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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Levy Fidelix, a patrulha esquerdopata e a criminalização do óbvio!

Se os paredões da revolução cubana clamava por fuzilamento, digo que a militância da esquerda gay clama por tribunais, querem a qualquer custo instaurar o "crime de opinião". 







No Brasil se tornou crime falar o que pensa. É a ditadura velada da opinião. Nada pode fugir do politicamente correto, da cartilha imposta com seu conjuntinho de regras preestabelecidas e tudo embelezado com as palavrinhas chavões que constituem a falsificação da linguagem. No Brasil chamar um negro de negro é racismo, chamá-lo de macaco também é racismo mesmo que se diga que "todos somos macacos". É crime hediondo e inconcebível não defender um pobre menor assaltante ou assassino que seja amarrado no poste por um bando de malvados cidadãos trabalhadores - porque ele é um menor e merece ser protegido. É crime também falar contra homossexuais desde que inventaram uma palavra chamada "homofobia" que não significa nada no sentido etimológico da palavra, mas na prática é qualquer coisa que não concorde com os interesses do loby GLBT. Assim sendo, não expor crianças a pornografia gay na escola é homofobia, ser contra a destruição do reconhecimento de casamento com homem e mulher é homofobia, ser cristão ou professar uma religião que sacralize o casamento é homofobia, ser contra ideologia de gênero é homofobia, ser conservador é ser homofóbico, não ser de esquerda aí não tem jeito é homofóbico de qualquer forma, dizer que gays não podem se reproduzir - que é óbvio nas ciências primárias - também é ser homofóbico. Enfim qualquer coisa que discorde da agenda do loby gay que também é pro-pedofilia é ser imediatamente rotulado de homofóbico. Ainda existe o extremo de rotularem gays que não são a favor da agenda como homofóbicos - absurdo não?

Vamos ao caso de Levy Fidélix. Durante o debate da TV Record no domingo a noite Levy disse o óbvio e logo foi acusado de homofóbico. Por que será? Porque discordou da agenda. Estão a todo custo tentando fazer um único caso valer a pena de multa ou prisão pra igualar ao crime de racismo e é exatamente por isso que Fidélix foi a bola da vez., veja o vídeo:


Reproduzo o trecho que causou a suposta polêmica:

"Olha minha filha tenho 62 anos, pelo que eu vi na vida dois iguais não fazem filho, e digo mais, digo mais, desculpe mas aparelho excretor não reproduz. É feio dizer isso! Mas não podemos jamais gente, eu que sou um pai de família, um avô, deixar que tenhamos esses que aí estão achacando agente no dia a dia, querendo escorar essa minoria a maioria do povo brasileiro. Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado com medo de perder voto, prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto e vou acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar - fez muito bem - do Vaticano um pedófilo, está certo nós tratamos a vida toda com a religiosidade pra que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar. Então Luciana, lamento muito, que façam um bom proveito que fazer quem querem continuar como estão, mas eu como presidente da república não vou estimular se está na lei que fique como está, mas estimular jamais a união homoafetiva.".

Por causa dessas declarações a patrulha da esquerda gay - aquela que costuma ver "chifres em cabeças de cavalos" e fazer "tempestades em copos d`agua" - estão querendo a todo custo indiciá-lo para que sua opinião seja tida por crime. Vejamos o que diz trecho da matéria da F. de São Paulo:

Partidos, organizações de defesa dos direitos dos homossexuais e também órgão públicos querem incriminar Levy Fidelix, candidato a presidência da república pelo PRTB, pelas declarações que fez durante o debate promovido pela TV Record, no domingo a noite. A ouvidoria de Direitos Humanos, ligada a Secretaria de Direitos Humanos da Previdência, vai apresentar hoje ao ministério público, denuncias coletivas sob acusação de incitação ao ódio de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. 
"Tomamos a decisão depois que 300 pessoas recorreram a nós, pedindo providências. Organizamos um documento coletivo", disse a coordenadora da ouvidoria Irina Karla. Ela também contou que o texto será enviado a secretaria de justiça e defesa da cidadania de São Paulo, Estado onde ocorreu o debate.

