Mostrando postagens com marcador Psol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psol. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de maio de 2015

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 4 - O Sistema penitenciário e as penas socioeducativas.

 A conta de toda essa onda de boa vontade e suposta generosidade vai para os bolsos dos contribuintes que serão sempre vistos como a escória burguesa da sociedade enquanto eles - os políticos de esquerda - posam de super-heróis portadores de moral superior.









Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:




4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:

Somado as velhas falácias de que os bandidos são vítimas da sociedade e que todos somos responsáveis pelos crimes cometidos por terceiros vem a conversinha fiada de que o sistema prisional penitenciário não reabilita ninguém. Em seguida surgem com uma panaceia de que a solução seria a aplicação de penas socio-educativas. Ora, cada um é responsável pelos seus próprios atos e é assim que a lei é aplicada sobre indivíduos, como nos ensina Margaret Thatcher não existe essa coisa de sociedade, o que existe e sempre existirá são indivíduos e as famílias. Tudo é um grande truque, um jogo fraco de palavras pra fazer o cidadão incauto acreditar que ele é culpado pelo que ocorre de ruim ao seu redor. Mas uma vez destruída essa mentira não sobra muito pra sustentar o restante dos argumentos ostentados por partidos atrasados como o PSOL. A priore prisão não foi feita com o propósito de reabilitar, mas sim de punir. A justiça é feita quando o criminoso hoje tratado como menor de idade (hipoteticamente!) é responsabilizado pelos seus crimes com o rigor da lei - situação impossível de ocorrer dada as malignas imposições de leis que só exaltam o lumpemproletariado. 

As chamadas medidas socio-educativas e os programas propostos pelas esferas mais radicais comuno/socialistas no Brasil representadas por partidos como o PSOL visível em discursos de personagens como Marcelo Freixo são na verdade um golpe contra o contribuinte. A conta de toda essa onda de boa vontade e suposta generosidade vai para os bolsos dos contribuintes que serão sempre vistos como a escória burguesa da sociedade enquanto eles - os políticos de esquerda - posam de super-heróis portadores de moral superior. Toda a cortesia é feita com o dinheiro do cidadão honesto, mas quem levará o ônus das benevolências serão sempre os políticos comunistas. Dá pra acreditar? Mais impostos significa menos desenvolvimento, menos empregos, menos empreendedorismo. Essa é a técnica de Gramsci pra destruir o sistema econômico. 

As chamadas penas socio-educativas são uma maquiagem pra enganar os desinformados. Não é interessante perceber que pra esses esquerdistas o crime não é uma questão moral e sim uma questão de vitimização, mas a única solução que encontram é reeducar os criminosos fazendo-os interiorizar valores para servir a sociedade, ou seja, voltam a questão moral. Essa situação nos faz lembrar aquele famoso "meme" que diz que; as bíblias são proibidas nas escolas e incentivadas na cadeia, quem sabe se elas fossem incentivadas na escola não precisariamos de



terça-feira, 21 de abril de 2015

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 2 - Racismo, baixa escolaridade e luta de classes.

Então pra tornar o mundo um lugar melhor querem que todos sejam iguais, mas não iguais para cima e sim iguais para baixo. Explico; não querem um mundo onde todos tenham bens, mas querem um mundo onde todos não tenham nada. Nem bens, nem escolhas e por fim nem liberdades, exceto é claro, uma certa classe dominante poderosa e dotada de superiores virtudes, ou seja, a classe política de esquerda que gozará dos mais regalados privilégios como recompensa por construírem o novo sistema racionalizado de escravidão humana.








Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:

1) Não é justo prender os jovens e privá-los da liberdade pois esses são vítimas da sociedade.

2) A criminalidade é fruto de fatores raciais, de classe social e baixa escolaridade.

3) China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:



Racismo, baixa escolaridade e luta de classes

Na cabecinha de um esquerdinha existe uma classe dominante que subjuga uma classe inferior. Essa classe dominante todas as vezes que acorda pela manhã pensa em novas formas de oprimir a classe inferior. Pensa em como manter seus privilégios e não permitir que outros subam a escada social. Essa burguesia malvada quer a todo custo destruir e subjugar a classe inferior que gostam de chamar de trabalhadora. Para um esquerdinha quem tem mais é burguês e este burguês só tem mais porque outro tem menos. Então pra tornar o mundo um lugar melhor querem que todos sejam iguais, mas não iguais para cima e sim iguais para baixo. Explico; não querem um mundo onde todos tenham bens, mas querem um mundo onde todos não tenham nada. Nem bens, nem escolhas e por fim nem liberdades, exceto é claro, uma certa classe dominante poderosa e dotada de superiores virtudes, ou seja, a classe política de esquerda que gozará dos mais regalados privilégios como recompensa por construírem o novo sistema racionalizado de escravidão humana. E é por isso que atribuem a violência não a fatores como a destruição dos valores cristãos, a moral ou a decência individual, mas sim a uma suposta sociedade formada por pessoas malvadas. Essas pessoas malvadas são responsáveis pelos crimes que os menores cometem e por isso o crime neste ponto de vista é justificado. Parece absurdo? Mas essa é a síntese perfeita dos argumentos de pessoas deformadas pelo discurso de esquerda. Se fosse verdadeira a premissa de que o crime cometido por menores é oriundo da pobreza então todos os pobres seriam criminosos, o que não é verdade. Morar em favelas não torna ninguém criminoso se fosse todos os moradores de favelas seriam 100% criminosos, para a miséria do discurso a maioria das pessoas que moram em favelas são incrivelmente honestas e trabalhadoras. 


Mas é assim que segue o discurso, a burguesia é malvada e culpada porque não está comprometida com o bem estar da sociedade. Margaret Thatcher, a dama de ferro, nos ensina uma lição importante na sua célebre frase; "Não existe essa coisa de sociedade, o que há e sempre haverá são os indivíduos". Esta frase condensa o cerne do pensamento liberal, o princípio da responsabilidade individual e não a culpa coletiva. Nesta frase também é destruído o discurso moralista de esquerda que põe o dedo na cara do cidadão e quer responsabilizá-lo pelos crimes de terceiros. No final do pensamento empoeirado o que sobra é a bizarra solução de resolver todos os problemas do crime e da educação tirando o suado dinheiro público para destiná-lo aos chamados projetos sociais, neste processo a dita "sociedade culpada" continua culpada e os militantes portadores de moral superior posam de heróis de um mundo melhor recebendo todo o ônus pela brilhante ideia de resolver os problemas com o dinheiro alheio.


Mas não para por ai, os argumentos seguem um mantra de lutas de classe e também de questões raciais, onde pobres e negros são os alvos de extermínio no Brasil. O anuário da violência no Brasil fala do enorme número de jovens que foram mortos, a grande maioria negros e pardos, mas incrivelmente não diz quantos desses jovens morreram em decorrência de confronto com a polícia e a população, ou mesmo em decorrência de acertos de contas com o crime organizado. Esse tipo de pensamento que vem a público em forma de um documento oficial assume a máscara de dados confiáveis, o que na verdade não é. Na prática só serve pra alimentar os discursos dos grupos africanistas que já publiquei aqui. Então quando se vai debater seriamente o assunto da redução da maioridade penal os debatedores de ideologias vermelhas sempre citarão as conclusões dos dados do anuário que já foram produzidos pra servir de apoio pseudo-científico, "dados confiáveis". Somado ainda aos dois fatores citados vem a baixa escolaridade. O discurso do vitimismo assume o tom de luta de classes, racismo e questões educacionais, mas nenhum desses fatores justifica os crimes cometidos pelos meliantes. Percebe-se claramente, como já citei a cima, que assunto principal está ausente. O assunto principal é a punição dos crimes daqueles que se escondem sob a proteção da lei para cometer as mais terríveis atrocidades. 

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 1 - Criminosos como vítimas da sociedade.

Você só pode se responsabilizar pelo que faz e não pelas ações de terceiros, mas o discurso esquerdista alimentado por personagens como o sr. Marcelo Freixo e a sra. Maria do Rosário quer responsabilizar a todos pelas ações dos menores criminosos, pela péssima educação de qualidade e pelo caótico sistema carcerário.






Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:

1) Não é justo prender os jovens e privá-los da liberdade pois esses são vítimas da sociedade.

2) A criminalidade é fruto de fatores raciais, de classe social e baixa escolaridade.

