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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Anarco Capitalismo versus anarco Socialismo.



Fazia um tempinho que eu não postava nada neste blog. Foi uma longa jornada até aqui de aprendizado e pesquisa. Comecei postando minhas indignações contra a agenda de esquerda que visam destruir a família, e logo percebi que a guerra é político-ideológica. Hoje vou escrever sobre mais uma questão que envolve política e educação.
No Brasil vemos diversas bandeiras políticas nos protestos recentes. E por que isso? Porque temos um grande espectro de posicionamentos políticos a direita e a esquerda. O Brasil acabou de se reconhecer conservador embora seja dominado por partidos de esquerda. A maioria nem sabe o que é ser de direita ou esquerda. Desde os anos 60 para cá (2017) houve intensa infiltração comuno/socialista na rede de ensino e a falsificação da história juntamente com a doutrinação esquerdista foi inevitável. Os estudantes saem do ensino médio sem saber que existe um espectro político, quais são os diferentes posicionamentos e qual a forma de governo vigente. Aprendem a tola lição mentirosa de que socialismo é o contrário de capitalismo – sim, livros do MEC ensinam isso! Mas desde que apareceram grupos no Brasil com uma orientação autoproclamada “a direita”, houve um imenso alvoroço para conhecer os outros posicionamentos políticos. Grupos como o MBL – Movimento Brasil Livre – que pregam o liberalismo em um posicionamento anarco capitalista. É de criar confusão, porque é comum vermos bandeiras do anarquismo nos protestos de esquerda. Enquanto uns se dizem anarco capitalistas outros se dizem anarco socialistas. Vejamos:
O anarquismo é uma ideologia política que se opõe a todo tipo de hierarquias e dominações que podem expressar-se nos campos políticos, econômicos, religião, sociedade, cultura etc. Ele prega uma reestruturação das relações humanas através do pensamento crítico e superação da ordem social. Em resumo, anarquismo significa ausência de governo.
Baseado no princípio da ausência de governo – que por sinal tem uma longa história – surgem duas vertentes. O anarco socialismo e o anarco capitalismo. O anarco socialismo tem em comum com o capitalista apenas a ausência de governo, pois ele é a favor da abolição não apenas do estado, mas do livre mercado, do dinheiro e da propriedade privada. Acreditam no coletivismo e a nas relações de solidariedade e partilhamento de bens – podemos definir em poucas palavras que é uma forma de socialismo sem a presença do estado. No entanto para que seja possível é necessário que os indivíduos desistam da sua individualidade para força-la ao interesse da coletividade. O anarco socialismo é um posicionamento a esquerda. Curiosamente essa forma política foi praticamente exterminada pelos comunistas, pois a esquerda tem a mania de exterminar os oponentes ideológicos.
O anarco capitalismo, apesar do nome, não se identifica com a forma tradicional de anarquismo, exceto pela pregação da ausência de governo. Tem mais haver com uma releitura do liberalismo clássico que prega a limitação do estado em poderes e funções. No conceito de estado limitado (liberalismo clássico) o governo só tem três funções e nada mais, que são elas; segurança, justiça e infraestrutura pública. Para os ancaps, a ausência do estado é substituída pelas relações de interesse privado, o imposto é abolido com a ausência de manutenção do estado e os direitos naturais são adotados a partir do principio da não agressão ao outro. O anarco capitalista acredita no livre mercado e nas livres associações sem interferência.

Agora pra deixar essa discussão mais curta vou pontuar um conceito interessante para dividir o espectro sem ter que apelar para o quadrado de Nolan. A definição é a seguinte; quanto mais estado menos direitos individuais e mais a esquerda você estará; quanto menos estado, mais direitos individuais e mais a direita do espectro você estará.  Finalmente o anarco capitalista prega a livre associação pelo voluntarismo e o anarco socialismo prega a coletividade forçada, ou seja, seus direitos serão colocados de lado em nome da coletividade. Voluntarismo versus Coletivismo forçado. 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O partido NOVO já começa com o Pé Esquerdo. Ou, partido que se autodefine como liberal adota postura socialista.





A pouco celebrou-se o nascimento do "Partido Novo" que se autodefine como liberal. O TSE aprovou o registro do partido dia 15 de setembro. A legenda que foi fundada por empresários, médicos e advogados fez o Brasil bater a marca de 33 partidos registrados. De forma geral a instituição prega as políticas baseadas nos ideias do liberalismo tais como:

1 - Estado limitado.

Esta medida vem em oposição ao conceito de estado controlador e intervencionista imposto através de leis autoritárias pelas esquerdas. Desde a criação do Foro de São Paulo em 1990 uma série de leis abusivas são criadas para inflar a máquina estatal e disseminar o controle do governo comuno/socialista sobre os cidadãos. O conceito de estado limitado vai na contramão do socialismo e prega a devolução das liberdades individuais aos cidadãos para que estes decidam como querem viver.

2 - Redução da carga tributária.

Antônio Gramsci criou uma estratégia para impedir o desenvolvimento econômico, ele propôs o aumento sistemático de impostos a medida que a economia fosse crescendo. Como já sabemos, o Brasil possui uma das mais altas concentrações de impostos do mundo. E para completar o governo petista, que nos envergonha dia após dia, humilha a população com impostos cada vez mais crescentes. Somada a essa aberração administrativa está a indústria das multas que incham ainda mais os cofres públicos.

3 - Preservação das liberdades individuais.

Esta é outra demanda da população brasileira. Existe um clamor crescente por liberdades em todas as esferas, principalmente naquelas em que o governo estatista - que aí está - já colocou as garras. Hoje, por exemplo, está aí o vigor do clamor popular pelo direito a posse de armas. Durante a era lulista houve um plebiscito para que os brasileiros escolhessem se queriam ou não o direito da posse de armas de fogo. Como resultado a população optou pela posse, o governo petista logo usou uma manobra sórdida contra a população impondo na caneta, e contra a vontade dos brasileiros, o estatuto do desarmamento. Dentro do conceito de liberdades individuais o direito a posse enquadra-se dentro de um princípio liberal.