A comissão especial de Diversidade Sexual da Ordem dos advogados do Brasil (OAB), protocolou ontem na Procuradoria Geral-eleitoral e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido requerendo a cassação da candidatura de Fidélix. A entidade pediu ainda direito de resposta. 

Note o leitor que o candidato, ao seu modo, só expressou uma questão óbvia - pares homossexuais não podem reproduzir - por isso o rótulo lhe caiu logo em seguida com uma agressão violenta. Não existe outro grupo que seja tão violento e autoritário como o loby homossexual.  O candidato em momento algum nem ao menos diz que mudaria a legislação, tudo que diz é que não estimularia a união homoafetiva. Até onde sei não há crime nenhum nisso! Para o candidato um casamento além de fins sexuais devem possuir fins procriativos. E daí (?) é a opinião dele. Com um certo ar de ironia declarou o óbvio que qualquer conhecedor de anatomia - matéria de ginásio - sabe de "có", que "aparelho excretor não reproduz", tanto foi dito com um tom de piada que é possível ouvir risos dos presentes. Não houve nem um ar de espanto como se estivesse cometendo um sacrilégio ou estivesse cometendo um crime execrável. De fato não foi dito nada de mais e nenhum crime foi cometido. Luciana Genro preparou uma armadilha contra Levy Fidélix e logo uns 300 militantes (um número redondo), não 247, ou 259 mas exatamente 300 encaminharam um pedido de profunda indignação  (estranho não?). isso mesmo! Surge a esquerda militante gay, de uma prontidão incrível, parecem radares de transito prontos a identificarem qualquer possível ameaça, ou devo dizer, possíveis vítimas de sua patrulha. 

Se os paredões da revolução cubana clamava por fuzilamento, digo que a militância da esquerda gay clama por tribunais, querem a qualquer custo instaurar o "crime de opinião". Se Fidélix - um presidenciável - chegar a ser condenado, e creio que o simples fato de pensar isso já soa como loucura, então ninguém poderá ousar dizer uma só linha contra os desmandos desse grupo que diga-se de passagem, chega a ser criminoso tanto nas intenções como nas ações. O Brasil é o mesmo o pais da imoralidade, não pelos seus cidadãos que na sua maioria é de gente trabalhadora e honesta mas pelos seus representantes políticos, como dizia Eneas Carneiro; "a política brasileira é representada pela escória da sociedade". Olha que moral invertida, ou melhor dizendo, olha que imoralidade, de um lado todos histéricos porque um homem deu a sua opinião a respeito de aparelhos excretores que não podem reproduzir, do outro uma multidão em silêncio diante fato da candidata do Foro de São Paulo ter declarado abertamente que defendia o diálogo com os terroristas islâmicos. Não é inversão de valores, pois isso só ocorre com certo grau de ignorância, é o total cinismo diabólico e isso foi dito na ONU. Onde estava a OAB? Calou-se pois prefere se incomodar com "aparelhos excretores". 

No Brasil, até onde sabemos, um cidadão é livre pra dar opiniões sobre o que quiser e não ser criminalizado por isso. Pode falar sobre política, dizer que o PT não presta, falar mal, falar bem, defender o indefensável e também o que é correto, mas uma presidente da república não é livre para fazer apologia ao terrorismo islâmico que promove banhos de sangue genocidas.

Deixo o Art 5, da constituição brasileira:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

(...)
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; (fonte).








O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,fidelix-vai-ser-acusado-de-incitar-o-odio,1568197
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Todo esquerdista dando entrevista é uma comédia! Danilo Gentili entrevista Luciana Genro no The Noite.