3) China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:

Criminoso como vítima da sociedade

Ora, se o criminoso é vítima da sociedade e você faz parte da sociedade, então o que você é? Esse discurso é uma técnica de criação de conceito metonímico, toma-se a parte pelo todo. Todos fazem parte da sociedade, então todos são responsáveis pelo que acontece. Ora, se todos são responsáveis então ninguém é responsável. Se todos são individualmente responsáveis pelas suas ações particulares - que é justamente assim que funciona a justiça - então o conceito de responsabilidade da sociedade cai por terra com enorme estrondo. Você só pode se responsabilizar pelo que faz e não pelas ações de terceiros, mas o discurso esquerdista alimentado por personagens como o sr. Marcelo Freixo e a sra. Maria do Rosário quer responsabilizar a todos pelas ações dos menores criminosos, pela péssima educação de qualidade e pelo caótico sistema carcerário. Como ninguém tem tempo pra ficar bancando o super-herói porque tem que trabalhar, estudar, cuidar da família, etc; esses tais militantes esquerdistas assumem a glamourosa missão de tornar o mundo um lugar melhor (patético!) e no processo julgam-se portadores de moral e virtudes superiores aos reles mortais. 

Reproduzo texto da Matéria de Felipe Moura Brasil sobre o discurso de Marcelo Freixo (aqui):

De Marcelo Freixo, do PSOL, no artigo – acredite – “Prisão é um mau negócio“:
“(…) Segundo o Departamento Penitenciário Nacional, de 1990 a 2012, a quantidade de encarcerados cresceu 511%. Chegou a cerca de 550 mil no ano passado. O Brasil já tem a quarta maior população carcerária do mundo. (…)
O que a sociedade ganhou com isso? Nada. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de assassinatos saltou de 31.989, em 1990, para 52.260, em 2010. Aumento de 63%. É urgente um novo modelo penal, que priorize penas alternativas e a progressão de regime. A privação da liberdade só deve ser aplicada contra quem oferece perigo real à sociedade. Caso contrário, é um péssimo negócio para todos, a maneira mais cara de tornar as pessoas piores. (…)”
Freixo é uma espécie de Francisco Bosco com números: ele diz que a população carcerária aumentou e, para justificar que a sociedade não ganhou nada com isso, diz que o número de ASSASSINATOS aumentou também. Acontece que o Brasil “arquiva mais de 80% dos inquéritos de homicídio”, como lembrou Rachel Sheherazade em seu polêmico comentário sobre o caso dos justiceiros, e “97% dos assassinos estão soltos no Brasil”, como comentou Alexandre Garcia. Ou seja: o número de assassinatos aumenta, em primeiro lugar, por um motivo muito simples: os assassinos não estão e nem vão parar na cadeia! É preciso prender os assassinos, não soltar ou facilitar a vida dos outros criminosos, como naturalmente quer o socialista Freixo. Com toda a esquerda há décadas legitimando moralmente os crimes – e o governo do PT, parceiro do narcotráfico continental -, é evidente que o Brasil é um dos países com o maior número de criminosos no mundo. Prisão não é um mau negócio. Mau negócio é o PSOL.

A população é que é a grande vítima do maldito legado comunista contra o Brasil.


sábado, 4 de abril de 2015

O discurso do PSOL alimenta a criminalidade no Brasil! Enquanto defendem bandidos passam a criminalizar a população civil.

O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.




Quem já leu as propostas desse partido chamado PSOL já deve ter percebido que as pautas são... Como diria? Estranhas pra não dizer absurdas; legalização de todas as drogas, liberação da exploração sexual, a exaltação de determinados grupos de indivíduos acima dos cidadãos comuns e etc. Quem está familiarizado com técnicas comunistas de estabelecimento de controle social sabe que leis absurdas são mecanismos de engenharia social. Leis que favorecem o banditismo exaltando o lumpemproletariado contra a população trabalhadora e honesta fazem parte do processo de implantação de corrupção generalizada. Nesse processo transformam a prática da honestidade em uma atividade passiva de punição. 

O discurso psolista é aquele do vitimismo, de que bandido é vítima da sociedade, que é a sociedade que forma o banditismo e como se não houvesse outra saída na vida a não ser roubar, traficar, sequestrar e assassinar. Como se a opção pelo crime não passasse por questões morais, como se não houvesse discernimento entre certo e errado, como se essas tais vítimas fossem um conjunto experimental passivo de inteira manipulação de uma elite monetária  branca que cria seus próprios monstros para depois devorá-la. 

