A presidente não resistiu e apelou pro velho vitimismo típico de quem está dando golpe de estado na nação brasileira. Eu não posso ser grampeada! - era a mensagem que tentava passar.
Dilma Rousseff foi a público pra dizer que como presidente não pode ser grampeada e disse que se isso fosse nos Estados Unidos a pessoa que fez o grampo estaria presa. Como assim cara pálida? Em primeiro lugar o grampeado foi Lula que está sendo (ainda!) investigado por recebimento de propina em troca de negociatas com empresas que tiveram relações criminosas com o governo. Dilma em uma tentativa de salvar o molusco da cadeia tenta lhe conceder o título de ministro da Casa Civil - posição que ela mesma já havia ocupado enquanto cometia o crime de improbidade adminsitrativa no caso da venda de Pasadena. Mas o dito grampo que Dilma fez tanto alarde não foi na senhora presidente, foi em Lula, o investigado da lavajato.
A presidente não resistiu e apelou pro velho vitimismo típico de quem está dando golpe de estado na nação brasileira. Eu não posso ser grampeada! - era a mensagem que tentava passar. De fato não foi. Mas olha só que azar. Ela ligou pro investigado do caso triplex. E diga-se de passagem que não é todo dia que um investigado da Polícia Federal recebe ligações da presidente da república. E qual o motivo da ligação? Impedir a prisão do investigado mediante estratagema de conceder a quem estava prestes a ser preso o status de foro privilegiado. Isso se configura crime de obstrução da justiça. O termo de posse foi entregue a Lula pra que ele pudesse apresentá-lo, caso fosse expedido o mandado de prisão preventiva.
Diante do crime, Dilma e o PT fizeram o que fazem de melhor, mentiram. Não era disso que se tratava - era a nova mensagem ao povo que já está cansado de ser feito de bobo. Ao invés da comunista pedir perdão a nação pelo seu crime seguiu tentando incriminar quem divulgou os áudios. Sobre a ocasião Barack Obama fez piada dizendo que no Brasil se perseguem juízes ao invés de corruptos.
Para a Sra. Presidente é crime divulgar áudios de uma investigação de interesse público em que ela aparece exercendo atividade criminosa. Ou seja, ela quer fazer o povo acreditar, que crime não é obstruir a justiça, crime é divulgar os crimes dela. Bonito né? Coisa de mentalidade de ditador. A grande verdade é que estão com ódio mortal do juiz Sérgio Moro que tem recebido muitas ameaças de morte dos lacaios petistas. O áudio ainda revelou algo estarrecedor e isso não tem volta. Lula disse que haviam juízes no supremo acovardados. Acovardados em relação a quê? Acovardados em sabotar as investigações que o levariam a cadeia. O áudio é prova do aparelhamento do judiciário. Como se sabe quem faz pacto com o diabo deve ficar atento pois ele voltará pra cobrar o favor. Ontem, dia 22, na calada da noite Teori Zavascki - ministro do STF - tirou das mãos do juiz Sérgio Moro o poder de investigar Lula. A manobra é pra sabotar a operação lavajato. Não é de hoje que Teori toma decisões pra favorecer os petistas. Não demorou muito e já havia um grupo de manifestantes em frente a casa do juiz protestando contra a decisão.
Como se não bastasse Teori quer que todas as investigações de pessoas de foro privilegiado sejam mantidas em sigilo. Conveniente não? A decisão do juiz que está sendo acusado pelo povo de "comprado" pelo PT é um verdadeiro deboche contra a nação brasileira. Isso porque A senhora Rousseff disse em discurso fingido que um juiz não pode tomar decisão baseada em partido. Não foi exatamente isso que Teori fez?
Em meio a todo esse cenário o impeachment está seguindo em frente.
Essa é a ditadura bolivariana sendo apoiada pelo judiciário aparelhado. Pois muito bem, está havendo uma extensa propaganda imbecilizadora do governo para enganar os incautos baseando-se em seis argumentos estapafúrdios.
O governo petista está em desespero absoluto com a possibilidade de impeachment da presidente mais incompetente da história do Brasil, Dilma Rousseff. Os vários protestos claramente anticomunistas e antipetistas com características democráticas, liberais e conservadoras incomodaram imensamente o governo. Tanto incomodaram que o governo deu ordem a mídia - que claramente é censurada via coleira de verbas estatais - para não dar a devida divulgação dos fatos. A mídia reduziu números, descaracterizou os protestos, não divulgaram os reais motivos e procuraram ao máximo enganar a população que não aguenta mais o esquema de corrupção gerado pelos arautos do esquema bolivariano.
O pedido de impeachment foi acolhido pelo presidente da câmara Eduardo Cunha, depois de muita pressão. Teve algemados pelo impeachment; marcha da liberdade; acampados pelo impeachment; mobilização patriota e outros tantos movimentos que exigiam aos milhões a saída do governo que teve os piores índices econômicos da história. Mas apesar de tudo o pedido acolhido não foi o dos movimentos verdadeiramente patrióticos e democráticos, ora vejam só, o pedido acolhido foi o de Hélio Bicudo. Talvez com um interesse em o PT voltar a conquistar a máscara da moralidade que usou durante tantos anos. Por isso o pedido acolhido foi o do fundador do PT. Entre feitiços e feiticeiros o impeachment foi melado pelo judiciário que descumpriu a constituição e não respeitou o rito proposto pela constituição. Essa é a ditadura bolivariana sendo apoiada pelo judiciário aparelhado. Pois muito bem, está havendo uma extensa propaganda imbecilizadora do governo para enganar os incautos baseando-se em seis argumentos estapafúrdios.
1 - A corrupção para justificar a corrupção.
Gregório Duvivier, um daqueles propagandistas de esquerda superinteressado em enganar em prol do futuro do PT, chegou a dizer em Portugal que o partido mais corrupto de nossa história não inventou a corrupção. Vou deixar o vídeo para que possam conferir. Volto em seguida.
Perceba o leitor que o objetivo do rapaz, que reconhecidamente empresta suas péssimas opiniões em defesa do esquema de corrupção, quer transmitir a ideia de conformismo com a corrupção. É a fase de anestesiamento das consciências. você, caro cidadão brasileiro, tem que se acostumar em ser abruptamente roubado. E esses mesmos repetem aquelas velhas e empoeiradas frases:
— Você quer tirar o PT do poder porque ele é corrupto, mas você não levanta no ônibus pra dar lugar a uma mulher grávida.
Repare com atenção que este tipo de discurso transfere a responsabilidade da corrupção do governo para o cidadão. E esse tipo de discurso segue com expressão do tipo:
— Você quer tirar o PT do poder, mas e o Cunha?
— Você quer tirar Dilma do poder, mas e os outros corruptos?
Esse é um estado de argumentação pelo absurdo. É inadmissível a tentativa de comparar situações que são por escala infinitamente desproporcionais. Pergunta simples; o que é pior, não levantar do acento no ônibus ou roubar bilhões dos bolsos dos cidadãos brasileiros que o elegeram com fé na sua honestidade? Como diria Jesus Cristo; "hipócritas"! Ora, o que esses argumentos querem na verdade é a permanência do esquema autoritário de poder "ad infinitun". É o argumento da imbecilização.
2 - Roubou para ajudar os pobres.
Todo governo corrupto de esquerda, e isso é quase uma redundância, quer encarnar o espírito de Hobim Hood, ou seja, roubar dos ricos para dar aos pobres. Mas indiscutivelmente o PT com seus esquemas bilionários de corrupção optaram para dar o dinheiro do povo — e isso inclui todos os brasileiros ricos e pobres que pagam impostos — para os já milionários donos de megaempresas que fizeram negociatas com o presente desgoverno. Isso, caros amigos, é o chamado mercantilismo ou capitalismo de compadres. Então toda essa conversinha fiada de que o governo combateu a pobreza não é somente uma grande falácia é um crime de estelionato a nação brasileira.
A organização criminosa com nome de partido escolheu roubar para os ricos.