Luciana Genro é aquele tipo de esquerdista radical deslocado da realidade, que acha que o comunismo é o mundo encantado. Suas alegações, algumas mentirosas, outras ingênuas e outras ainda quase sensatas a promoveram nas redes sociais como uma candidata "sem noção". Explico, pra que não pareça que é pura implicância de reacionário. A candidata do PSOL - pra quem não sabe, aquele partidinho de esquerda cuja pauta é promover tudo que não presta como maconheiros, prostituição, pornografia infantil e o vandalismo black bloc - fez declarações um tanto incoerentes, como uma boa militante ex-usuária de drogas (segundo ela) se propôs a defender a agenda mais radical das esquerdas e do Foro de São Paulo. Convidada pelo humorista Danilo Gentilii - que já está na lista negra do partido do mensalão, PT - foi entrevistada por ele para que definisse os seus "ponto de vista". Vejamos as propostas de Luciana Genro:

Reforma na estrutura tributária

"Bom, a primeira mudança que agente precisa fazer é na estrutura tributária do país, nos impostos que cada um paga. Porque agente paga um monte de imposto no salário e também no consumo, tudo que agente paga tem um imposto embutido. Só que esse imposto do consumo é muito injusto porque o imposto de alguém que ganha 1 salário mínimo paga sobre o leite é o mesmo que um milionário paga sobre o leite. Então pra agente fazer uma distribuição de renda agente precisa diminuir esse imposto sobre o consumo (...). E fazer os milionários pagarem mais impostos, por isso eu tenho dito que eu não vou governar pra todos eu vou contrariar interesses. (...) Eu vou mexer nos interesses dos milionários e dos bancos fazendo a regulamentação do imposto sobre as grandes fortunas, que é a minha proposta de quem tiver fortunas acima de 50 milhões (...) paga uma alíquota de 5% ao ano. ".

O discurso parece maravilhoso e vindo de uma mente "hobinhoodiana", tirar dos ricos para dar aos pobres parece de uma nobreza quase divina. Para Luciana Genro uma lei como a dos impostos que se aplica a todos sem distinção não é justa então a solução "psolista" é "se ganha mais, tire mais". Inevitavelmente aumenta o controle do estado sobre os cidadãos, tornando o Brasil menos Brasil e mais Cuba. Como aplicar a prática de expropriação meio que saiu de moda agora a moda é quebrar a economia com o aumento de impostos. Repare que a "psolista" não quer menos impostos, na verdade ela quer mais impostos. Então alguém que ganhou o seu dinheiro por meios legais pagando todos os impostos necessários para produção e comercialização de forma honesta também tem que dar uma fatia gorda para o governo inchado para sustentar as militâncias e todas as sanguessugas que lá estão. Portanto reforma tributária para Luciana Genro é aumentar a carga tributária, aumentando o poder do estado e destruindo consequentemente a economia debilitada do país tupiniquim. 

A presidenciável também deixou bem claro que não quer agradar o agronegócio. Alguém tem que ensinar para essa senhora que o agronegócio é responsável por 30% do PIB nacional. Na verdade o Brasil só não está em uma situação pior porque a produção agropecuária é um poderoso pilar econômico e por isso é um dos alvos da esquerda nacional. Aos desinformados digo que faz parte do projeto da esquerda sabotar a economia, essa premissa diabólica está descrita no decálogo de Lenin.  


Legalização das drogas

Vejamos a posição de Luciana G:

Sou a favor, sou a favor da legalização da maconha. Eu vejo que a guerra as drogas faliu, aliás quem diz isso nem sou eu, (...) até o Fernando Henrique, presidentes de outros países, prêmios nobeis de economia, a guerra as drogas não funcionou pra acabar com o narcotráfico, nem pra diminuir o uso de drogas, só aumentou a violência e a corrupção. Eu acho que primeiro agente tem que liberar a maconha, liberar não, liberar não é a palavra certa, é descriminalizar e regulamentar o uso, que o projeto do Jean Willys que ta lá na câmara que é nosso deputado do PSOL do Rio de Janeiro. 