Inevitavelmente esse tipo de discurso se espalha pela nação brasileira. Hoje assisti um jornal em que o bandido dizia que estava roubando pra sustentar o filho de 3 anos de idade. Na ocasião de sua prisão ele espancou duas mulheres e as assaltou a mão armada. Quando entrevistado, a jornalista perguntou o que motivou os crimes, e ele respondeu que precisava de dinheiro pra sustentar o filho e que não queria empregos comuns e que não tinha nada de mais roubar de quem tinha porque ele, o assaltante, era uma vítima da sociedade. Perceba o leitor que o discurso do vitimismo legitima o ato criminoso, o mesmo discurso divulgado a megafones por figuras políticas públicas como Marcelo Freixo, que defende anistia para menores criminosos. Já perceberam que os problemas reais foram retirados das pautas? Como resultado as soluções reais jamais chegarão. Todas as vezes que se discute a criminalidade no Brasil o problema se desloca para a educação, para a pobreza, para uma suposta revolta endêmica e os bandidos são neste contexto resultaddo de um processo opressor. 

O crime é uma questão moral, se não fosse todas as favelas teriam 100% de criminosos. Agora, o aumento do banditismo é terrivelmente estratégico. Os partidos de esquerda promovem a todo instante a corrupção da sociedade civil em todos os níveis, o que é certo é errado e o que é errado é certo. Se há uma subida descomunal nos números da violência no Brasil é graças a estratégia orquestrada mediante leis que favorecem o banditismo - disfarçadas de direitos humanos - e discursos que fomentam, indiscutivelmente, o volume da criminalidade. O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.

Estejamos atentos!  









domingo, 8 de março de 2015

Lula ameaça colocar milícias nas ruas contra o POVO BRASILEIRO, enquanto isso Jean Wyllys finge sentir-se chocado com um exército simbólico chamado GLADIADORES DO ALTAR.

Recentemente escrevi aqui e aqui sobre o episódio em que o Dep. "psolista", Jean Wyllys, acusava a Igreja Universal de criar um exército de milícia, dizendo ele que se tratava de um grupo que futuramente estaria espalhando o terror, chegou ao extremo de comparar o grupo de jovens da referida igreja ao terrorismo islâmico - fazendo menção inclusive do grupo ISIS cujas mais recentes atividades tem sido o sequestro e a decapitação -, tal comportamento foi classificado pela própria igreja como "burrice" (e neste ponto eu concordo!), das duas uma, ou Jean Wyllys é um profundo ignorante e não sabe o que é simbolismo dentro da cultura cristã evangélica, ou é um intelectual de quinta desonesto - ou os dois casos ao mesmo tempo. 

Agora, caro leitor, lembremos das palavras do sr. Luiz Inácio - o apedeuta - que disse categoricamente que Stédile (líder do MST, que já denunciei aqui tratar-se de grupo de guerrilha desarmada) vai colocar o seu exército nas ruas contra o povo brasileiro que se manifestar contra o governo golpista do PT, uma referência ao gigantesco protesto que ocorrerá dia 15 de Março. O ex-presidente (para vergonha nacional) faz ameaça velada a nação brasileira, esquecendo-se ele que em uma democracia todo o poder emana do povo. Ele está conscientemente incitando uma guerra civil - Isso é alta traição a nação brasileira. Em ato supostamente a favor da Petrobrás - empresa fonte da "mamata" que alimentou gigantescos esquemas de corrupção - Lula ataca a imprensa, porque comunista gosta mesmo é de censura, defendeu com todas as palavras que o PT não deve ser criminalizado. É pra rir?

Em um jogo sórdido de promover o ódio entre classes - método do decálogo de Lenin - mencionou que "azelites" (que só existem na cabeça dele) não suportariam ver a ascensão social dos pobres do Brasil. Em um certo encontro do partido a filósofa, Marilene Chauí, declarou que "odeia a classe média" e que ela representa o que há de pior, de terrorista, de agressor e tuti quanti. Pois bem, é essa classe que Lula finge que está surgindo no país por conta do maravilhoso governo corrupto petista. Chauí, chegou a dizer que "quando Lula fala o mundo se ilumina" (delírios de filosofia ébria), o sr. Inácio cobriu a nação de trevas com a ameaça de uma guerra civil. Onde está o Dep. Jean Wyllys que não ficou chocado com um grupo de milícia que sai as ruas com a intenção de ferir e quem sabe até matar os civis brasileiros? Só nos resta concluir que Jean Wyllys é mesmo um grande golpista e oportunista que se vale dos seus coleguinhas de esquerda infiltrados na grande mídia pra promover desinformação e incitar o ódio anticristão. PSOL e PT estão no mesmo balaio e devem ser igualmente denunciados.

Assista o vídeo em que Lula faz ameaça velada contra a população brasileira. 