4 - Propriedade privada.

No Brasil, como já sabemos, o direito a propriedade privada é constantemente violado por grupos de esquerda marionetados pelo governo. Grupos como o MST, por exemplo, possui uma forte militância apoiada pelo governo, a estes reconhecidamente a lei não se aplica. É com diz a velha frase; aos amigos tudo e aos inimigos a lei.

5 - Contra o carreirismo político.


Os chamados políticos profissionais que se eternizam dentro do governo e são eles os maiores impedimentos para o crescimento nacional. Estão ali por eles mesmos e seus esquemas de vantagens e não pelo povo e o sistema representativo.


Em suma o "partido Novo" nasceu para suprir uma demanda da sociedade brasileira. O que nos desagrada é somente o fato de este partido já começar com o "pé esquerdo" adotando medidas socialistas. Na verdade se enquadrando mais como postura de centro esquerda e não uma postura reconhecidamente liberal. O partido usa essa estratégia para ganhar a simpatia daqueles que ainda estão vinculados as enganosas políticas populistas com o seus sistemas de bolsa e outros assistencialismos. Vejamos o que o presidente comentou sobre o bolsa família em entrevista, volto em seguida;

JOÃO AMOEDO: A gente não defende o Bolsa Família. Eu diria o seguinte, o Bolsa Família como uma medida emergencial – e pela lógica que ele atende, que é você dar recursos ao necessitado e não dar o serviço – é um sistema interessante. Agora, duas coisas que nos incomodam no Bolsa Família. A primeira, que acaba sendo derivada da outra, é o seguinte: ele não tem, claramente, uma porta de saída, e se comemora quando há um aumento da quantidade de pessoas que o utilizam. A gente enxerga o Bolsa Família como um remédio que não cura a doença, ele apenas tira a dor. Então é um negócio necessário por um período, mas você deveria trabalhar para combater a doença em si. Se ele fosse usado desta forma, ele é interessante. Agora, como ele é feito hoje – de modo que ele fica quase sendo uma coisa que você quer perpetuar e aumentar – não faz sentido. Principalmente dentro daqueles princípios que a gente falou. O indivíduo é o agente de mudanças. Não dá pra deixar as pessoas dependentes do Estado.

Vamos as considerações. O partido se posiciona em parte a favor da política esquerdista do bolsa família por razões óbvias. A primeira é pra evitar o linchamento moral por parte das mídias esquerdistas, a segundo para angariar possíveis seguidores de um partido que adota políticas socialistas, ou melhor dizendo, políticas populistas. Só um fato a se considerar, aqueles que já estão amarrados as políticas populistas já estão muito bem amarrados e não será com esse tipo de posturas que conseguirão novos votos. É mais fácil um político como o Dep. Jair Bolsonaro conseguir conquistar uma camada da sociedade que demanda pelo fim das enganosas políticas comuno/socialistas do que o "partido Novo" que adota o discurso de proximidade com o socialismo. Neste ponto da questão o partido ainda evita ser rotulado de "direita". A mensagem liberal precisa ser clara e o combate tem que ser aberto. Estamos em tempos de guerra cultural e principalmente de guerra política e o partido já começou, digamos, com o "pé esquerdo". 


terça-feira, 31 de março de 2015

A Teologia da Missão Integral é o braço religioso do Foro de São Paulo pra enganar os evangélicos no Brasil.

A Teologia da Libertação é o braço religioso do Foro de São Paulo na América Latina. A Teologia dos comunista possui também uma versão evangélica que está ganhando espaço, é a chamada Teologia da Missão Integral, ou integralista.




Lula declarou que o seu êxito na corrida presidencial foi graças a chamada Teologia da Libertação que possui ícones como Frei Betto e Leonard Boff. Estes homens traduziram o cristianismo para os moldes comunistas criando uma versão de evangelho católico chamado de Teologia da Libertação. Gramsci já ensinava que para se criar uma contra-hegemonia era necessário subverter o patriarcado, a família e o cristianismo. Esses falsos religiosos encabeçaram a missão de criar um evangelho materialista que aponta para a construção de um mundo melhor. Ora, qualquer esperança em um mundo melhor é por natureza diabólica e sela a implantação das cores do anti-cristo. Na prática o comunismo cresce enquanto promove o caos, a pobreza, a escassez, miséria em todos os níveis, a deseducação e a destruição dos valores morais cristãos. E é exatamente no último ponto dessa lista negra que entra a famigerada Teologia, ela tem como principal objetivo distorcer os valores morais cristãos que são barreiras pra implantação do comunismo com uma dialética enfeitada de suposta bondade, encorporando o discurso do oprimido e disparando toda a sua falsa moral contra os valores cristãos consagrados pelas escrituras sagradas. 

É comum vermos os tais praticantes da Teologia ideológica apoiarem o aborto, a descriminalização das drogas, apoiando a expropriação de terras (sob o eufemismo, reforma agrária!), pregando a pobreza enquanto se regalam na riqueza e acusando toda e qualquer manifestação que se oponha as pautas esquerdistas. A Teologia da Libertação é o braço religioso do Foro de São Paulo na América Latina. A Teologia dos comunista possui também uma versão evangélica que está ganhando espaço, é a chamada Teologia da Missão Integral, ou integralista. No ano de 2007 tive um contato com um grupo e na época achei o máximo, mas era justamente o que tinha nas entrelinhas que mais tarde me despertou pra abandoná-la. A teologia progressista, é a mesma que prega que o evangelho não tem o amor enquanto dispara todo o ódio comunista contra cristãos. São os mesmo que acusam os pastores jogando com exteriótipos preconceituosos dissipados via mídia e outros setores, mas ao mesmo tempo são os maiores promotores das agendas  de esquerda, apoiadores de ditaduras e de genocidas no poder. 