Faz parte do projeto do Foro de São Paulo, a legalização do consumo de drogas nos países onde a famigerada instituição consegue estender seus tentáculos. Em todos os países do mundo o consumo de drogas diminuiu exceto no Brasil que quintuplicou. Por que será? Por falar em drogas e especialmente a maconha - que a sra. Genro defende - lembramos das Farc. As Forças Revolucionárias da Colômbia, grupo guerrilheiro que promovia a entrada de 80 t de cocaína/ano no Brasil (segundo Fernandinho Beira Mar). É inevitável concluir que caso as drogas neste país sejam liberadas para uso recreativo - como se fosse possível usar crack recreativamente - o grande prêmio vai para as Farc, que logo passaria a ser vista não mais como um grupo hostil - sob o rótulo de narcotraficante - coroando todos os seus atos hediondos. Então se iniciaria o processo de infiltração de narcoguerrilheiros dentro do pais como já ocorre na Venezuela, quero lembrar que Hugo Chaves - o ditador - lamentou copiosamente o abatimento do narcotraficante Raul Reyes e disse com todas as letras que havia conhecido o mesmo em uma reunião do Foro. A esquerda brasileira é uma só e tem o mesmo objetivo, destruir as soberanias e as democracias da América Latina para implantar ditaduras bolivarianas. O comunismo sempre se utilizou do banditismo para promover sua agenda, eles reconhecem os criminosos como revolucionários. Quem acha que isso é um absurdo quero lembrar o caso do Deputado do PT - partido membro do Foro - que participou de reunião com o PCC em que se planejava ataques a ônibus e nada foi feito, não foi expulso do partido e nem ao menos punido. O caso pode ser lido aqui.

Os mesmos que pedem complacência para os viciados em canábis são aqueles que querem promover o linchamento moral dos conservadores do Brasil, como ela mesma, a sra. Genro falou, não governará para todos. Isso é um recado que em seu plano de governo o cidadão brasileiro que não se enquadra na agenda do partido está de fora da pauta. O que nos faz recordar o princípio esquerdista; "toda tolerância para a esquerda e nenhuma tolerância para os inimigos". 

A proposta atrasada do PSOL, visa transformar o Brasil em um republiqueta desestruturada, sem plano econômico e sem projetos de desenvolvimento reais. A melhor proposta de L. Genro é transformar o mercado negro de drogas em um negócio estatal. Não haverá empresário do ramo das drogas mais poderoso que o estado. É de uma infantilidade doentia pensar que todo o problema gerado pelo consumo de drogas no Brasil se resolverá com um projeto de lei estúpido. É possível observar um poderoso lobby forçando a entrada da liberação das drogas, o que nos faz refletir se a população brasileira realmente quer essa proposta insana. 

A pergunta constrangedora de Roger

Roger; Você e seu partido apoiam o socialismo que é uma ideologia que já matou no mundo inteiro mais de 80 milhões de pessoas pelo menos, apesar disso tem muitos jovens e tem alguns velhos também babões que acham uma coisa meio romântica o socialismo e tal e não praticam o socialismo, mas são os chamados da esquerda caviar. né? Você não se incomoda de ser associada a qualquer uma dessas duas ideologias? 

Luciana G; Eu me incomodo por que eu não me identifico com nenhuma delas. Eu não me identifico com essas experiencias que se chamavam de socialismo, mas que não eram socialismo. Por que a ideia do socialismo é uma ideia generosa de igualdade, de liberdade. Não esses regimes ditatoriais que ocorreram e que mataram, embora o capitalismo também mate, muito se fala dos assassinatos cometidos pelos regimes stalinistas, na verdade não socialistas, mas pouco se fala das mortes provocadas pelo capitalismo, seja nas guerras, seja na fome, seja no desemprego, não é. Eu acho que em nenhum lugar do mundo nós temos um modelo de sociedade a seguir. Nós precisamos construir o nosso próprio modelo, com democracia e com liberdade (...).


