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sábado, 4 de abril de 2015

O discurso do PSOL alimenta a criminalidade no Brasil! Enquanto defendem bandidos passam a criminalizar a população civil.

O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.




Quem já leu as propostas desse partido chamado PSOL já deve ter percebido que as pautas são... Como diria? Estranhas pra não dizer absurdas; legalização de todas as drogas, liberação da exploração sexual, a exaltação de determinados grupos de indivíduos acima dos cidadãos comuns e etc. Quem está familiarizado com técnicas comunistas de estabelecimento de controle social sabe que leis absurdas são mecanismos de engenharia social. Leis que favorecem o banditismo exaltando o lumpemproletariado contra a população trabalhadora e honesta fazem parte do processo de implantação de corrupção generalizada. Nesse processo transformam a prática da honestidade em uma atividade passiva de punição. 

O discurso psolista é aquele do vitimismo, de que bandido é vítima da sociedade, que é a sociedade que forma o banditismo e como se não houvesse outra saída na vida a não ser roubar, traficar, sequestrar e assassinar. Como se a opção pelo crime não passasse por questões morais, como se não houvesse discernimento entre certo e errado, como se essas tais vítimas fossem um conjunto experimental passivo de inteira manipulação de uma elite monetária  branca que cria seus próprios monstros para depois devorá-la. 

Inevitavelmente esse tipo de discurso se espalha pela nação brasileira. Hoje assisti um jornal em que o bandido dizia que estava roubando pra sustentar o filho de 3 anos de idade. Na ocasião de sua prisão ele espancou duas mulheres e as assaltou a mão armada. Quando entrevistado, a jornalista perguntou o que motivou os crimes, e ele respondeu que precisava de dinheiro pra sustentar o filho e que não queria empregos comuns e que não tinha nada de mais roubar de quem tinha porque ele, o assaltante, era uma vítima da sociedade. Perceba o leitor que o discurso do vitimismo legitima o ato criminoso, o mesmo discurso divulgado a megafones por figuras políticas públicas como Marcelo Freixo, que defende anistia para menores criminosos. Já perceberam que os problemas reais foram retirados das pautas? Como resultado as soluções reais jamais chegarão. Todas as vezes que se discute a criminalidade no Brasil o problema se desloca para a educação, para a pobreza, para uma suposta revolta endêmica e os bandidos são neste contexto resultaddo de um processo opressor. 

O crime é uma questão moral, se não fosse todas as favelas teriam 100% de criminosos. Agora, o aumento do banditismo é terrivelmente estratégico. Os partidos de esquerda promovem a todo instante a corrupção da sociedade civil em todos os níveis, o que é certo é errado e o que é errado é certo. Se há uma subida descomunal nos números da violência no Brasil é graças a estratégia orquestrada mediante leis que favorecem o banditismo - disfarçadas de direitos humanos - e discursos que fomentam, indiscutivelmente, o volume da criminalidade. O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.

Estejamos atentos!  









segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Cinema brasileiro e Marxismo Cultural - a glamorização do banditismo.

"Quem duvida da conexão entre glamorização do banditismo e revolução cultural (Gramscismo) não poderá deixar de notar o estranho fato do personagem principal ser filho de um "comunista" que organizava sindicatos.". 






Quem já assistiu os filmes do cinema brasileiro e principalmente os patrocinados pela lei de incentivo a cultura que leva o selo de empresas como o da "nossa" "Petrobrás" - a mesma que vem sendo sistematicamente parasitada pelo esquemas de corrupção do PT - já deve ter percebido ou pelo menos achado estranho o conteúdo sempre voltado as ditas "questões sociais". A lei que se intitula "programa ANCINE de incentivo a qualidade do cinema" (aqui), patrocinaria com até 100 mil reais as produtoras selecionadas com base na qualidade dos filmes, prevendo inclusive recursos do PAQ. Acontece que essas ditas produtoras cinematográficas tem sido utilizadas como usinas de "engenharia social", para os que não estão familiarizados com o tema trata-se da transformação da sociedade através de mecanismos de manipulação que variam desde programas governamentais, sistema educacional, programas de TV e filmes. As temáticas visam exaltar a "glamorizarão do banditismo", da "prostituição", do que é "anti-familiar", "anti-cristão", "da pedofilia", do "consumo de drogas", do "aborto" e uma gama de assuntos que são bandeiras consagradas do "marxismo cultural". 

Em diversos "filmes nacionais" que levam o selo da lei de incentivo a cultura e da "nossa" roubada "Petrobrás" é nitidamente identificável um perfil repetitivo de roteiros e temáticas. O bandido exaltado como herói contra a malvada burguesia com seu conservadorismo, é o que vemos por exemplo no filme "Capitães da areia" da obra do comunista Jorge Amado, que exalta o personagem mirim, Pedro Bala, como um herói revolucionário, aliás, dentro do pensamento da esquerda banditismo e movimento revolucionário são exatamente a mesma coisa. O personagem dirige uma gangue de menores infratores que pratica sistematicamente diversos crimes, tudo sob a proteção dos orixás e do mais cínico apelo a pedofilia, no auge da obra do comunista segue uma fala que se repete na fórmula de produção literária e cinematográfica da esquerda nacional, apresentar o bandido como não tendo outra opção a não ser a criminalidade, é o que fica explícito na frase do personagem Professor que diz:

 Nois nasceu pra ser bandido!

A honestidade não é uma opção! O banditismo é a única alternativa deixada pelo legado da nação tupiniquim, portanto na fórmula se for negro e pobre só lhe resta a única via, (para o personagem) a de ser bandido pois a sociedade marginaliza, obriga como única escolha ser assim.  



Quem duvida da conexão entre glamorização do banditismo e revolução cultural (Gramscismo) não poderá deixar de notar o estranho fato do personagem principal ser filho de um "comunista" que organizava sindicatos. 

Outro filme que não deve ser esquecido é o famoso "Cidade de Deus", que já figura entre os mais caros produzidos no Brasil, onde trata da história de traficantes de drogas na favela do Rio de Janeiro que leva o nome do filme, notem que a citada fórmula se repete, onde os pobres e marginalizados são empurrados para o banditismo. Isso coloca na conta do governo, sociedade, da burguesia, "dos marcianos" o problema do consumo e venda de drogas que mata milhares todos os anos. Querem passar a ideia de que o problema do banditismo não é uma questão moral, de honestidade de escolha mas sim uma inevitável consequência. O truque é jogar a culpa na burguesia, é como diz a frase; "assumir a culpa é ser cristão, colocar a culpa nos outros é ser comunista". Por falar em frases de reflexão lembremos da sentença de Hugo von Hofmannsthal – "Nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura"  e acrescento, "no seu cinema". 



Essa é a contra-hegemonia citada nas "Cartas do cárcere" de autoria do comunista Antonio Gramsci, uma grupo que se opõe ao conservadorismo, ao cristianismo, ao que é honesto, nos textos das cartas é perceptível o estranho fascínio que Gramsci sentia pela máfia italiana e em especial ao seu grupo ético de origem, os sardos. 

É a exaltação de tudo o que é perverso e nocivo e consequentemente, por natureza, maligno e insustentável. Essa ideia distorce o senso de julgamento e incentiva a proliferação da criminalidade em todos os níveis, da corrupção em todos os níveis e culmina em uma onda de violência que se traduz em forma de roubos, assaltos, sequestros, assassinatos, consumo gritante de drogas e da elevação da prostituição de todas as formas. Alguma semelhança com o Brasil?