Creio que hoje o maior denunciador dessa heresia é o blogueiro Júlio Severo. Transcrevo trecho de uma postagem publicada no Gospel Prime:

Teólogos de igrejas protestantes históricas têm falado e se comportado como se o Evangelho hoje tivesse falta de uma integralidade que supostamente Jesus e seus apóstolos conheciam, mas nós hoje desconhecemos. Por integralidade eles entendem apenas aspectos materiais de caridade, como comida, bebida, roupas, etc.
Sua pregação sobre integralidade, manifesta em sua Teologia da Missão Integral, faz parecer que Jesus passava metade do tempo pregando o Evangelho e a outra metade fazendo caridade material. Faz parecer que sem essa caridade, o Evangelho não é integral e que toda pregação do Evangelho tem de vir obrigatoriamente acompanhada de caridade material.
Se tais teólogos modernos de fato estivessem tentando resgatar algo que a Igreja original de Jesus tinha e a Igreja de hoje não tem, a motivação seria justa. Se Jesus e seus apóstolos passavam o tempo pregando e fazendo caridade material, seria justo imitarmos.
Entretanto, a caridade material não acompanhava o Evangelho original. A caridade vinha depois do Evangelho e discipulado, conforme a necessidade e sob condições muito rígidas. O que vinha sempre acompanhando o Evangelho era a misericórdia de Jesus pelos pobres, e essa misericórdia era plenamente manifestada no modo como ele passava seu tempo inteiro com os pobres: pregando o Evangelho, curando os enfermos, expulsando demônios, etc
É exatamente neste ponto da discussão que percebemos que o evangelho pregado pela TMI assume características de governo comunista. Hoje li uma postagem que falava que as igrejas tinham que promover justiça social. Dentro da linguagem comunista, Justiça Social é uma expressão eufêmica para designar expropriação de terras, de casa, de bens e etc. A Justiça Social pregada pelo comunismo é retirar por viés obrigatório por imposição do governo (cobrança de altos impostos). Isso não é evangelho! Isso é golpe! Estes mesmos pastores que assumem esse discurso da TMI costumam reforçar os preconceitos, os rancores e jogam com caricatura do evangélico pra obter uma suposta superioridade moral. 
Julho S. segue na sua argumentação em um ponto crucial em que a TMI jamais conseguirá alcançar com seu evangelho materialista:
Essa caridade espiritual, conforme praticada por Jesus, estava acima da caridade material e recebia, em sua ministração terrena, tempo quase que igual ao tempo da pregação do Evangelho. Daí, pelo exemplo de Jesus, o que faz parte integral do Evangelho é sua proclamação e a caridade espiritual, que sempre envolve curas e expulsão de demônios. Proclamação e caridade espiritual andam juntas. Essa é a verdadeira integralidade do Evangelho. Qualquer outra forma, diferente do que Jesus fazia e ensinava, é outro evangelho.
Esse falso evangelho (TMI) que se mostra na tentativa de usurpar os preceitos de Cristo entretanto retirando as suas características de poder divino que é a maior prova da autenticidade do verdadeiro evangelho, geralmente usa o discurso fabricado a partir de uma tática de desinformação chamada de "falsificação da linguagem". Na prática usam um vocabulário reduzido pra fechar sentenças sem uma maior reflexão. Palavras tais como; discriminação, preconceito, homofobia, racismo e etc... Palavras comumente utilizadas pelos arautos de imposição de ditaduras na América Latina e são incorporadas pela maior heresia no seio evangélico dos últimos tempos. Geralmente falam que as atuais igrejas não tem amor. Mas nesse caso o amor é a negação do bem divino transformador pelo viés da experimentação espiritual, e a aceitação do mal como princípio de bondade. Assim para que você tenha amor é necessário aceitar o pecador com todos os seus pecados. É o velho discurso "que atire a primeira pedra quem nunca pecou"", entretanto negam a regra do contexto onde Cristo ao final do diálogo diz; "vá e não peques mais!".
Cristo deixou muito claro que o seu reino não é comida e nem bebida. E nos ensina a confiar em Deus para que ele provenha pela fé as nossas necessidades. Em certa passagem Jesus ensina; “Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.” (Mateus 10:8 ACF)
O principal foco do evangelho é sim a manifestação de poder para a anunciação da salvação, mas os teólogos insensatos da TMI insistem que é a prática da suposta caridade. Chegam ao extremo de dizer que o amor que a bíblia fala no novo testamento não é o sentimento mas sim a prática da caridade. Ora, digo somente que tudo que se aplica a fé também se aplica ao amor. Se fé sem obras é morta, obras sem fé também é morta, igualmente o sentimento do amor. Mas algo deve ser observado, o sentimento precede a ação, isso é comprovado no versículo "áureo" da bíblia; porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna.  Como observamos no versículo o amor precede a ação. Lembando que esse "amor" é gerado pelo Santo Espírito conforme a carta aos Gálatas, capítulo 5
Deixo um versículo pra meditação por hora aos leitores:
Tende muito cuidado para que ninguém vos escravize a vãs e enganosas filosofias, que se baseiam nas tradições humanas e na falsa religiosidade deste mundo, e não em Cristo. (Colossenses 2. 8)

domingo, 8 de março de 2015

O primeiro revolucionário - a história do Querubim Ungido. Uma perspectiva teológica (Parte 1)






O Eterno, o Criador de todas as coisas, pela força de seu poder com simples palavras trouxe a existência todas as coisas. E nas suas palavras maestrais disse: 

- Existam os céus e multidões de exércitos celestiais! 

Imediatamente surgiram grandes multidões de seres luminosos distribuídos em escalas de poder. Criou os quatro magníficos seres viventes, seres tão poderosos que só poderiam estar ao redor do trono do Todo Poderoso. Criou os serafins, seres cuja palavra significa ardentes como brasas que voavam ao redor do trono, cada um tendo seis asas. E criou também outros seres perfeitos em sabedoria, formosura e poder - estes eram os querubins.  
Foi criado um certo querubim chamado "querubim ungido da guarda" - o filho da alva, aquele que leva a luz -, cuja missão era guardar o Éden. No dia em que foi criado, criou-se também os instrumentos de música e ele andava sobre as pedras preciosas afogueadas. O ungido querubim era magnífico, poderoso e sábio, mas um dia ele pôs no seu coração:

- Subirei até as altas estrelas de Deus, onde elevarei o meu trono e serei semelhante ao altíssimo! - disse Lúcifer. 