Roger; Isso é meio utópico não é? Eu digo, numa guerra pelo menos os dois lados tão matando, enfim é uma consequência. Eu acho que o comunismo matou sim, e acho que ele não funciona sem ser de forma ditatorial, pelo menos é o que agente tem visto na prática. 


Luciana Genro; É que na prática agente nunca viu um regime socialista realmente acontecer. (Roger; Ha, a velha desculpa!). Entendeu? Esses regimes foram distorções do socialismo. Por que a ideia do socialismo é a ideia generosa da liberdade e da igualdade, então esses não servem de modelo.


O socialismo ou comunismo utópico nunca existiu. O socialismo real é essa aberração que vemos na Coréia do Norte, na China, em Cuba e nessa republiquetas bolivarianas infectadas pelas estratégias do Foro de São Paulo. Ninguém quer encarar os filhos bastardos do comuno/socialismo e L. Genro faz juntamente o mesmo, ela diz não se identificar com eles. Dai vem sempre a velha desculpa; "essas experiencias não eram o socialismo"! Mas é claro que eram! O socialismo real é aquele que promove a fome, a miséria, os baixos salários, a destruição dos valores morais e total poder do estado. A única igualdade promovida pelo socialismo é a igualdade entre os pobres porque os figurões como Fidel Castro continuam ricos e poderosos. Ela diz não se identificar com regimes ditatoriais mas é exatamente isso que a proposta de governo dela coloca em pauta, mais estado inchado. Relembrando o que diz uma das premissas do comunismo; "tudo pelo estado, tudo para o estado e nada contra o estado"! O que pode sair dessa fórmula se não um regime de escravidão como nos ensina Hayek em seu livro "O caminho da servidão". (aqui)

O que sobra para a sra. Genro é atacar o capitalismo e dizer com a todos os pulmões expondo-se ao ridículo que deturparam o socialismo. Em tantas experiencias nenhum único bom exemplo pode ser observado em tantos anos de história? Ou o socialismo não pode funcionar de jeito nenhum, ou todos os revolucionários eram incompetentes, incapazes ou psicopatas - a última opção parece ser a mais plausível. 
Alguém tem que ensinar a essa senhora que o capitalismo não é sistema de governo e sim um sistema econômico de trocas voluntárias e o maior promotor de liberdade de escolhas, de opinião. Graças ao capitalismo malvado nações puderam prosperar e produzir riquezas e bens duráveis. Se quisermos fazer uma rápida comparação basta compararmos a gaiola que se tornou Cuba com o estado democrático Israelense, dois países muito pequenos, um sem nenhum tipo de liberdade econômica ou de produção de riquezas e o outro apesar de pequeno, árido e constantemente ameaçado por bombardeios terroristas continua próspero. 

Mas como nada bom pode vir do socialismo resta apenas o apelo utópico; "o socialismo é maravilhoso!", "o socialismo é generoso"!. Resumindo, para essa gente o comuno/socialismo com seus milhões de mortos em nome de um causa utópica e nenhum resultado real é o paraíso e tudo é válido para alcançar esse fim. O capitalismo com todos os seus resultados reais de prosperidade, avanço tecnológico e bem estar - lembrando que é um sistema econômico e não de governo - é o mal e precisa ser destruído. 


A candidata do PSOL ridicularizou a si mesma demostrando ar de superioridade em um assunto que ou desconhecia ou cinicamente mentiu. Estude mais - foi o conselho da candidata. Mas é justamente porque estudamos que podemos dizer que o comunismo não presta. 

Finalmente Danilo Gentili deixou a candidata falar nos seus últimos 30 segundos para que contasse uma piada. Ela disse que iria aproveitar para pedir votos, ao que Danilo respondeu; "O que não deixa de ser uma piada"!