3 - Foi quem mais combateu a corrupção.
A dona Dilma gosta de proclamar aos quatro ventos que ela permitiu as investigações. Que é dela o governo que mais criou os meios de punição da corrupção. Como diria o escritor Reinaldo Azevedo; como assim cara pálida? O partido do PT é a maior vergonha e decepção da história. Sem falar que a justiça no Brasil, muito bem aparelhada, corre de forma totalmente seletiva. Quer um exemplo? Cunha é investigado por 3 processos e Renan Calheiros por 6 processos. Adivinhe só quais processos estão em andamento e quais estão totalmente parados. Resposta rápida, são respectivamente os de Cunha e Renan. Quer mais? Lembrem-se que durante as corridas presidenciais a pergunta de Willian Bonner - que não quer calar - era tão inconveniente que merce ser repetida:
Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?
Então eu sinto muito caros petistas, mas o governo Dilma não permite investigar nada. Quem investiga é o Ministério Público e nenhum governo pode e nem deve ter o poder de intervir em investigações, que aliás é justamente o que o PT faz quando quer melar as investigações contra o próprio partido. O PT tem medo de quê? Resposta rápida; tem medo de descobrirem seus enormes esquemas de corrupção a exemplo do mensalão e petrolão.
4 - TL e TMI dizem que o PT fez uma opção pelos pobres.
Lula admitiu em entrevista que só foi eleito graças a Teologia da Libertação. E pra quem não sabe a Teologia da Missão Integral é versão evangélica da TL. As duas são versões do evangelho que procura traduzir cada trecho bíblico segundo uma visão de luta de classes, ou seja, é o evangelho marxista - marxismo cultural. Pois bem, os arautos dessas teologias admiram e promovem o PT porque para eles a quadrilha petista fez uma opção pelos pobres do Brasil. Como já escrevi acima eles optaram mesmo foi pelos ricos comparsas e donos das empresas que se beneficiaram dos esquemas de corrupção. Nada mais absurdo que um grupo de religiosos apoiarem governos criminosos.
As referidas teologias possuem na sua agenda o grande interesse em retirar os entraves morais cristão para que os católicos e evangélicos aceitam mais facilmente os crimes e absurdos apregoados pelas esquerdas.
Uma pergunta aos pseudo-religiosos precisa ser feita. Como perguntaria o nosso Senhor Jesus aos fariseus — que por sinal eram de esquerda, diziam-se representantes do povo —, também fazemos a mesma pergunta que não quer calar:
— É lícito sob pretexto de ajudar os pobres, como fez Judas Iscariotes, apoiar esquemas de corrupção e desvio dinheiro público?
O que se percebe na postura desses falsos religiosos é que usam costumeiramente dois pesos e duas medidas. Para os pregadores da teologia da prosperidade o inferno lhes é reservado e para os esquerdistas o céu — mesmo com todos os seus crimes.
5 - Impeachment não é golpe porque está na constituição, "mas vira golpe quando não há fundamento legal".
Que impeachment não é golpe todos sabemos disso, a constituição federal nos ensina isso. Se impeachment fosse golpe o PT seria o grande golpista tendo em vista que foi esse partido — arrogando para si uma gigantesca autoridade moral — que exigiu a saída de todos os presidentes somente até que o dito partido assumesse o governo. Então perceba que a falácia é válida somente para os inimigos, mas não existe critério real para justificar a postura da organização.
Perceba que o truque agora é dizer que não existe base legal para o pedido de impedimento. Ora, se não existe base legal por que o medo então? A resposta é simples. Existe sim base legal e portanto é exatamente por isso que o pedido foi acolhido por Eduardo Cunha. É exatamente agora que o discurso perde o tom de vitimismo e assume um ar de autoritarismo. Através da técnica de aparelhamento do judiciário existe todo um processo de enganação escancarado por Barroso que omitiu o trecho que legitimava a eleição da comissão especial da câmara dos deputados — como manda a constituição. Ilegal, caros amigos, é essa instituição criminosa rasgar a constituição em baixo do nariz da nação brasileira e ninguém dizer nada.
Agora vamos ao ponto crucial tocado por Kim Kataguiri durante o programa "Pingos nos is" da Jovem Pam. Kim declarou que esse argumento não tem nenhuma sustentação lógica pelo simples fato de que o Supremo Tribunal Federal já reconheceu o pedido e determinou um rito para o impeachment.
6 - Dilma não é culpada porque não foi julgada.
Este é de longe o mais estúpido e descarado argumento usado pela incompetente Dilma Rousseff. Como ela poderia ser julgada se o processo ainda não aconteceu? E como acontecerá se ela e seu partido continuam sabotando o processo? Entretanto a culpa da mulher sápiens é real. Ela cometeu sim, crime de improbidade administrativa. E deve ser julgada como tal.
O maior problema é que quem vai sofrer as consequências dessa retirada cirúrgica do câncer chamado PT é o povo brasileiro. Mas como bem observou Reinaldo Azevedo, que nos sirva de lição.
No dia 12 de Abril de 2015 os brasileiros saíram novamente as ruas para protestar contra a impunidade da corrupção petista, a favor do impeachment de Dilma Rousseff, contra o comunismo e contra o Foro de São Paulo. Estes protestos contabilizaram cerca de 224 cidades em todo o Brasil [1]. Ao invés das rede televisivas fazerem uma cobertura completa deste assunto de maior interesse da população brasileira entrevistando os organizadores por exemplo, o que fizeram foi declarar a cada 2 minutos que as manifestações foram menores que a do dia 15 de Março que reuniu cerca de 2,4 milhões. Vejamos algumas manchetes:
Essa repetição de que os números foram menores é uma jogada pra desmerecer o teor dos protestos do dia 12 que atingiram bem mais cidades que no dia 15. A repetição da frase induz uma falsa ideia de que o movimento está perdendo força, o que não é verdade. A informação correta seria; os movimentos pró-impeachment são indiscutivelmente maiores que os movimentos a favor da corrupção petista. Ricardo Setti em seu blog na Veja, chamou atenção para o servicinho sujo de desinformação prestado pelo Datafolha onde cerca 800 mil manifestantes foram omitidos da contagem dos protestos do dia 15. Se órgãos como o DataFolha se prestam ao papel de praticarem serviço de desinformação contra a nação brasileira o que esperar de emissoras de TV que recebem verba do governo pra continuarem no ar? Onde estavam as entrevistas com os organizadores? E que medo é esse de declarar com todas as letras que o governo petista está falido? As manifestações pra derrubar o governo da corrupção continuam, os protestos pró-governo não chegam nem perto do número de manifestantes que gritam "Fora Dilma'. Mesmo a CUT pagando os militantes profissionais com uma taxa de 35,00 R$ por cabeça e uma quentinha. A população civil vai as ruas com as cores de seu país e não há nada que as estratégias de desinformação possam fazer pra esconder o descontentamento do povo.
Referências:
[1] Mapa das manifestações no Brasil neste domingo, 12.
"Como regra geral, todas as vezes que um esquerdista é desmascarado publicamente surge um exército de babuínos gritadores - alegoria da suas mentalidades coletivistas - o babuíno da vez é Juca Kfouri. O jornalista de esquerda manifestou-se em seu blog defendendo Dilma Rousseff e condenando o panelaço feito pela população civil brasileira"
Após o fantasioso pronunciamento de Dilma Rousseff na TV, estrategicamente alinhado com o "dia da mulher", em várias cidades houve um "panelaço". Cidadãos brasileiros iam pras janelas batendo nas panelas, acendendo e apagando as luzes em protesto contra o desgoverno do PT. Dilma chegou a declarar que a culpa da alta dos preços é de uma crise internacional, ao que parece o velho discurso petista não mudou. Como acreditar em um governo que não tem ao menos a decência de assumir a culpa? Como já disse alguém certa vez; "assumir a culpa é ser cristão, por a culpa nos outros é ser comunista"! A presidente - e não presidenta - usou todas as conhecidas técnicas de programação neurolinguística possíveis para criar "rapport" - termo que tem o significado de criar uma sintonia com o ouvinte -, e ludibriar a nação brasileira, chamou os brasileiros de meus queridos, tetou criar um alinhamento com as mulheres, inclusive tratando-as como iguais, apelou para o dia internacional da mulher, usou uma roupa verde (apelo ao nacionalismo) ao invés do seu já conhecido traje vermelho (que acentua o seu caráter bolivariano), mas nada disso funcionou. A dama de vermelho linha dura, apelou para descredibilizar os jornais, as mídias, tentando fazer um serviço de desinformação nacional, com um ar de "acredite em mim e não no que os seus olhos estão vendo", ou neste caso "acredite em mim e não no que o seu bolso está sentindo".
