulsão de três diplomatas dos EUA, o governo de Obama expulsa três diplomatas venezuelanos como diz artigo do El Universal [3] :

"Washington decidió la expulsión el domingo, la misma jornada en que Maduro dijo haberle encargado al canciller Elías Jaua que anuncie al nuevo embajador en Estados Unidos.". [3].


A GNB (Guarda Nacional Bolivariana), que mais lembra a "Gestapo alemã" (SS - de Hitler) está fazendo o trabalho de reprimir os manifestantes ao mesmo tempo que tenta culpá-los de vandalismo como mostra o vídeo em que soldados da GNB quebram os vidros de um carro [4]. Torturas também tem sido registradas em vídeo e espalhadas pela "internet" como no vídeo que mostra dois jovens sendo torturados por soldados [5]. Os irmãos Castro também deram a sua contribuição para a repressão aos protestos contra a ditadura de Nicolás Maduro enviando as "Avispas Negras" (Vespas Negras), tropa de elite das forças armadas cubanas, o jornalista Uberto Mário faz a denuncia do envio dessas tropas a Caracas (Venezuela):


"As tropas especiais - o grupo de elite - as Avispas Negras, estão viajando a Caracas de maneira camuflada..."[6]
(Uberto Mario, Tradução N. Muniz)


Um relatório da Comissão de Direitos Humanos e Justiça foi preparado com a situação na Venezuela sobre os detidos, desaparecidos, torturados e mortos [7]. A equipe da Unidade Democrática afirma que ao longo dos protestos tem atendido mais de 700 prisioneiros e torturados.


É por essas e outras medidas fascistas que as bandeiras vermelhas de esquerda merecem todo o nosso repúdio e profundo desprezo antes que roubem definitivamente nossa liberdade. 

Referências

[1] Capriles desiste de ir a reunião de governadores convocada por Maduro.

[2] Miss morre após ser baleada na cabeça durante protesto na Venezuela.

[3] Estados Unidos expulsa a tres diplomáticos venezolanos.

[4] Esta é GNB - Guarda Nacional Bolivariana a serviço do povo Venezuelano,malditos sejam esses vermes.(VÍDEO).

[5] TORTURE Venezuelan National Guard TORTURAS de la Guardia .

[6] Castro envia com urgência a tropa de elite Avispas Negras para sufocar a rebelião estudantil em Caracas.

[7] DITADURA BRUTAL: Mais de 700 presos, dezenas de torturados e desaparecidos! SOS Venezuela.


terça-feira, 9 de julho de 2013

EX-GAYS EXISTEM! E QUEREM COMEMORAR O MÊS DO ORGULHO EX-GAY!

Nos EUA Ex-gays querem comemorar o mês do Orgulho Ex-Gay pela primeira vez em julho

 

Uma comunidade dos Estados Unidos (EUA), formada por pessoas que largaram a homossexualidade, querem comemorar pela primeira vez o “mês do orgulho ex-gay” [tradução do inglês: Ex-Gay Pride Month]. Eles aproveitam a deixa do presidente Barack Obama, que reconheceu junho deste ano (2013) como o mês do orgulho gay.
O grupo busca ainda ter direitos reconhecidos. Reunidos em torno do líder Christopher Doyle, em um movimento chamado Voice of the Voiceless (VoV), eles mandaram uma carta à Obama no dia 18 de junho, pedindo um diálogo com membros do governo. Eles reivindicam tolerância e igualdade de acesso. Antes de enviar esse texto, o VoV já tentou várias vezes agendar reuniões com representantes da Casa Branca, sem obter sucesso.
Doyle, em entrevista exclusiva a versão americana do The Christian Post, explica que a comunidade dos ex-gays não vai ficar esperando que nenhum presidente ou o Congresso forneça o reconhecimento que o grupo merece. “Nós [ex-gays] estamos declarando julho como o mês do orgulho ex-gay. Se eles [governo] querem nos ajudar e entender que as pessoas deixam a homossexualidade e mudam a cada dia, então eles podem fazer isso. Se eles [governo] querem continuar a viver na Idade de Pedra e vão afirmar que nascemos gays e não podemos mudar, isso é uma escolha. Não vamos esperar por eles”, declarou.
O líder do VoV afirmou ainda que a preocupação do presidente e do Congresso em defender direitos e a comunidade LGBT envolve interesses financeiros, já que tem muito dinheiro envolvido na questão.
Doyle reclama que o grupo dos ex-gays não é ouvido pelos veículos de comunicação locais e, para ganhar visibilidade, uma manifestação está marcada para o dia 31 de julho em frente ao Capitólio, sede do governo americano na cidade de Washington DC, na costa leste do país. Grupos familiares conservadores e políticos foram convidados para o evento.
“A mídia e os ativistas gays são extremamente intolerantes com nossos pontos de vista. [...] Eles [mídia e ativistas gays] apenas nos rotularam como fanáticos homofóbicos ou como pessoas que estão negando sua verdadeira orientação sexual. Isso não é verdadeiro. Milhares de nós [ex-gays] mudamos e estamos vivendo uma vida feliz, como qualquer casal heterossexual. [...] Há um lobby de anti-ex-gay”, ponderou e protestou.
O grupo VoV trabalha para que as pessoas possam se tratar para deixar de ter atração por pessoas do mesmo sexo. Doyle comentou que a igreja pode ser um bom aliado nessa alteração de sexualidade, se desvinculada de antigos paradigmas de pecado: “importante amar e aceitar todos”.
Para saber mais, veja a matéria em inglês do The Christian Post U.S..

FONTE(LINK)