- Eu, eu quero paz e democracia! Mas se eles não querem [brasileiros indignados] nós sabemos brigar também [terroristas], sobretudo quando João Pedro Stédile colocar o exército dele [MST] do nosso lado - Lula. 







sexta-feira, 7 de março de 2014

Quem paga os manifestantes? - A indústria da militância de esquerda no Brasil

"A desonestidade e a corrupção é endêmica nos partidos de esquerda no Brasil, herdaram essa característica das táticas corruptas utilizadas pelos grupos de guerrilha urbana e rural." 





No histórico da esquerda brasileira uma trajetória de crimes e assassinatos. Era hábito para os grupos se utilizarem de prática de expropriação (assalto e roubo) de bancos, assaltos a propriedades, assassinatos e sequestros. O médico e político Enéas Carneiro uma vez disse no programa "RODA VIDA" durante entrevista para eleições; "a política no Brasil é representada pela escória da sociedade". Ele estava certo. O que existiu de pior do banditismo e da desonestidade intelectual veio desses grupos durante os anos que se seguiram da década 60 à 70. Personagens como José Dirceu e Dilma Rousseff participaram ativamente de grupos armados – cuja lista de crimes é vasta – tudo devidamente registrado em obras como o "Orvil" e "Verdade sufocada" bem como nos relatórios da polícia. O recente livro "Assassinato de reputações" de Romeu Tuma Junior, revela os esquemas da fábrica de dossiês produzidos pelo PT, deixou a “esquerdalha” em pânico [1]. O livro causou imenso constrangimento aos vermelhos, principalmente a parte em que denuncia um certo “Barba” (Lula) como um grande informante do regime militar. As velhas práticas da esquerda histérica se perpetuaram até os nossos dias e comprovadamente nos atingem com toda sorte de mentiras e corrupções e fraudes de todos os tipos.
Os herdeiros dos grupos de guerrilha comunista estão aí nas manifestações, fingindo estarem lutando por um ideal utópico enquanto estão ora recebendo dinheiro diretamente do governo via “Ongs”, ora sendo recrutados e pagos para causar distração e terrorismo social.
A fraude das manifestações, ditas sociais, no Brasil é de uma complexidade tão grande que merecia um livro que renderia facilmente muitos capítulos. A indústria das manifestações para atingir objetivos políticos estratégicos que variam desde a aprovação de leis absurdas, como "a legalização de todas as drogas", até a de manchar ou destruir reputações como amplamente denunciado pelo Ex-Secretário Nacional de Justiça Romeu Tuma Junior, tem custado muito aos cofres públicos. 
Da próxima vez que o leitor presenciar ou assistir na TV uma manifestação de uma organização politizada, pare para se fazer a perguntar; "quem paga os manifestantes?".
Vejamos trecho de matéria escrita na Folha de S. Paulo que denuncia o recrutamento e pagamento de manifestantes:

“Numa rua atras do Masp, um grupo de 80 pessoas com camisas da UGT (União Geral dos Trabalhadores), espera em fila a vez de preencher um papel. Trata-se do recibo de que ganharão R$ 70 por terem participado vestidos como militantes do ato de ontem da avenida Paulista.”. [2].




No recente caso da morte do cinegrafista da BAND, Santiago Andrade, atingido por rojão disparado pelo manifestante Caio Silva Souza, 22, o manifestante cita dois partidos em seu depoimento à polícia, PSOL e PSTU juntamente com a FIP (Frente Independente Popular), como sendo financiadores do protesto. O partido do PSOL negou financiar manifestantes. Afinal estamos em ano eleitoral e não pega bem!

Em matéria do UOU encontramos o trecho:

"No mesmo depoimento, Caio diz que já foi convidado para participar de forma remunerada dos protestos. Segundo ele, pessoas aparecem no meio da manifestação e dizem "se você tiver com dificuldade financeira de voltar na próxima manifestação, nós pagamos o dinheiro da passagem". Além do dinheiro da passagem, também seriam oferecidos lanches e quentinhas.". [3]