Com sua persuasão e poder de sedução conseguiu corromper a terça parte dos anjos do céu, logo formou um exército de rebeldes cuja aspiração era derrotar o Altíssimo. A revolução das trevas começou, os poderes dos céus foram abalados, e as potestades revelaram toda sua fúria. Talvez, só talvez, neste momento exato tenha sido criado outro grande querubim poderoso em batalha cujo nome significa "quem é como o Senhor?", seu nome era Miguel. O arcanjo liderando os exércitos do Eterno, expulsam os revolucionários das trevas, estes são precitados nas mais densas trevas, para lá do reino dos mortos. Sua antiga sabedoria transformou-se na mais maligna perversidade, sua fúria de destruição agora determina sua tríplice missão; roubar, matar e destruir. O belo ser agora se torna a mais abominável de todas as criaturas. 

O seu nome não é mais Lúcifer (Luz e fé), agora seu nome é Diabo (enganador) e Satanás (adversário). Satan se tornou o pai da mentira, o deformador de todas as criaturas. Tudo que ele toca é corrompido em todas as esferas, porque se alimenta da corrupção. 

Recluso com seu exercito vermelho nos portais inferiores, no reino do abismo, ele é coberto por vermes, perdeu o esplendor de sua glória e é limitado aos poderes inferiores. Seu grande propósitos é dominar todos os seres criados sejam anjos ou sejam aqueles que foram feitos menores que os anjos - os filhos de Adão. Atraído pela sede de corromper os seres feitos tão ingênuos e desprovidos de poder pensa consigo:

- Vou colocar a semente da revolta e da rebelião dentro de seus corações, basta uma mentira que se bem repetida logo soará como verdade. 

Então sorrateiramente rastejou a espreita de um ser com aspecto suave feito a imagem e semelhança do Eterno, calculou sistematicamente uma forma de corromper a criatura tão pura e desprovida de conhecimentos. Deslisou em forma de serpente por entre os galhos da árvore proibida, cujo fruto teria o poder de abrir os olhos do conhecimento do bem e do mal. Adão, o primeiro dos homens, sabia da sua responsabilidade sacerdotal de obediência ao criador, compreendia que não poderia comer do fruto da árvore para que não morresse - muito embora naquele mesmo jardim estivesse plantada uma segunda árvore cujo fruto conferia a imortalidade. O pai da rebeldia quis no fundo de seu coração maligno corromper as doces criaturas que traziam em si mesmos o espírito gerado no próprio Eterno. Para tanto usou do seu poder de sedução (e por isso chamado de sedutor) para convencer a primeira mulher, por engôdos e mentiras, a comer da única fruta proibida e desprezar aquela que poderia lhe conferir o dom da eternidade. Disse a serpente a mulher:

- Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal - disse a antiga serpente destilando malícia.

Assim o anjo caído, enganou os seres feitos menores que os anjos, para que estes em seguida comendo da árvore da vida fossem eternamente corrompidos tais como a imagem dele. O pai da mentira conseguiu parte do seu intuito lançando inimizade entre Deus e os homens, isto lhe conferiu o poder da morte e do inferno. Mas sobre a sua abominação agora pesa uma terrível maldição, a serpente maldita dentre todos os animais rastejará sobre seu próprio ventre e se alimentará de pó. A revolução do anjo caído consiste em destruir tudo que é glória do Altíssimo, isso incluindo o homem (coroa da criação). O homem feito do pó da terra e em parte natureza terrena e em parte natureza espiritual, veio do pó, e é desse pó (obras da carne) que a antiga serpente tem se alimentado. 

A grande mentira do Diabo foi incutir na mente dos homens que ele não existe, enquanto desenvolve a sua revolução corruptora, desmoralizadora, pra construir um mundo melhor (a sua imagem) e destruir tudo aquilo que se chama Deus. Mas em meio a essa grande tragédia uma promessa do Eterno às frágeis criaturas humanas, "da semente da mulher nascerá um que esmagará a cabeça da serpente"!
  












domingo, 1 de março de 2015

Tortura nunca mais sai em defesa dos empreiteiros presos na operação Lava-Jato. É a síndrome "Maria do Rosário" em defesa dos crimes de "Colarinho Branco".

"o comunismo sempre se utilizou do banditismo pra realizar seus objetivos", mas a síndrome "Maria do Rosário" até então era apenas pro lumpemproletariado, mas agora, mais recentemente voltou o discurso protetor de criminosos pros "crimes de colarinho branco"






Se tem uma coisa que comunista sabe fazer bem - e como diria o apresentador Raul Gil, "eu tiro meu chapéu" - é se fazer de vítima mesmo quando todas as provas apontam pra uma condenação certa. O comunismo brasileiro então elevou isso a interpretações e textos dramáticos dignos do "óscar". Encontrei essa matéria no Brasil 247, por indicação dos indignados com os desmandos petistas, uma longa lamuria pra defender os "pobres" - não os oprimidos proletariados, mas os empresários presos na operação lava-jato - empreiteiros. O texto é baseado em depoimento de Waldomiro Baptista, presidente do grupo Tortura Nunca Mais em Goiás. Ele se declara um ex-preso político. Para Waldomiro a situação dos empresários amigos do PT é equivalente as supostas torturas cometidas no período de contra-revolução militar. Só pra esclarecer, presos políticos são indivíduos lançados ao cárcere por fazerem oposição ao governo, pessoas como Leopoldo Lopes que está preso por fazer oposição a ditadura bolivariana de Nicolás Maduro - amigo de Dilma e Lula, companheiro do Foro de São Paulo. No caso dos comunistas presos durante a ditadura, eram bandidos da pior espécie, assaltantes de bancos, assassinos, plantadores de bombas, ladrões de caminhão de carne (ex-marido de Dilma), sequestradores, enfim o melhor termo para descrevê-los é "terroristas". Mas não é assim que gostam de ser lembrados, gostam de se autoproclamar heróis cheios de virtudes e que lutavam por democracia. Tudo mentira! Lutavam pela implantação da ditadura do proletariado. E é assim usando a tática de desinformação "frase transportadora de mitos" que vão construindo uma linha fantasiosa comparando os supostos torturados aos criminosos presos. Isso me lembra uma frase de Olavo de Carvalho que dizia que "o comunismo sempre se utilizou do banditismo pra realizar seus objetivos", mas a síndrome "Maria do Rosário" até então era apenas pro lumpemproletariado, mas agora, mais recentemente voltou o discurso protetor de criminosos pros "crimes de colarinho branco" - frase muito comum nos anos 90 pra descrever crimes cometidos por ricos -, principalmente quando estes ricos podem delatar os mentores intelectuais dos esquemas, nomes que todos nós já conhecemos.

O senhor Waldomiro Baptista, sentiu indignação (ora vejam só!) pelos pobres "ricos" enjaulados e classificou a situação em que estavam de tortura. Como se não bastasse, ousou comparar o juiz Sérgio Moro - que está fazendo um ótimo trabalho por sinal - a um mítico torturador do período militar. Venhamos e convenhamos, é muita cara de pau! Como se não bastasse a Comissão de Direitos Humanos da OAB - que como sabemos, já está aparelhada e a serviço do PT a muito tempo -, a Comissão da Verdade (que está mais pra comissão da mentira) e o advogado, Wadih Damous (ex-presidente da OAB-Rio) também criticaram a condução da investigação pelo juiz Sérgio Moro. Vamos ser honestos, toda essa "gritaria" é pra garantir a morosidade do processo, descredibilizar o juiz a quem foi depositada fé pública e este caso em particular - tema da operação Lava-jato - é até o presente momento, o maior caso de corrupção e desvio de dinheiro público que se tem notícia (até que venha o próximo, pois do PT tudo se pode esperar!). 

Digo parabéns ao juiz, que continue fazendo seu trabalho sem se importar com a "patacuada" armada pelo PT, dessa eles não escapam, podem fazer a bruxaria que quiserem. Se Sérgio Moro continuar firme as mentes criminosas do partido também cairão (Dilma e Lula). 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Começo de Janeiro e muitas tristes informações.


I
Dilma Rousseff consolida a fraude das eleições com a cerimônia de posse, que diga-se de passagem, tinha uma meia dúzia de gatos pingados de militantes - talvez o corte de gastos tenha atingido a militância paga -, de qualquer forma ela estava lá fazendo o que faz de melhor desde a época das guerrilhas terroristas do Brasil da década de 60, fingindo que tudo que faz é pelo bem da democracia. Entre holofotes e câmeras dispara aquele velho discurso moralista, dizendo que agora a meta de seu governo será encarnar a frase "Brasil, pátria educadora", será um grande desafio principalmente pela escolha de Cid Gomes como Ministro da Educação que já sinalizou que quer mudar os currículos escolares. Depois da pérola que é está frase de ares tão pedagógicos vem o discurso de que vai "investigar" e "punir" a corrupção, ela só esqueceu de dizer que a corrupção generalizada no Brasil é marca registrada do Partido dos Trabalhadores que não trabalham.

II
O ano começa com notícias apocalípticas para a economia, o que todos já sabiam se consolida neste ano, e mais uma vez as promessas de Dilma se revelam tremendas mentiras. A inflação supera assustadoramente a meta, há um aumento de juros, impostos, a gasolina é comprada por preço bem mais caro do que é vendida para o exterior, a luz elétrica também subiu e junto com ela o número de miseráveis. A educação tem péssimos números e o Brasil fica mais uma vez bem atras no ranking, o escândalo do petrolão continua a todo vapor - mesmo com a tentativa patética de usar o caso "Bolsonaro" como cortina de fumaça. 

III
O projeto de censura da mídia está em andamento, o PT continua obstinado em impedir que o eleitorado, a justiça, a oposição e polícia descubram suas falcatruas. Dilma quer criar uma "agência reguladora" da mídia, ora, o simples fato de se criar um órgão com esse nome já faz propagar pelo ar o cheiro da mais descarada ditadura em processo, foi exatamente por isso que ela chamou para ocupar o ministério das comunicações Ricardo Berzoini - um dos grandes defensores dos mensaleiros -, cada vez mais o Brasil vai sendo pintado com cores do famigerado projeto do Foro de São Paulo que visa transformar toda América Latina em uma imensa pátria comunista cujo nome é Pátria Grande. Contra esta censura 6 partidos prometeram votar contra são eles PMDB, PSDB, DEM, PTB, PPS e PSB. 










sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Infiltração militar no Brasil, ameaça a soberania nacional! É crime de alta traição.

"Uma estranho infiltração militar tem invadido o pais aos olhos de todos. Com as ameaças de impeachment de Dilma Roussef e Lula correndo o risco de ir parar na cadeia devido as declaração estarrecedoras de Alberto Yussef, não se pode deixar de cogitar a possibilidade de outra tentativa histórica de golpe ditatorial comunista". 






Uma estranho infiltração militar tem invadido o pais aos olhos de todos. Com as ameaças de impeachment de Dilma Roussef e Lula correndo o risco de ir parar na cadeia devido as declaração estarrecedoras de Alberto Yussef, não se pode deixar de cogitar a possibilidade de outra tentativa histórica de golpe ditatorial comunista. Não é segredo pra ninguém, desde que a internet democratizou - de verdade - as informações, que o Foro de São Paulo, instituição ligada a grupos terroristas, vem orquestrando uma série de investidas na implementação do projeto Pátria Grande (inspirado no sonho de Simon Bolivar). A princípio o golpe no Brasil vinha sendo aplicado unicamente pelo viés político, mas nesta fase de ruptura da constituição brasileira acredito que também estejam dispostos a partir para um ataque ofensivo com armas de fogo. A algum tempo é notória a chegada dissimulada de militares estrangeiros na nação brasileira como foi o caso do "Cavalo de Troia" chamado "Mais Médicos". Vejamos trecho do Diário do Poder:

Militares cubanos:

Informe reservado “Mensagem Direta de Inteligência” (MDI) ao ministro Celso Amorim (Defesa) atestou que a ditadura cubana infiltrou militares no programa Mais Médicos. A descoberta foi da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, que recebe gente do Mais Médicos. Ouvido, um suspeito confessou ser capitão do Exército cubano, e que não está sozinho. Amorim nada fez.

A infiltração de militares no Mais Médicos repercutiu na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convocar Amorim a se explicar.

Bolsonaro avisa que não adianta Celso Amorim negar a existência do informe reservado que lhe foi enviado: ele obteve cópia do documento. 

Confira o vídeo de denúncia de Jari Bolsornaro:


Farc

Uma matéria do G1 de 2008 já acusava a infiltração das Farc no território nacional com o apoio do PT. Confira trecho:

A mesma reportagem diz que "a expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos governos de Venezuela e Equador, mas também comprometeu importantes dirigentes, políticos e altos membros do PT".

A "Cambio" cita o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, a deputada distrital Erika Kokay (PT) e o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Também são mencionados nesses e-mails o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o assessor presidencial Selvino Heck. (fonte)

Infiltrados da Venezuela

O grupo foi enviado pelo ditador Nicolás Maduro ao Brasil para negociar com o MST. Lembramos ao leitor que o MST foi uma das forças exaltadas por Raúl Reyes (na época lider das Farc) durante entrevista a Folha de São Paulo antes de ser abatido por operações militares anti-terroristas. 

Leia trecho do site Revolta Brasil: 

“No âmbito da visita ao Brasil do vice-presidente de Desenvolvimento de Socialismo Territorial, Elias Jaua, foram assinados uma série de acordos na terça-feira, nas áreas de treinamento e desenvolvimento de comunidade, entre a produtividade do governo bolivariano e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Terra do Brasil (MST), em Guararema, estado de São Paulo.
O Ministro de Comunidades e Movimentos Sociais disse que os acordos visam aumentar a capacidade de compartilhamento de experiências de formação “para fortalecer o que é essencial para uma revolução socialista, o que é treinamento, conscientização e organização do povo para defender o que foi alcançado e avançar na construção de uma sociedade socialista “. (fonte)

Esses atos são crime de alta traição a nação brasileira. Estão armando uma arapuca gigantesca para golpearem o Brasil com o assombro do bolivarianismo autoritário com toda sorte de terror típicas de qualquer ditadura comunista. Isso é crime de "lesa pátria".

Por fim deixo o vídeo em que o herdeiro político de Hugo Chaves exalta a reeleição forjada de Dilma Roussef como sendo uma conquista do Foro de São Paulo e parte do processo de implantação da Pátria Grande. No vídeo nota-se um militar brasileiro entre os assentos ouvindo o discurso ditatorial. 



Vamos ficar atentos, o Brasil já sendo silenciosamente invadido. 



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

40 Razões para não votar em Marina Silva

ESCRITO POR BLOG 40 RAZÕES | 18 SETEMBRO 2014 
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

1 - É e sempre foi socialista.
2 - Foi criada no PT.
3 - Antes de se filiar ao PT Marina era integrante do PRC (Partido Revolucionário Comunista), uma organização política clandestina, de orientação marxista, mais extremista do que o PT.
4 - Foi fundadora da CUT no Acre.
5- Foi ministra de Lula e conivente com diversos desmandos do PT.
6 - Marina fala muito sobre ética, mas estava no PT durante o Mensalão (2005 e 2006) e permaneceu no PT mesmo após o estouro do escândalo na mídia.
7 - Só saiu do PT em 2009, por interesses próprios, i.e., para concorrer à presidência pelo PV em 2010.
8 - Seu partido, o PSB, cuja sigla significa Partido Socialista Brasileiro, é de extrema esquerda.
9 - O PSB é membro ativo do FORO DE SÃO PAULO, a maior desgraça presente na América Latina, depois do regime cubano, e que deseja transformar essa América num “paraíso” socialista.
10 - O PSB historicamente foi aliado do PT, desde a década de 1980 e só “deixou” a base aliada do governo Dilma em setembro de 2013. Dando indícios de “estratégia das tesouras” com o PT para tentar diminuir os votos do PSDB.
11 - O PSB também tem condenados no Mensalão. O deputado Romeu Queiroz (PSB – MG) é um exemplo disso.
12 - Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir o ABORTO.
13 - Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir a legalização da maconha.
14 - Marina posa de ecologista, mas não passa de uma ECOTERRORISTA, um dos habitats naturais das viúvas do Comunismo Clássico falido, que não passa de ideologia marxista travestida de “Defesa do Meio Ambiente”.
15 - Marina apoia ONGs ecoterroristas como o Greenpeace, que incute pânico nos leigos, com profecias catastróficas, apenas para forçar mais concentração de poder e recursos nas mãos do Estado e destruir o estilo de vida vigente, ou seja, o sistema capitalista.
16 - Seu marido, Fábio Vaz de Lima, continuou como secretário da SEDENS do Acre (Estado há 16 anos nas mãos do PT) mesmo após o início da campanha eleitoral. E só pediu exoneração do cargo em 19/08/2014.
17 - Não conseguiu gente suficiente para criar o “seu” partido e agora quer administrar o Brasil?
18 - Se diz defensora dos mais pobres, mas sua campanha é coordenada por uma das herdeiras do Banco Itaú, maior banco privado do país, e com uma dívida em impostos federais da ordem de 18 BILHÕES DE REAIS.
19 -  O eleitores típicos de Marina Silva são, em sua maioria, o jovens idealistas ou o membros da elite que flerta com a esquerda “festiva”, também conhecida como esquerda “caviar”.
20 - Marina Silva é a personificação da esquerda “caviar”. Prega vida simples e sustentável aos outros, mas costuma voar em luxuosos (e poluentesjatinhos de milhões de dólares.
21 - Enquanto ministra de Lula atravancou o desenvolvimento do agronegócio.
22 - Seu marido está envolvido no caso Usimar, que envolve 40 pessoas em suposto desvio de R$ 44,2 milhões da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia para a construção, em São Luís, no Maranhão, de uma fábrica de autopeças que nunca saiu do papel.
23 - Marina posa de super ambientalista, mas seu marido (de novo!) está sendo investigado sobre envolvimento em um desvio milionário de madeira clandestina.
24 - Se diz cristã evangélica, mas é adepta da Teologia da Libertação, que de Evangelho não tem nada. Não passa de um sincretismo tosco entre Bíblia e marxismo.
25 - É pupila de Leonardo Boff, um dos expoentes da Teologia da Libertação, que dentre tantos disparates (além de tentar conciliar Cristianismo e Marxismo, acusa Israel de usar “métodos nazistas contra os palestinos”).
26 - O vice de Marina, Beto Albuquerque (PSB), que também se diz cristão é a favor do casamento gay.
27 - Marina se diz ambientalista, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve as duas últimas campanhas financiada por dois gigantes do agronegócio (Celulose Rio-grandense e a Klabin). No Congresso, ele defendeu leis que atendiam a interesses do segmento, a que Marina e outros ambientalistas tanto criticam.
28 - Marina se diz a favor do desarmamento, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve campanha financiada pela Taurus (uma das maiores fabricantes de armas do Brasil).
29 - Marina Silva defendeu o MARCO CIVIL DA INTERNET, que trouxe a censura à rede.
30 - Marina Silva é a favor do Decreto 8.243, o decreto bolivariano que Dilma e o PT querem fazer vigorar a todo custo e aparelhar ainda mais o Estado com pelegos do MST, MTST, CUT, Movimento Passe Livre e afins.
31 - Marina Silva apoia os bandidos do MST, que na base da violência tem como único objetivo abolir a propriedade privada rural, chamando isso de “reforma agrária”.
32 - O MST apoia a campanha de Marina Silva.
33 - Marina Silva é amada pelos ecobobos globalistas, que pregam que a “Velha Ordem Mundial” de soberania das nações é um modelo ultrapassado que deve ser substituído por um governo global, acima das nações.
34 - O “desenvolvimento sustentável” que Marina defende se trata, grosso modo, de aplicar leis supranacionais cujo conteúdo é ditado por aquilo que a ONU pensa ser melhor para o mundo. O que não passa na realidade de afrontas à soberania nacional.
35 - Marina Silva, sempre apoiou o governo de Tião Viana (PT – Acre), o mesmo envolvido em inúmeros escândalos e, mais recentemente, na “desova” em São Paulo dos refugiados haitianos que estavam no Acre.
36 - Coordenador do programa de governo de Marina e do PSB, Mauricio Rands, era parte da base aliada durante o escândalo do Mensalão. Aliás, ele foi testemunha de José Dirceu no processo do Mensalão.
37 - Marina Silva vende uma imagem de “novidade”, de “uma nova forma de fazer política” mas seu histórico mostra o oposto. Diante de todos os escândalos do PT, com os quais ela foi no mínimo conivente, Marina representa a mais lastimável e velha política brasileira.
38 - Marina Silva defende o PT contra toda e qualquer acusação de ligação com as FARC, mesmo diante da confirmação de Raul Reyes (um dos líderes das Farc) que tinha ligações com Lula.
39 - O avião que transportava Eduardo Campos no fatídico acidente, no qual Marina viajou diversas vezes em campanha, até agora “não tem dono”.
40 - Na criação de seu partido REDE SUSTENTABILIDADE, Marina falou muito sobre ética e combate à corrupção, como o PT de antigamente, mas tem entre seus membros políticos envolvidos no escândalo do bicheiro Carlos Cachoeira. Dois exemplos disso são Elias Vaz de Andrade e Martiniano Pereira Gonçalves Neto, ambos de Goiás.

A destruição do político pelo Nazismo e Comunismo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Antes de tomar o Poder e, para tomá-lo, os partidos comunistas e os nazistas utilizam todos os meios da política. Eles se instalam no jogo político, apesar de eles mesmos, segundo seus próprios critérios e sua disciplina interna, se colocarem fora do jogo. Por exemplo, quando o Partido Bolchevique reivindicou a terra para os camponeses e a paz imediata, não era para se contentar com o êxito dessas duas reivindicações. Tratava-se de colocar os camponeses e os soldados do seu lado a fim de lançar o processo revolucionário. Feita a revolução, a terra foi expropriada e a guerra foi ativamente preparada sem que o partido tivesse visto nisso qualquer contradição.

Uma vez no Poder, a política do partido fica mais do que nunca voltada para a destruição do político. As formas orgânicas da vida social, a família, as classes, os grupos de interesse, os corpos constituídos, são suprimidos. A partir daí, as pessoas, privadas de todo direito de associação, de agregação espontânea, de representação, reduzidas à condição de átomos, são colocadas em um novo enquadramento, o qual se modela sobre aquele que deveria subsistir se o socialismo existisse como sociedade. Ele assume, então, a denominação de sovietes, de uniões, de comunas.

O Partido Nazista imitou sumariamente a destruição comunista do político. Ele também tomou o Poder escondendo seus objetivos reais, enganando seus aliados provisórios para, em seguida, liquidá-los. Ele também criou quadros novos e integrou neles a juventude e as ‘massas’. Destruir imediatamente os velhos quadros não era seu objetivo. Contentou-se em neutralizá-los e submetê-los. Assim, sobreviveram no nazismo os empresários, um mercado, juízes e antigos funcionários. A seguir veio a guerra, que acentuou e acelerou o controle nazista. Não se sabe o que teria acontecido se ela tivesse sido ganha.

Führerprinzip foi uma peça essencial da trama social. Ela se organizava em torno de uma hierarquia de chefes leais, devotados ao Reich, ligados por um juramento, e isso até o fundo da escala a partir do chefe supremo, cuja exaltação era coerente com o espírito do sistema. O Partido Comunista também era hierarquizado. A originalidade do partido de Lenin residiu no fato de que, desde a sua fundação, o centro designava à ‘base’ aqueles que deveriam ser eleitos, de tal modo que a eleição democrática se tornava simplesmente um teste do poder absoluto do ‘centro’. 

É que a consciência gnóstica, o saber científico fundador do partido, se encontrava teoricamente no organismo dirigente e se difundia a partir desse ponto para a ‘base’ que, remetendo o poder para o ‘centro’, manifestava seu progresso na assimilação da doutrina e da ‘linha’. Dessa forma, viu-se aumentar o culto ao chefe Lenin, o que chegou ao seu apogeu com Stalin. Trotsky, Zinoviev, Bukharin, Stalin buscavam o mesmo objetivo: o socialismo, mas seria necessário que um deles fosse o chefe. Sucederam-se, então, em circuito fechado as traições, prisões e assassinatos. O culto subsistiu mas, no tempo de Brejnev já demonstrava as suas fraquezas.

Os dois regimes – o nazista e o comunista – se referem a um passado mítico sobre o qual se modela um futuro imaginário (...) A idéia de Marx, segundo as palavras de Raymond Aron, era ir de Rousseau a Rousseau, passando por Saint-Simon, isto é, pelo progresso técnico e industrial. Já o hitlerismo era voluntarista: apenas a obra demiúrgica da vontade poderia restaurar a boa selva, em equilíbrio biológico. O leninismo contava com o automovimento da História para dar à luz a Arcádia moderna. 

O automovimento produz o partido, instrumento desse parto. O voluntarismo também é exaltado mas, ao mesmo tempo, ele é exaltado e negado, uma vez que ele – o partido – encarna apenas a consciência da necessidade.
Entre esse passado fabuloso e esse futuro ideal, o tempo presente não tem valor próprio (...) O passado próximo é o inimigo, o presente não conta, tudo fica submetido ao futuro, aos fins últimos, à utopia.


Os fins ilimitados do nazismo – A política de apaziguamento conduzida por Chamberlain, e em certa medida a política de divisão seguida por Stalin em 1940, repousavam sobre a hipótese de que Hitler poderia estar satisfeito com o que já havia obtido, pois já havia rasgado o Tratado de Versalhes e ‘adquirido’ bastantes ‘terras a Leste’ (...) Tendo reorganizado a Alemanha, eliminado os inaptos, os judeus, os ‘inferiores’, ele sentiu necessidade de ir mais longe (...) Fez um pacto com a União Soviética e, em uma leviandade incompreensível, declarou guerra aos EUA.

Nessa guerra, o nazismo revelou a si mesmo a sua vocação para exterminar fatia por fatia toda a Humanidade. Na medida em que o mundo resistia, a polaridade ariano-judia se tornava cada vez mais evidente. O judeu aparecia aos olhos de Hitler como o indício de resistência à realização do grande plano, pois tinha corrompido o mundo inteiro, conspurcado tudo, ‘enjudeusado’ tudo. Por isso, era a totalidade da humanidade que deveria ser purificada. Exterminada, portanto.

As ordens de aniquilamento dadas por Hitler, em 18 e 19 de março de 1945, não visavam uma luta final heróica (...) Para uma luta desse tipo, pouco adiantava colocar centenas de milhares de alemães no caminho da morte, nem fazer destruir tudo o que poderia servir à mais humilde das sobrevivências. Esse último genocídio de Hitler, agora voltado contra a própria Alemanha, tinha como único objetivo punir os alemães por sua recusa em agir como voluntários na direção de uma luta final heróica, no desempenho do papel que Hitler lhes tinha atribuído. Aos olhos de Hitler, isso constituía um crime passível de pena de morte. Um povo que não assume o papel que lhe era destinado deve morrer (1).

Hitler se recusou a construir ‘o nazismo em um só país’ e, para isso, os nazistas praticaram a ‘tática do salame’, dado que cada ‘raça’, antes poupada, via em seguida chegar a sua vez. Todavia, rapidamente tudo isso desembocou em um massacre geral. Eles não poderiam, como teria feito Stalin, prometer a independência à Ucrânia, dispostos a acertar suas contas com ela após a vitória. Foi necessário que eles tratassem de exterminá-la imediatamente, o que levou os ucranianos a ficarem contra eles, nazistas.

Hitler acreditava ser o veículo genial da Volksgeit e que suas ordens, no início prudentes, depois insanas, vinham de algo situado acima dele, e essa embriaguez era em parte comunicada ao seu povo. Por isso a irracionalidade na condução da guerra. Algumas decisões desejadas por seus generais teriam podido equilibrá-la e, pelo menos, levá-la a um empate, sob a condição, nunca dada, de que ela se propusesse fins limitados, falta que acabou, por culpa de Hitler e de seu wagnerismo doentio, levando-o à derrota.


Os fins ilimitados do comunismo – O projeto comunista é declaradamente total. Ele busca em extensão a revolução mundial, compreendendo por isso uma mutação radical da sociedade, da cultura e do próprio ser humano, autorizando a colocação em prática de meios racionais para obter esses fins alheios à razão. Lenin, durante a guerra, mostrou-se um sonhador quimérico, sobrepondo às realidades do mundo as entidades abstratas do capitalismo, do imperialismo, do oportunismo, do esquerdismo e de muitos outros ‘ismos’ que, em sua opinião, explicavam tudo. Ele os aplicava tanto à Suiça, como à Alemanha e à Rússia (...)

A tomada do Poder por um partido comunista é preparada por uma luta puramente política no seio de uma sociedade normalmente política. É lá que ele treina suas táticas e as coloca em prática depois da vitória do partido. Aquela – por exemplo – chamada ