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domingo, 26 de outubro de 2014

O doleiro Yussef foi envenenado? Após doleiro ser levado ao hospital, começam as suspeitas de queima de arquivo.

"O questionamento foi sobre o envolvimento dos dois símbolos ícones do partido com o esquema de corrupção da Petrobrás"




O partido mais criminoso da história deste país, associado do Foro de São Paulo - instituição que tem Fidel Castro como um de seus fundadores - enfrenta o seu pior momento. Com todas os crimes de corrupção vindo atona, o clima de desespero devora os militantes e a cúpula do partido. Hoje no dia das eleições, foram relatados diversos casos de retirada de material da revista Veja que traz como título da reportagem Youssef: “O Planalto sabia de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma” (aqui). A matéria diz categoricamente que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção, isto é um golpe no núcleo da corrupção nacional que coincide com a cúpula do PT. 


Vejam vídeos de denuncia da retirada da revista Veja das bancas, os relatos são de que carros da prefeitura passaram "comprando" ou "recolhendo" as revistas. O clima de censura toma conta do país nestas eleições:






O nome envolvido nas denúncias que trouxe atona toda sujeira do partido é o do deleiro Yussef. Depois de seu festival de mentiras infundadas contra Aécio Neves - por sinal desmascaradas publicamente diante dos olhos e ouvidos da nação -, Dilma demostra-se demasiadamente indignada com a pergunta desconcertante porém inteiramente conveniente - pergunta feita no último debate do dia 25 na rede Globo. O questionamento foi sobre o envolvimento dos dois símbolos ícones do partido com o esquema de corrupção da Petrobrás, publicado pela veja (nos primeiros segundos do vídeo):

- A sra. sabia, candidata da corrupção na Petrobras? 

Dilma fica visivelmente desconcertada, e faz o que sabe fazer de melhor, desconversar e fugir do tema do assunto ao invés de responder simplesmente; "eu não sabia"!

Leia o trecho da matéria denúncia da Veja:

Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
(negrito nosso)

A declaração de Yussef escancara o que a muito já se sabia nas entrelinha, o PT usou dinheiro criminoso pra financiar campanha política - o que torna sua eleição ilegal. A candidatura de Dilma Rousseff foi uma fraude pois foi financiada com dinheiro do esquema do "Petrolão". Algo intrigante ocorreu no sábado dia 25/10, o doleiro passou mal e foi levado ao hospital por volta das 13 h. Ele alertou aos policiais que estava passando mal e foi levado pelo SAMU ao Hospital Santa Cruz. Em nota oficial da PF, veio a informação que Alberto Yussef teve forte queda de pressão, motivada por uso de "medicamento" para o tratamento de doença cardíaca. Segundo a matéria de "O Globo" seriam infundadas as informações sobre possível envenenamento. 
Entretanto muitas noticias tem circulado de que ele, A. Yussef, não somente poderia ter sofrido envenenamento mas poderia estar morto. No twitter @NewsFelicano encontrei a informação:

Outra noticia no fórum do portal "Terra":


Desse partido podemos esperar de tudo. Não há nada que eles não façam nestes tempos em que já não tenham feito antes. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Militância gay pondo as garras na redação da Revista Veja




Uma análise da reportagem da VEJA – SÃO PAULO sob o tema;

Nos bastidores da cura gay - A reportagem da VEJA SÃO PAULO percorreu dez igrejas evangélicas da capital para saber o que os pastores pregam sobre a homossexualidade”.



 imagem da capa da reportagem


A reportagem da revista VEJA de claro conteúdo anticristão, traz uma abordagem mais do que equivocada na tentativa de fazer com que o projeto de liberdade de expressão de psicólogos e o acesso ao tratamento do comportamento homossexual, (caso o individuo assim o queira) fosse alinhado ao apelido “imbecilizador” que a militância esquerdista GLBTT - claramente apoiada pela imprensa parcial e igualmente militante anticristã - chamaram de ‘CURA GAY”.

O projeto não trata de cura em hipótese alguma e diz respeito primeiramente à população de prática homossexual que deseja ser atendida por profissionais, e em segundo lugar pela classe profissional de “PSICÓLOGOS” que tem seus direitos de liberdade de expressão baseados em experiência profissional proibidos (repressão a liberdade de expressão – característica totalitária esquerdista).

No mínimo, como um ato de honestidade intelectual duas categorias da população deveriam ter sido consultadas. A primeira seria a dos homossexuais que desejam o tratamento. Sim eles existem! E alguns têm família constituída e filhos! Os desejos dessa categoria deveriam ser consultados. Ao invés disso preferem ouvir os gritos “GLBTTs” que reconhecidamente não representam essas classes. Trata-se apenas de uma militância barulhenta que recebe verba do governo para sustentar financeiramente seus militantes. O teor da reportagem da Revista “VEJA SÃO PAULO” comete o crime intelectual (não previsto por lei), de em uma única reportagem não ouvir os reais interessados e ao mesmo tempo incitar o ódio contra Cristãos no Brasil. A segunda categoria é a de profissionais da área (PSICOLOGIA), que baseado em experiências profissionais, e tendo o real conhecimento de como lidar com a situação poderiam dar uma entrevista séria e fornecer vasto material a ser publicado.

Ao invés disso a reportagem em um tom de deboche e hostilidade percorre dez igrejas para ouvir a opinião dos pastores, não como entrevistados sobre o tema do projeto - como se o projeto envolvesse os pastores evangélicos (o projeto envolve apenas os psicólogos enquanto profissionais). Não foi uma entrevista a respeito do projeto de Joâo Campos que é o título da dita reportagem; “Nos bastidores da cura gay”, mas de como os pastores lidariam com a situação. O projeto não diz que os que desejam tratamento terão que ir à igrejas para serem exorcizados, nem campos de concentração, tampouco que serão submetidos à lavagem cerebral. Isto por uma única razão. É porque não é disto que se trata o projeto. As igrejas e os pastores nada tem haver com o projeto, às práticas religiosas da mesma forma nada tem haver com o projeto. Então qual a real intensão da revista “VEJA”? Simples! Promover o ódio contra cristãos, é disto que se trata a reportagem.

A mesma reportagem diz que o projeto de lei virou tema de uma onda de manifestações. Grande mentira! Esse tema foi o que menos recebeu atenção por uma única razão, a sociedade brasileira não apoia a militância “GLBTT”, por suas diversas posturas contra a família e práticas abusivas de exposição de sexo explícito. E ainda a grande maioria da população brasileira é contra as bandeiras ostentadas pelos militantes “GLBTTs” que abusam de falácia, lamentavelmente temos que conviver com reportagens como as da “VEJA”, totalmente desonesta e manipuladora de dados. A mesma reportagem diz claramente que segundo a PM 300 pessoas foram vistas na avenida paulista em ato de protesto contra o tema. 300 pessoas? E as 70 mil que protestaram a favor do projeto não contam?

Lembrando que os protestos tiveram os temas mais variados possíveis, desde a rejeição da PC 37, passando pelos gastos públicos com a COPA até a questão do transporte público. Portanto pegar carona na onda de protestos não conta. É crime intelectual. Ou como já mencionado neste blog, trata-se de um serviço de desinformação.

Como já antes denunciei neste blog, a temática está sendo desviada do seu foco e de seus reais envolvidos. A discussão tornou-se metonímica na péssima abordagem de João Batista Jr. e seus colaboradores (Daniel Bergamasco e Nathalia Zaccaro). O objeto de discussão não está presente, os reais envolvidos no projeto de João Campos não estão presentes e os pastores e igrejas evangélicas tornaram-se alvo de preconceito e ódio disseminado pelos mesmos.

O repórter chega a querer entrar em questões teológicas para justificar seus ataques às igrejas, para tanto precisaria ser conhecedor de teologia ou praticante de preceitos cristãos, uma vez não tendo tais prerrogativas se vale de declarações de terceiros apelando para a palavra do especialista. Leia o trecho;

“Os pastores que pregam contra a prática gay se valem invariavelmente de trechos da Bíblia. Trata-se de um terreno minado. Ocorre que as discussões sobre interpretação e até mesmo as traduções dos textos fazem com que o significado de tais passagens seja questionado. “Os fundamentalistas tomam ao pé da letra alguns trechos, esquecendo de outros nos quais Jesus prega o acolhimento e o amor aos excluídos”, observa o teólogo Paulo Sérgio Lopes Gonçalves, da PUC de Campinas”.

Como se não houvesse contestação alguma ao dito especialista. Como se a palavra dele fosse mais importante que a de qualquer pastor, padre ou qualquer estudioso das verdades cristãs. O artifício aqui utilizado foi o da alienação. Alienação pela palavra do profissional, um mecanismo utilizado para “calar a boca” do debatente. Provavelmente se valendo do errado senso comum de que evangélicos são fanáticos e analfabetos. É comum observar esse tipo de discriminação agora reforçado pelo Sr. João Batista Jr. (repórter responsável pela matéria hostilizadora).

Na reportagem ainda aparece uma foto de Marcos Feliciano, como se ele tivesse alguma coisa haver com o projeto (não foi ele o autor e nem pode votá-lo por ser o presidente da comissão). Na foto o pastor segura uma bíblia, diz a nota de explicação; “foto polêmica”. É polêmico um pastor segurar uma bíblia? Antes deste cidadão ser deputado ele já era pastor. Por fim o repórter encerra falando sobre a igreja de Lanna Holder. Igreja que apoia a prática homossexual, por ser sua própria líder também praticante e defensora da causa com uma roupagem cristã. Aqui o real objetivo do repórter é fornecer ao leitor uma suposta forma correta de um cristianismo não somente  tolerante, mas também permissivo a prática.

O autor com forte tendência esquerdista e claro militante anticristão, tenta com esta reportagem promover o ódio e hostilidade contra o cristianismo. Fica aqui o nosso repúdio por essa péssima matéria, e que claramente não contempla o seu tema, e nem ao menos é justa em sua proposta. Repúdio pela sua desonestidade no tratamento do tema, que não consultou nem os profissionais, nem os reais interessados e ainda trataram os pastores e igrejas como investigados e não como entrevistados para um pronunciamento fora da esfera religiosa. 

reportagem da Veja  (link)