O advogado Jonas Tadeu Nunes que defendeu Caio Silva Souza e Fábio Raposo afirmou que os manifestantes recebem dinheiro para participar dos atos (e pelo que percebo não somente o dinheiro mas também todo um suporte jurídico caso algo desse errado, o advogado declarou que tem 3 mil clientes). Ao ser indagado quem pagava o advogado para defender os presos, ele simplesmente declarou que fazia por conta própria, ou seja, um ato de bondade para com os pobres manifestantes humildes (Piada?). Nunes teria ouvido de outros manifestantes que os protestos se intensificariam e que haveria pagamento para quem estivesse disposto a participar. Em entrevista ao GLOBONEWS o advogado informou que os “jovens pobres” recebem cerca de R$150,00 por manifestação, contavam com um serviço de ônibus que ia busca-los em áreas carentes, com a distribuição de máscaras, artefatos explosivos e “dinheiro” e ele classificou as manifestações violentas como “terrorismo social”. O defensor dos manifestantes afirmou que Elisa Quadros, que é conhecida como “sininho”, ligou para ele e declarou para o jornal “O Globo” que um dos jovens tem ligações com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL).[4]

Outros eventos de grupos “pseudo-sociais”, a grande exemplo do grupo de guerrilha rural chamado MST, são financiados com verbas públicas para promover violência gratuita. O Secretário Geral da República ministro Gilberto Carvalho – o mesmo que declarou que a batalha ideológica é contra os evangélicos – admitiu que o governo financiou evento do MST(uma feira agroecológica), evento este que terminou em violência na praça dos três poderes [5]. A manifestação promovida pelo grupo vermelho deixou cerca de 42 feridos, e a maioria não foram manifestantes, 30 policiais foram feridos sendo que 8 deles gravemente, os manifestantes usaram como armas pedras, paus e barras de ferro. O evento reuniu cerca de 15 mil manifestantes [6]. Pois é toda essa quebradeira foi financiada com dinheiro público via BNDS. Quanto custou aos cofres públicos? Foram R$ 200 mil patrocinados pela Caixa e R$ 350 mil pelo BNDS jogados na lata do lixo [7]. A jornada de lutas, como os movimento “sociais” gostam de declarar, deixou de ter um caráter metafórico e passou a ter um sentido literal. O confronto com a polícia e a legitimação do direito de vandalizar pela força está impregnado nos herdeiros do terror:

Como lê-se no texto do Portal Terra noticias, a auto justificação e síndrome do coitadísmo são as principais desculpas para instauração do terror. Com a palavra o coordenador nacional do movimento, Roberto Baggio:

 "Temos que continuar lutando, pressionando, ocupando, que é a única forma de avançar a reforma agrária no Brasil".[8]     

Não posso deixar de denunciar um grupo de ativistas barulhentos que mamam nas tetas do governo e que ao perderem sua principal fonte de recursos – A Comissão de Direitos Humanos e Minorias – fez uma gritaria histérica sem precedentes e com o total apoio incondicional da mídia esquerdista. Falo do ativismo gay no Brasil.
Em matéria divulgada pelo ativista cristão Júlio Severo, ele faz grave denuncia citando valores que saíram dos cofres públicos para as manifestações e seus ativistas. Vejamos os números. No ano de 2013, a parada do orgulho gay teve uma gorda contribuição de R$ 1,6 milhão para o evento – graças a prefeitura petista de Fernando Haddad – cerca de  R$ 280 mil também saíram da Petrobrás, Caixa Econômica Federal e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo (dinheiro de impostos). 

Esses são apenas exemplos mínimos, se o leitor pesquisar cada movimento que traz as palavras “POPULAR, SOCIAL, COMUNITÁRIO, PROGRESSISTA”, irá constatar que esses grupos possuem forte linha ideológica comunista e estão associados a partidos do governo para receberem recursos públicos, ou receberem de forma ilegal.

Como se percebe os herdeiros do comunismo dos anos 60, não precisam mais fazer assaltos a bancos, ou expropriação, sequestros como antes. Eles tem o governo que os alimenta e os patrocina para cumprirem sua parte na agenda radical.

Os partidos criminosos de esquerda precisam ser punidos, e a melhor punição é excluí-los de vez da nação.

Autor; Nemuel Muniz (Twitter)
Zootecnista

Referências

[1Livro denuncia ‘fábrica de dossiês’ no governo federal, diz revista

[2] Manifestantes ganham até R$ 70 para ir ao ato Sindical na Paulistas

[3] Partidos citados em depoimento negam financiar manifestantes

[4Manifestantes são pagos para ir a atos, diz advogado de suspeito preso


[5Gilberto Carvalho admite que governo financiou evento do MST

[6Confronto entre polícia e manifestantes do MST em Brasília deixa 42 feridos

[7BNDES patrocina evento do MST em Brasília com R$ 350 mil

[8Após jornada de protestos, integrantes do MST voltam para casa