A reação - que foi organizada previamente nas redes sociais - foi largamente divulgada nos jornais. Entendamos, não é apenas a questão dos preços, nem dos baixos salários que não acompanham a inflação, é a falta de moral e ética de um governo corrupto e mentiroso. O panelaço serviu para acentuar e alavancar as manifestações do dia 15 de março que pelo visto será mais do que histórica, somada a ela já existe a manifestação dos caminhoneiros contra o maldito governo corrupto e corruptor. A gigantesca manifestação está deixando os bolivarianos em terras tupiniquins de cabelos em pé. Já vazou que um pedido formal de impeachment pra derrubar os desmandos da ditadura do PT já está pronto e só precisa de um empurrãozinho. Mas o que está vindo é uma avalanche antipetista - fato que nos faz renovar a fé em nossa nação, que vive as portas de um golpe ditatorial aos moldes venezuelanos.
Como regra geral, todas as vezes que um esquerdista é desmascarado publicamente surge um exército de babuínos gritadores - alegoria da suas mentalidades coletivistas - o babuíno da vez é Juca Kfouri. O jornalista de esquerda manifestou-se em seu blog defendendo Dilma Rousseff e condenando o panelaço feito pela população civil brasileira; O discurso falacioso de Kfouri encorpora o demoníaco espírito defensor de ditaduras, dizendo que a manifestação não foi contra a corrupção generalizada promovida pelo partido mais criminoso da história de nossa nação, nem contra os desmandos, ou contra um governo autoritário que está minando os direitos trabalhistas, para Juca Kfouri - que está se prestando o papel de advogado do diabo -, o protesto é de uma suposta elite que não dorme e nem consegue viver em paz de espírito simplesmente porque o governo do PT promoveu a paz, a honestidade, o bem incomparável e a prosperidade aos pobres desafortunados (Patético!). Faz bastante tempo que os lacaios do governam tentam destilar este veneno nas mídias. O blogueiro disparou todas as suas armas contra a mítica elite branca, que segundo a própria natureza do discurso infantilizado é portadora de um ódio sem precedentes, e ele mesmo se coloca dentro desta suposta classe. Vejamos trecho, volto em seguida comentando:
Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente.
Não é preocupação ou medo. É ódio.
Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou.
Continuou defendendo os pobres contra os ricos.
O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres.
Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força.
Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita.
Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho.
...
Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia, mesmo sob o risco de riscar as de teflon, como bem observou o jornalista Leonardo Sakamoto.
Ou a falta de educação, ao chamar uma mulher de ‘vaca’ em quaisquer dias do ano ou no Dia Internacional da Mulher, repetindo a cafajestagem do jogo de abertura da Copa do Mundo. (fonte)
Será que foi realmente um movimento dos ricos? Não, claro que não! Mas é justamente essa imagem de uma elite surreal que querem pintar. Ora, o direito de se manifestar contra a conivência com a corrupção de uma presidente é mais do que aceitável, é moralmente desejável. Dilma é mulher, mas isso não a exime da culpa de condescendência com os crimes do partido e do desastre econômico - que ao meu ver foi inteiramente proposital, seguindo as instruções do "decálogo de Lenin" e da "carta de Fidel Castro a Hugo Chaves". Os bolivarianos comunistas querem passar sempre essa ideia de que são o "Hobin Hood", tiram dos ricos para dar aos pobres, ou nas suas palavras deformadoras são redistribuidores de riquezas, não são. Eles são hoje dentro da nação a grande elite corrupta, a maior de todas as organizações criminosas que se escondem atras de leis fabricadas para protegê-los das punições da justiça. O panelaço, foi o simbolo da indignação contra o que essa corja tem feito a nossa nação verde e amarela. É se fazer de benevolente dando uma miséria em forma de programa populista como a esmola governista chamada "bolsa família", prefiro as palavras de Ronald Reagan; "acredito que o melhor programa social é um emprego"! Como não há fatos concretos em que se agarrar desesperadamente para justificar a defesa dos maiores culpados pelo caos nacional, o blogueiro desliza os seus comentários para o campo de uma suposta moral atacando os velhos moinhos de vento conhecidos como "burguesia" - a mesma que Marilene Chauí disse tanto "odiar". Mas o que os brasileiros tanto odeiam? Falo não dos negros, mulatos, pardos ou brancos, mas dos verdes, amarelos, azuis e brancos - o que eles odeiam? Eles odeiam a corrupção, odeiam terem seus direitos solapados, odeiam ter que sair de casa pela manhã e ver que o seu dinheiro que foi conquistado a custa de seu suor perdeu o poder de compra, odeiam saber que pagam os maiores impostos do mundo e em troca possuem os serviços públicos mais deploráveis do mundo, odeiam saber que o dinheiro de seus impostos são desviados por um esquema de mensalão e que os bandidos que os roubaram são exaltados como heróis enquanto sorriem e acenam para as câmeras, odeiam saber que enquanto vêem os preços da gasolina e álcool dispararem descomunalmente aparece uma sra. ex-terrorista na TV que mente dizendo que a culpa é de uma crise internacional, odeiam saber que estão sendo feitos de imbecis por pessoas que não tem a mais mínima dignidade ou honestidade, odeiam ver o governo botar o dedo na sua cara tratá-los como cachorros e dizer "você não pode protestar contra mim porque sou eu que ponho a comida na sua mesa com o bolsa família", odeiam ser tratados como rebanho ao matadouro, enfim odeiam ser tratados como escravos em uma senzala feita com um gigantesco aparato governista.
O governo populista e imoral do PT irá cair e eu quero estar lá pra dar um empurrãozinho e ouvir o barulho da queda. O fim da dinastia das trevas do PT será o inicio de um novo amanhecer pra nação brasileira, e quanto ao sr. Kfouri, sinto dizer, mas o seu discurso contra a justiça que se acende nos corações da nação não será apagado, o barulho do penelaço é o anuncio de liberdade que se aproxima. A esquerda caviar já tem o seu argumento destruído na própria base enquanto aponta o seu dedo atrevido contra o POVO, os outros quatro dedos da mãos já denuncia seus crimes.
Não vamos esquecer das mentiras incontáveis ditas sem nenhum escrúpulo durante as eleições de 2014 no tocante a economia, frases fantasiosas como; "o Brasil não vive uma crise", "nossa economia é forte", "o Brasil é uma grande potência econômica", "nunca antes na história desse país houve tanta riqueza", e outras pérolas desse nível de insensatez.
A presidente Dilma Rousseff é extremamente competente em ser incompetente. Sim, isso mesmo! Ela conseguiu falir a economia brasileira com uma eficiência incrível. Não pensem que os excessos nos gastos públicos não foram intencionais, pois como diria o herói de Chesperito (Chapolin Colorado) "todos os movimentos foram friamente calculados". Uma onda de cortesias feitas com o chapéu alheio - e adivinhe só de quem era esse chapéu? R; meu e seu! -, dinheiro pra bolsa de tudo quanto é tipo com olhos nos votos dos incautos, na verdade umas poucas migalhas quando comparado aos bilhões desperdiçados com os mais banais propósitos. Dívidas de ditadores comunistas (e genocidas) perdoadas, doações pra se construir hospital na Palestina pra mais tarde ficar sob o controle do Hamas (enquanto a saúde brasileira anda moribunda). E por falar em saúde, lembram os médicos cubanos que vieram sob regime escravo? Aqueles que supostamente iriam pras regiões mais carentes do Brasil? Pois bem, a grande maioria dos médicos foram pra cidade de São Paulo, o maior colégio eleitoral brasileiro, os médicos escravos cubanos foram pra onde estavam os eleitores. Aproveitando o gancho, lebre-se que foi pro país destes médicos, a Cuba do genocida Castro, que foram destinadas enormes quantias de dinheiro em acordos com o selo de "secreto" pra construir o porto de Mariel que pelo que sabemos tem servido pra traficar armas pra Coréia do Norte - aquele país comunistas onde ocorrem as maiores aberrações, tais como a venda de carne humana em mercados e campos de concentração para civis. Diz a velha frase; "recordar é viver". Recordemos a tão proclamada "copa das copas", o maior desperdício de dinheiro público da história nacional, o único evento de copa do mundo em que o país que recebe o evento isentou 100% a organização promotora (FIFA) e mais de 83% dos gastos saíram dos cofres públicos, o gasto chegou a 40 bilhões (segundo matéria do UOU). durante o processo de construção dos estádios - grandes elefantes bracos - morreram operários e as obras não foram entregues a tempo. Apesar disso, Dilma não exitou em dizer; "fazer estádios é muito fácil". Fazer estádios pode ser fácil quando se tem dinheiro público pra torrar, difícil é fazer hospitais, melhorar a segurança e elevar os níveis educacionais.
Não vamos esquecer das mentiras incontáveis ditas sem nenhum escrúpulo durante as eleições de 2014 no tocante a economia, frases fantasiosas como; "o Brasil não vive uma crise", "nossa economia é forte", "o Brasil é uma grande potência econômica", "nunca antes na história desse país houve tanta riqueza", e outras pérolas desse nível de insensatez. E não podemos deixar de mencionar os escândalos de corrupção, "nunca vistos antes na história desse país". Mensalão, Petrolão e tutti quanti. É inevitável concluir que tudo é parte de uma estratégia maior e está diretamente relacionada ao propósito do famigerado projeto Pátria Grande. O Brasil é cópia do que está ocorrendo na Venezuela, as mesmas estratégias, os mesmos passos vindos das instruções de Fidel Castro (o ditador genocida) em carta ao falecido Hugo Chaves, seguido pelo herdeiro político (Nicolás Maduro) e copiado por Lula e Dilma, estão sendo minunciosamente aplicados no Brasil. Seguem a instrução do decálogo de Lenin que diz:
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação.
Esbanje, gaste, torre o dinheiro da nação, tudo isso faz parte da estratégia de desestabilizar a economia. O comunismo crê que um mundo melhor surgirá do pior, que o paraíso surgirá após o apocalipse moral e é por isso que exalta e vangloria o banditismo que é reconhecido como movimento revolucionário - o lupemproletariado -, e você cidadão honesto, que paga os impostos (que aumentam todo dia), que vai à igreja aos cultos ou missas, que se esforça pra ser bom, pois bem, pros governantes comunas dessa nação, o problema é você. O cidadão honesto é que é o câncer, porque você é burguês e está atrapalhando o movimento revolucionário. É com essa mentalidade doentia e psicopática que usam o nosso dinheiro - da burguesia cristã e malvada - pra nos destruir, prostituir nossas crianças, usar escolas como laboratórios de engenharia social, promover o racismo, incitar o ódio de classes. Colocar em descrédito a imagem do país também faz parte do "script", não existe governo mais desmoralizado que este, mais aí reside o ardil, tentam confundir o Brasil nação com o partido - usurpadores das virtudes e da representação do povo -, desmoralizado é o PT, que por sinal se mostrou um partido de criminosos, uma quadrilha de sofisticados esquemas de roubo dos cofres públicos. Os próximos passos já podem ser vistos na triste história da Venezuela, a inflação ilimitada, a falta de produtos, a formação de filas intermináveis, a repressão aos civis. Lembremos do livros de Mises, "As 6 lições", a produção da inflação é de responsabilidade única do governo, pois somente o governo tem o poder de imprimir moeda. O governo petista provocou a inflação que aí está, é o governo pelo pânico, é o governar para o caos. Por esses e outros motivos é que esta é a hora de derrubar definitivamente o PT e frustrar definitivamente as intenções do Foro de São Paulo. Desmascarar a fraude histórica de que os terroristas comunistas lutaram por liberdade, lutavam sim por implantar a ditadura do proletariado e ainda querem. Mas o destino que os espera é ser mais uma vez presos pelos seus crimes contra a nação brasileira.
Não é atoa que o Brasil figura entre os piores índices educacionais mundiais, atras inclusive de países de economias miseráveis, quem pensar que isto é pura fatalidade precisa receber o seu diploma de "inocente útil".
Quem assistiu a posse da "presidente" - e não "presidenta" como quer ser chamada Dilma Rousseff num claro atentado à inteligência e à língua portuguesa - além de ter percebido o mísero número reduzido de 9.000 pessoas, ou devo dizer militantes petistas, na Praça dos Três Poderes em Brasília também deve ter percebido o tom do discurso que expressava um novo lema para o governo, "Brasil, pátria educadora", um desafio para o novo ministro da educação Cide Gomes - irmão de Ciro Gomes aquele que há muito tempo tem aspirações políticas presidenciais, verdade revelada pelo próprio José Dirceu companheiro do Foro de São Paulo. A nova estratégia do Foro de São Paulo agora é investir em educação aos moldes do falido sistema de ensino de Paulo Freire, o revisionismo do currículo já foi sinalizado por Cide Gomes e creio que a doutrinação comunista será mais intensa. De fato não existe meta tão inapropriada quanto conferir ao "estado" a tarefa de "educar", afinal quem educa é família com transmissão de valores. No sistema comunista o qual o Brasil tem sido vítima de processo ininterrupto do "marxismo cultural", o "estado" substitui os valores familiares e espirituais - este processo gera um estado de atomização, isto é, o reconhecimento do totalitarismo de estado e o medo de reagir contra ele.
Não é atoa que o Brasil figura entre os piores índices educacionais mundiais, atras inclusive de países de economias miseráveis, quem pensar que isto é pura fatalidade precisa receber o seu diploma de "inocente útil". Qual a liderança com aspirações totalitárias típicas do fracassado comunismo irá querer uma nação de pessoas cultas e bem instruídas? Não os líderes membros do Foro cujo principal propósito é instaurar um novo bloco comunista na América Latina. Usar a máquina pública e o Ministério da Educação para acelerar o processo de implantação de ditadura bolivariana é uma conclusão óbvia, lembremos que em Cuba da ditadura do genocida Fidel Castro a revolução vermelha - que assassinou não somente militares e políticos mas também diversos civis e combatentes que mais tarde foram contra as imposições de Castro - é exaltada nas aulas com gravuras de fuzis nos livros didáticos.
Agora Dilma posa de "a pedagoga da nação brasileira", num tom de moralismo para tentar minimizar o desgaste que o PT sofreu durante todo o ano de 2014, as vaias em todos os lugares que ia, os escândalos de corrupção e a fraude das eleições que foi tão perceptível aos olhos de todos. Durante o discurso Dilma usou aquele tom autoritário típico dos ditadores bolivarianos como Nicoás Maduro - seu amiguinho ditador que foi a sua posse - e emitiu a seguinte frase; "vamos punir a corrupção". A quem ela quer enganar? O partido do PT é reconhecidamente o que mais promove corrupção de forma constatada ao longo de mais de 10 anos. Durante todo o caso de escândalo do mensalão ela, Dilma Rousseff nunca se posicionou contra nenhum deles, está omissão ocorria enquanto o partido do PeTralhas exaltavam criminosos com José Dirceu e José Genoíno como heróis. Lembremos da desconcertante pergunta de William Bonner durante entrevista à Dilma enquanto candidata a presidência:
William Bonner: Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?
Perceba o leitor que o objetivo da nova campanha petista é tornar-se perante os olhos da nação brasileira os detentores de uma "moral" artificial forjada no cinismo. Para alcançar tal objetivo utilizaram a tática descarada de "acredite em mim e não no que os seus olhos estão vendo", isto porque no ano de 2014 o PT se desorientou e perdeu o rumo, situação ocasionada pelos escândalos de corrupção e pela arte dos políticos deste partido de fazerem "cara de paisagem" diante das notícias estarrecedoras, motivo da pergunta de William Bonner que deixou Dilma mais perdida do que nunca.
Se o cidadão brasileiro realmente quiser que seu filho tenha educação de qualidade deve esquecer os programas do governo que pelo andar da carruagem irá se tornar cada vez mais carregada de ideologia esquerdista, recheada de "ideologia de gênero", de "homossexualização de crianças", de "destruição da família", de pouca leitura de autores consagrados, de professores que fingem ensinar e alunos que fingem aprender. Se ele quiser que seu filho aprenda terá que se envolver no currículo do filho terá que investir em educação familiar, bom seria se no Brasil o "homescholing" - ensino domiciliar - fosse devidamente regulamentado, mas o que os comunistas querem é exercer o crime da destruição das liberdades individuais, agredir as famílias e tornar o estado sob o comando deles o novo deus acima do bem e do mal. O comunismo nada tem a oferecer a nação brasileira, nem por esse partido que agora é chamado de "PeTralha" e nem por nenhum outro tão carregado de ideologia violenta quanto este. Um partido imoral não pode exigir respeito nem posar de pedagogo da nação. Nós brasileiros é que vamos ensinar a este governo lições de descência e de verdadeira democracia.
Nestes tempos de falsos moralismos e terroristas no poder, a esquerda que tentou implantar uma "ditadura do proletariado" aqui no Brasil proclama a megafones por cerca de 50 anos consecutivos que lutavam por democracia. Mentira! Lutavam mesmo é por transformar o país em uma ditadura a "la cubana". Agora querem a revisão da lei da anistia para criminalizar e condenar os militares que combateram o terrorismo de guerrilha no período de intervenção militar, entretanto só serão julgados os crimes cometidos por um dos lados. Reproduzo trecho da história de Dilma Vana Rousseff, que traz em sua bagagem um histórico de terrorismo cometido no Brasil dos anos 60, um passado do qual não se arrepende:
Capítulo 13
Dilma Rousseff – A dama de
vermelho “linha dura”
“O Brasil merece a
verdade, as novas gerações merecem a verdade...”
Dilma Rousseff
Em
1 de Janeiro de 2011, Dilma Rousseff, faz o seu pronunciamento a nação
brasileira na condição de presidente da República Federativa do Brasil,
relembremos um trecho de seu discurso:
“Não carrego, hoje, nenhum ressentimento nem nenhuma espécie de rancor. A minha geração veio para a
política em busca da liberdade, num
tempo de escuridão e medo. Pagamos o preço da nossa ousadia ajudando, entre outros, o país a chegar até aqui. Aos companheiros meus que tombaram nessa
caminhada, minha comovida homenagem e minha eterna lembrança.”
(Planalto.gov 2011,
Pronunciamento à nação da Presidenta da República, Dilma Rousseff, no
Parlatório do Palácio do Planalto - Brasília/DF)
Se
hoje o Brasil e os países da América latina encontram-se na condição em que
estão – como diz a presidente – é graças a Dilma e seus companheiros do Foro.
Dilma possui um currículo de fazer inveja a qualquer terrorista comunista –
sim, a qualquer terrorista, pois essa prática foi adotada por ela na década de
60. Como disse Hugo Chaves em discurso, “ela
é da linha dura”. Em seu histórico um passado de atentados a bomba, assalto
a banco, roubo de propriedade privada, milícia armada, preparação de grupos
para a guerrilha, sequestro e tortura, um passado que segundo ela mesma
declarou em entrevista; “não renego”.
A
dama que costuma usar roupas vermelhas para reafirmar seu caráter comuna e
carinhosamente chamada de “linha dura”
pelo seu, grande amigo e companheiro do Foro (o ditador Hugo Chaves), não
demorou a por em prática o projeto de perseguição aos antigos inimigos do
comunismo no Brasil. Logo colocou em prática o Programa Nacional de Direitos
Humanos (PNDH3) que teve o inicio das discussões ainda no governo “Lula”, foi
então instaurada a polêmica comissão da
verdade para investigar abusos cometidos durante o regime militar –
ironicamente a mesma comissão não investigaria os crimes cometidos pelos
terroristas comunistas. Para alguém que não carrega “nenhuma espécie de rancor”, o desejo de vingança se mostrou
bastante evidente.
Sobre
o polêmico tema da comissão da verdade, o
deputado Jair Bolsonaro – representante dos militares brasileiros – faz a
seguinte declaração:
“– Senhor presidente, no dia de ontem na
CREDEM, esteve presente o ministro Nelson Jobim para tratar do PNDH3 e em
especial a criação da comissão a memória e a verdade. E eu questionei o
ministro, já que ele se interessa em apurar os dois lados da contenda, de que a
composição desta comissão, de meia dúzia de integrantes, está totalmente
desigual. São cinco indicados pelo governo, inclusive um é a própria assessora
da Dilma Rousseff e apenas um do ministério da defesa, se é que nos podemos
confiar nesse um.”
(Jair Bolsonaro, Transcrição da fala do vídeo
N. Muniz).
A
história oficial passa agora a ser reescrita por uma comissão de vencidos que
se tornaram posteriormente vitoriosos ao assumir o poder, e uma vez utilizando-se
do poder adquirido realizam a sua vingança histórica.
A frase do título deste capítulo vem
da sinopse do livro “Não passarás o
Jordão” (2ª Edição), nesta obra é constatado o velho hábito esquerdista de
não esquecer, de não perdoar e principalmente de vingar-se dos inimigos do
passado, no caso em questão, os militares que conseguiram impedir o golpe de
instauração da ditadura do proletariado. Dilma teve um papel importante na
história do comunismo no Brasil, a sua ascensão ao poder da nação brasileira foi
à premiação por todo o seu esforço e dedicação à causa dos “camaradas” e
principalmente um jogo de poderes traçado pelos integrantes do Foro de São
Paulo, fato notório no discurso de Hugo Chaves que afirmou abertamente em
discurso:
“– Esta manhã conversei por certo com nossa
grande amiga, com a ministra da casa civil da presidência do Brasil, nossa boa
amiga Dilma Rousseff, uma grande companheira, uma grande compatriota desta
“PÁTRIA GRANDE”. Ela foi ministra de energia do “Lula”, uma grande patriota sul-americana.
Dilma, Dilma Rousseff. Dilma Rousseff inclusive é da linha dura. Dilm!. Sabemos
que ela participou daquele movimento, em uma ocasião sequestraram um embaixador americano no Brasil. Eu a conheci em uma reunião, o que me
impressionou foi sua claridade do conceito de sua profundidade, daquela mulher
com sua paixão. É de mais!”
(Discurso de Hugo Chaves, tradução N. Muniz)
Dilma não perde tempo em avançar na
agenda do Foro de São Paulo, ao reafirmar a todo o momento o repúdio dos
membros do Foro aos Estados Unidos – a grande ameaça – como lemos na ata do
Foro de 2004 em Managuá:
“O problema
principal para nosso avanço na
busca de soluções às mais sentidas necessidades de nossos povos segue sendo o
mesmo: o imperialismo norte-americano.”
(Atas
do Foro 2004)
Em Declaração de Dilma Rousseff na
Assembleia Geral da ONU, na ocasião a “PRESIDENTA” faz grave denuncia contra
espionagem dos Estados Unidos e ao presidente Barack Obama.
“– Dados pessoais de cidadãos foram,
indiscriminadamente, objeto de interceptação. Informações empresariais, muitas
vezes, de alto valor econômico e mesmo estratégico, tiveram na mira da
espionagem. Jamais pode o direito a segurança de um cidadão de um país, ser
garantido mediante a violação de direitos
humanos e civis, fundamentais de cidadãos de outro país.”
Dilma se mostrou indignada pela
espionagem dos EUA sobre o Brasil, principalmente sobre o seu governo, que tem
feito mais e mais escandalosas alianças com países governados por partidos de
esquerda, que são reconhecidamente ditaduras disfarçadas com a máscara da
democracia. No mesmo discurso da ONU, outro trecho nos chama a atenção,
principalmente na parte que fala sobre ameaças a soberania:
“– Vivemos em paz com os nossos vizinhos a mais de 140 anos, como
tantos outros latino-americanos lutei
contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender de modo
intransigente o direito a privacidade
dos indivíduos e a soberania de meu país.
Sem ele, o direito a privacidade, não há liberdade
de expressão e opinião e por tanto não há efetiva democracia. Sem respeito
à soberania não há base para o
relacionamento entre as nações. Estamos, senhor presidente, diante de um caso grave de violação de direitos humanos e das
liberdades civis, da invasão e captura de informações sigilosas relativas
as atividades empresariais e sobretudo de desrespeito
a soberania nacional de meu país.”
(Transcrição
N. Muniz)
Ironicamente, a mesma mulher que
defende tão arduamente a liberdade de seu país no discurso da ONU – apenas em
discurso – tem um passado que a condena por um histórico de abusos e contravenções
em guerrilhas urbanas e ainda um histórico igualmente condenável junto aos
membros do Foro que compartilharam informações sigilosas – informações que ameaçaram
e ainda ameaçam a soberania nacional de todos os países da América Latina. Como
disse “Lula”, o “apedêuta”, em uma
das reuniões do Foro gravada em vídeo; “... sempre utilizando a relação construída
no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer
interferência política”. Este
é o contraditório universo paralelo do pensamento esquerdista, não há sombra
alguma de coerência entre o que falam e o que fazem.
Tracemos uma linha histórica dos
grandes feitos de Dilma Rousseff até sua chegada a presidência do Brasil.
Nascida no dia 14 de Dezembro de
1947, em Belo Horizonte, filha do Búlgaro Pétar Russév (que teve seu nome
aportuguesado para Pedro Rousseff) e Dilma Jane (dona de casa, natural de
Friburgo/RJ – filha de pecuaristas do interior de Minas Gerais), na capital
mineira tiveram três filhos; Igor, Dilma Vana e Zana Lúcia que morreu em 1964.
Dilma teve ainda outro irmão que o pai deixara na Bulgária, seu nome é Luben
Russév (filho de Pétar Russév com sua primeira mulher Evdokia Yankova) – ironicamente
enquanto Dilma, aqui no Brasil, filiava-se as fileiras comunistas o seu meio
irmão sofria com a perseguição comunista na Bulgária, por ter um pai que fugiu
do país para uma nação capitalista.
Antes de se fixar no Brasil, Pétar, morou na França e na Argentina, há
informações que dizem que ele pertencia a uma família de comerciantes na
turbulenta Bulgária dos anos 20 e que no período que ele esteve em Sófia ele se
alinhou ao comunismo – época em que os comunistas usavam táticas terroristas
para desestruturar o governo. Dilma disse em certa ocasião que seu pai deixou a
pátria por razões políticas.
Diferentemente da atual e
deplorável situação educacional de nossas escolas públicas, Dilma estudou no
tradicional Nossa Senhora de Sion. Em 1964, ano da intervenção militar, foi
para o Colégio Estadual Central (público), onde havia grande agitação política
por parte dos “movimentos estudantis”, nesta ocasião inicia-se o seu ingresso
na militância e treinamento para tentativa de implantação comunista no Brasil.
Do ano de 1964 até 1970 – ano em que Dilma Rousseff “caiu”, isto é, foi presa
pela polícia brasileira por participação em guerrilhas urbanas e atentados
terroristas – ela está inteiramente ativa com os grupos guerrilheiros.
Dilma Rousseff – Da
Polop a formação do COLINA
O Comitê Nacional de Política
Operária (Polop), conhecida por ser uma “organização doutrinarista”, rachou em
1968 e entre seus dissidentes estava Dilma Vana Rousseff Linhares fundando o
Comando de Libertação Nacional (COLINA).
“A minoria da Secretaria Regional da
Guanabara apresentou, no Congresso, um programa caracterizando a revolução como
sendo de “libertação nacional” e defendendo a estratégia da “guerra prolongada no campo”. Liderada
por Juarez Guimarães de Brito e sua esposa, Maria do Carmo Brito, essa
dissidência carioca viria a juntar-se à dos mineiros, na formação do COLINA.”
(Orvil,
Pg 235 )
O nome de Dilma, a dama de
vermelho, aparece nas notas de rodapé do livro “Orvil” como um membro fundador desta organização que adotava a
guerrilha como forma de combate e tomada de poder.
O COLINA faz parte de sua
militância ativa. Bem diferente dos jovens estudantes que saíram as ruas em
junho de 2013 empunhando cartazes e proferiam palavras de ordem, a forma de
protesto adotada pelo comando era empunhando armas e promovendo atentados à
bomba.
No ano de 1968 diversas ações
subversivas foram registradas como sendo de autoria deste grupo, o grupo COLINA que Dilma Rousseff fazia parte,
vejamos:
28
de Agosto;
assalto ao Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, Agência Pedro II, em
Belo Horizonte – Mg.
4
de Outrubro:
assalto ao Banco do Brasil na cidade industrial de Contagem – Mg.
18
de Outubro;
foram cometidos dois atentados a bomba na capital mineira de Belo Horizonte,
nas residências do Delegado Regional do Trabalho e do Interventor dos
Sindicatos dos bancários e dos Metalúrgicos.
25
de Outubro: no
Rio de Janeiro, Fausto Machado Freire e Murilo Pinto da Silva, assassinaram
Wenceslau Ramalho Leite com quatro tiros de pistola 9 mm, quando lhe roubaram o
carro.
29
de Outubro:
assalto ao Banco Ultramarino, agencia de Copacabana no Rio de Janeiro.
O ano seguinte, 1969, é crítico
para os membros do comando que sofre muitas prisões, situação que desestabiliza
a organização terrorista. Devido esse enfraquecimento, o COLINA, se vê
pressionado a fundir-se com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) dando
origem ao VAR – Palmares. A primeira reunião para negociar a fusão dos dois
grupos ocorreu em uma casa do litoral paulistano, próxima a Peruíbe.
No mesmo período continuaram as
ações armadas. Em 22 de junho, em uma ação noturna, militantes das duas
organizações assaltaram uma companhia do 10º batalhão da FPESP, em Caetano do
Sul, ocasião em que roubaram:
–
94 fuzis.
–
18 metralhadoras
INA.
–
30 revolveres
Tauros calibre 38.
–
360 granadas.
–
5 mil cartuchos
de calibres diversos.
O poder bélico dos grupos
terroristas agora estava aumentado graças ao assalto à casa de armas Diana e ao
4º RI.
Em outra reunião ocorrida em
Mongaguá (litoral paulista) ocorreu a fusão definitiva:
“No “informe sobre a fusão”, datada de 7 de
julho de 1969, já aparecia o nome da nova organização, a Vanguarda Armada
Revolucionária Palmares (VAR - Palmares), que iria também ganhar a adesão de
militantes da dissidência do PCB de São Paulo (DI/SP).”
(Orvil,
Pg 416)
Esses são os grupos e
companheiros de ideologias, de armas, planejamento, de atentados a bomba, de
assaltos e de assassinatos. Esses são os grupos a qual a dama “linha dura” participou e que não se
envergonha do passado. Relembrando esse
período o segundo marido de Dilma, o advogado Carlos Franklin Paixão de Araújo
declara em vídeo:
“– Nos formamos uma organização nacional
chamada Vanguarda Armada Revolucionária
Palmares (VAR - Palmares). Nos praticávamos ações de expropriações – nós chamávamos – nós íamos buscar dinheiro nos bancos
pra ter dinheiro pra comprar armas.
Fizemos ações em quartéis também, em
alguns quartéis, pra pegar armas. Fazíamos ações assim também de caráter mais social, como pegar um caminhão de carne – por
exemplo – na Baixada Fluminense e distribuíamos aquela carne em favelas,
uma coisa meio romântica. Agente
fazia bastante dessas ações. Mas era uma coisa assim meio idealista, mas fazia.
Tenho muito orgulho de ter
participado dessa luta do povo
brasileiro contra a ditadura. Uma luta árdua, uma luta difícil, mas acabou
sendo exitosa.”
(Transcrição
N. Muniz)
Perceba o leitor, o esforço para
disfarçar ou mesmo minimizar as ações criminosas cometidas pelos grupos
terroristas. Nas palavras de Carlos Araújo, quando este calmamente fala “nós realizamos ações de expropriação” – que
o significado direto é “roubo” e “assalto” – ocultando ele o fato de que nestas
ações pessoas foram assassinadas e este senhor simplesmente diz; “íamos buscar dinheiro nos bancos”, como
estivesse se tratando de uma simples retirada bancária em que recebiam doações.
Não, eles estavam assaltando a mão armada e assassinando pessoas durante estas
“ações”. Para quê? Para “comprar armas”
– completa Calos Araújo. Isto falam com a maior naturalidade como se realmente
fossem heróis de alguma coisa. Ainda segue dizendo que iam a quartéis para “pegar armas”, como se fosse um “shopping
center”, eram ações que reconhecidamente ameaçavam a segurança nacional pois os
grupos guerrilheiros recebiam apoio e orientação diretamente de Cuba.
Para que as citações do marido de
Dilma não fiquem apenas se referindo aos atentados terroristas citados por ele,
ele também cita um caso de roubo a um caminhão de carne – é o que ele chama de
ação “romantica”. Para ele, fazer uma
ação de “caráter mais social” é
roubar um caminhão de carne de um cidadão comum para distribuir nas favelas,
com a clara intenção de ganhar a simpatia popular através do ato criminoso e
ainda se “orgulha” disto como se
fosse algo lindo a ser feito. O esquerdista tem mesmo a síndrome de “Hobin Hood” (mas sem a nobreza), acha
que qualquer atitude é válida para defender sua causa, seja ela mentir
descaradamente, assaltar, roubar ou mesmo assassinar vidas humanas.
Dentre as mentiras muitas vezes
repetidas, a principal que sustenta toda a falácia dos grupos terroristas é a
de que os comunistas lutavam pela liberdade do país. Agarrando-se nesta grande
mentira improvisam textos de forma teatral chegando até mesmo a se emocionarem.
Mas a grande verdade, que os brasileiros e as novas gerações precisam tanto
saber é de que esses grupos não se importavam com a nação brasileira, a verdade
de que a implantação da ditadura do proletariado era mais importante do que a
vida dos próprios brasileiros. Uma série de assassinatos foi cometida por estes
grupos terroristas a qual Dilma fazia parte.
A seguir uma lista de algumas
dentre tantas vítimas dos assassinatos cometidos pelo terrorismo de esquerda
neste país as informações foram tiradas do livro “Orvil”:
–Delegado Otávio Gonçalves Moreira Júnior; assassinado
pelas costas com uma calibre 12, por terroristas da Ação Libertadora Nacional e da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares,
quando, de calção e desarmado, deixava a praia em Copacabana.
– Cabo Sylas Bispo Feche, meu subordinado, que
foi metralhado e morreu com vários tiros disparados por dois terroristas,
quando lhes pedia os documentos.
–Tenente
Alberto Mendes Júnior, morto a
coronhadas de fuzil, em Registro, SP, quando se apresentou como refém, em troca
do atendimento de seus soldados que, feridos, gemiam no chão, após ataque de
surpresa desfechado por terroristas da Vanguarda
Popular Revolucionária, liderados por Carlos Lamarca.
–Capitão
Charles Rodney Chandler assassinado
pela Vanguarda Popular Revolucionária,
na frente de seu filho de nove anos e de sua esposa, só porque eles acusavam
Chandler de “agente da Cia”.
–Henning Albert Boilesen, metralhado
pelo Movimento Revolucionário Tiradentes
e Ação Libertadora Nacional, sem chance de defesa, quando ia para o seu
trabalho.
–Manoel Henrique de Oliveira, morto em
seu restaurante por militantes da Ação
Libertadora Nacional, porque imaginaram que ele era colaborador da Polícia.
–
David Cuthberg (cidadão inglês).
Quando passeava pelas ruas do Rio de Janeiro, ele foi morto por terroristas da Var-Palmares, ALN, PCBR, simplesmente
porque era militar de um “país imperialista”.
–Sargento
da Força Aérea Brasileira Valder Xavier
de Lima, assassinado com um tiro na nuca por Theodomiro Romeiro dos Santos
(Marcos), militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário quando, ao
volante de um jipe, transportava terroristas presos.
–
José do Amaral Vilela, Suboficial da
Reserva da Marinha. Morto por terroristas da VAR-PALMARES, durante assalto a um carro transportador de valores
da Transfort S.A., do qual fazia a segurança.
O
planejamento do sequestro de Delfim Netto.
Luiza
aos 22 anos era integrante da cúpula da organização terrorista, dentre os
planos de ação do grupo está o sequestro de Delfim Netto. Quem era Luiza? Era
um dos pseudônimos de Dilma Rousseff:
“Luiza, 22, abandonou a faculdade de economia
e agora sabe montar e desmontar um fuzil de olhos fechados. Na clandestinidade,
seu grupo planeja uma das ações ousadas da luta armada em 1969 contra a
ditadura militar: o sequestro de Delfim Netto, símbolo do milagre econômico e
civil mais poderoso do governo federal.”
(Folha de S. Paulo – Grupo de Dilma planejava
sequestrar Delfim)
Dilma
possuía vários pseudônimos dentre eles o de Estella, Wanda, Marina e Patrícia.
Nomes utilizados para viver na clandestinidade e passar desapercebida pela
polícia. A jovem que já possuía forte orientação política estava disposta a
tudo, quem sabe, matar, morrer, ou sequestrar pela causa comunista. A tentativa
de sequestro de Delfim Netto é um desses casos em que os militantes procuravam
tanto promover-se pela imposição do terror junto a população quanto
desestabilizar o governo. Os grupos que conseguiam realizar tais feitos
adquiriam reputação ao mesmo tempo em que se tornavam lendas urbanas.
Em
entrevista do jornal Folha de S. Paulo ao ser indagada sobre a sua participação
no plano de sequestro de Delfim, Dilma afirma não se lembrar. Nada mais
natural, porque fazer uma afirmação que poderia comprometer sua imagem
política, assim ela sempre se apresenta como uma figura política e nunca como
alguém capaz de atos violentos. Leio o trecho:
“FOLHA
- A sra. se lembra dos planos para sequestrar Delfim e montar fábrica de
explosivos? DILMA ROUSSEFF - Ah, pelo amor
de Deus. Nenhuma das duas eu lembro. Nunca ninguém do Exército, da Marinha e da
Aeronáutica me perguntou isso. Não sabia disso. Acho que não era o que a gente
[queria], não era essa a posição da
VAR.”
(Folha de S. Paulo - Aos 19, 20 anos, achava
que eu estava salvando o mundo)
Ela
diz “não era a posição da VAR”! Mas
sim, era a posição da VAR. Foi um plano que não chegou a cabo. O ex-comandante
da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e da VAR-P, Antônio Roberto Espinosa
– segundo reportagem da Folha de S. Paulo – assumiu que coordenou o plano e que
os quatro outros integrantes da VAR-P concordaram com o sequestro do ministro
da Fazenda que sustentavam a popularidade dos generais com um crescimento
econômico de 9,5% no ano de 1969. Em contradição ao que Dilma disse
anteriormente a Folha, Espinosa declarou que os cinco – ele, Dilma e os outros
três – sabiam do plano. Em um dos processos do Superior Tribunal Militar, que
coordenaram militantes da VAR-P há um mapa da emboscada, e outro que sugere o
local do cativeiro destinado a Delfim. A ação tinha data e local definido,
seria durante um final de semana onde o ministro visitaria um sítio no interior
de São Paulo. O nome do sítio era Gramadão, cujo nome aparecia no mapa, o nome
do proprietário era Mario Nicoli – cunhado e melhor amigo – próximo a Itú e
Jundiaí no interior paulistano. O local foi reconhecido por Delfim que afirmou
ter frequentado o sítio na época, ele ainda recebeu recomendações do governo
para ser cuidadoso devido a onda de atentados terroristas promovidos pelos
grupos de esquerda.
Em
resposta a imagem negativa que é ter alguém do alto escalão do governo PT
associada a imagem do terrorismo, Antônio Roberto Espinosa emite uma carta
resposta negando ter declarado que Dilma havia participado do planejamento de
sequestro de Delfim, dizendo que a mesma possuía participação puramente
política e jamais participou de ações militares. Dilma por sua vez afirma que
Espinosa “fantasiou” e que isso é por
conta dele – segundo suas palavras. Vejamos o trecho em que ela declara:
“FOLHA
- Só para deixar claro, a sra. não se recorda desse plano para sequestrar o
Delfim?
DILMA- Não. Acho que o Espinosa
fantasiou essa. Sei lá o que ele fez, eu não me lembro disso. E acho que não compadece com a época,
entendeu? Nós acabamos de rachar com um grupo, houve um racha contra a ação armada e vai sequestrar o Delfim? Tem dó de mim. Alguém da VAR que você entrevistou lembrava-se disso? Isso é por conta do Espinosa, santa. Ao meu conhecimento jamais chegou. Não me
lembro disso, minha filha. E duvido que alguém lembre. Não acredito que tenha existido isso, dessa forma. Isso está no
grande grupo de ações que me atribuem. Antes era o negócio do cofre do Adhemar, agora vem o Delfim. Ah, tem dó. Todos os dias
arranjam uma ação para mim. Agora é o sequestro do Delfim? Ele vai morrer de
rir.
(Folha de S. Paulo - Aos 19, 20 anos, achava
que eu estava salvando o mundo)
Será
possível que Espinosa fantasiou toda uma entrevista que segundo ele mesmo, na
carta resposta, durou cerca de três horas por meio de telefone a repórter da
Folha de S. Paulo? Ele fantasiou que planejou sequestrar Delfim e os outros
líderes da cúpula da VAR-P – composta por cinco integrantes, dentre eles Dilma
Rousseff que usava o codinome Luiza – não sabiam? É difícil de acreditar.
Segue
trecho da carta aberta de Antônio Roberto Espinosa:
“Uma coisa elementar para quem viveu a época: qualquer plano de ação envolvia aspectos técnicos (ou seja, mais de caráter militar) e políticos. O levantamento
(que é efetivamente o que estava sendo
feito, não nego) seria apenas o
começo do começo. Essa parte poderia ficar pronta
em mais duas ou três semanas.
Reiterando: o Comando Regional de São Paulo ainda não sabia com certeza sequer
a freqüência e regularidade das visitas de Delfim
a seu amigo no sítio.”
(Carta Maior - Jornalista denuncia má fé da
Folha e armadilha contra Dilma)
Espinosa
aponta três passos para a execução de uma estratégia na concretização de um
sequestro. Fala com a experiência de ex-comandante da VPR e da VAR-P durante
sua vida no terrorismo. São eles:
1.O
levantamento; que segundo ele estava sendo feito, sobre o
local, a residência, a frequência de visitas, desenhos, croquis.
2.Plano
militar; como a ação poderia ocorrer tecnicamente;
planejamento, armas, locais de esconderijo, rotas de fuga.
3.Plano
político; segundo ele, a parte mais complicada desse
tipo de operação, que envolvia estratégias de negociação, a definição das
exigências para a troca, a lista de companheiros a serem libertados, o
manifesto de declaração pública a nação.
Entretanto contrariando a própria
alegação de que o plano estava ainda na primeira fase ou como ele mesmo diz “no
começo do começo”, a de levantamento – em que são coletados apenas dados de
local e rotinas da vítima. Informações contidas nos documentos apreendidas no
aparelho (residência que servia como base de operações) em Lins de Vanconcelos
no Rio de Janeiro, revelaram que já estava sendo elaborada a parte tática, ou o
plano militar. Foram presos no aparelho onde moravam Espinosa, sua esposa Maria
Auxiliadora Lara Barcelos e o estudante de medicina Chael Schreier. Na casa
foram encontrados um arsenal de armas, munição e explosivos juntamente com o
levantamento de áreas onde o grupo tencionava agir. No documento do processo do
Supremo Tribunal Militar, citado neste capítulo, existia um plano militar
estabelecido contendo o mapa da emboscada e o local do cativeiro, bem como o
fato da ação estar planejada para um final de semana de dezembro (dados da
reportagem da Folha de S. Paulo). O livro “Orvil” relembra o fato:
“Na noite de 21 de Novembro, a polícia chegou
num dos “aparelhos” da organização, localizado na rua Aquidabã, nº 1530, apto
101, no Méier, na Guanabara. Após a voz de prisão, seus ocupantes resistiram a
tiros e petardos de dinamite, sendo presos Antônio Roberto Espinosa, do
CN, Chael Chales Schreier e Maria
Auxiliadora Lara Barcelos. Fanatizados, Chael chegou a ingerir veneno – apesar
dos agentes tentarem impedir a ação –, vindo a falecer no dia seguinte. Maria
Auxiliadora, dois dias depois, tentou enforcar-se. (103). Espinosa ao contrário
apontou diversos “aparelhos” e elementos da VAR-P e, inclusive, VPR, onde havia
militado. Com a sua queda iniciava-se o desvelamento da estrutura da VAR-P.”(Orvil
– Pg 425)
Os integrantes da VAR-P que
planejavam o sequestro de Delfim caíram – foram presos – e por isso a ação
nunca chegou a acontecer, segundo ele o auto comando nacional (CN) sabia e não
houve nenhum veto, faltava decidir o plano político que caberia aos outros
integrantes do comando nacional, ou seja, Dilma sabia sim.
Embora tente fazer de tudo para
minimizar ou mesmo esconder a sua participação ativa nas ações táticas de guerrilha
e decisões nas operações de cunho terroristas tais como assaltos a banco e
atentados, o fato de que alguém que está dentro, da cúpula da VAR-P, está
ciente e ativo do planejamento a execução não pode ser ignorado. Dilma foi
presa no sábado de 17 de Janeiro de 1970.
Dilma
presa
Dilma foi levada a um prédio da
“Oban” sigla que significa “Operação bandeirantes”. Faziam parte desse centro
de coordenação, os comandantes do II exército e de suas Grandes Unidades
Subordinadas (2º Região Militar e 2º divisão de infantaria), os comandantes do
6º distrito naval e da 4º zona aérea, a Secretaria de Segurança Pública, os
Chefes dos Departamentos de Política Federal e do Serviço Nacional de
Informação. O prédio ficava na rua
Tutoia, no Paraiso, na Zona Sul de São Paulo. Na Oban, ela permaneceu 22 dias,
onde muitos chegavam e iam embora, mas ela permanecia – porque as autoridades
acreditavam que ela possuía informações sobre os seus camaradas. Dentre as
expressões que colecionou em referencia ao seu nome está o de “um dos cérebros”
de esquemas revolucionários, “a grande dirigente da VAR-P” e “Joana D`Arc da
subversão”.
Assista ao vídeo sob o título "BRASIL, GUERRILHA E TERROR - A Verdade Escondida.".
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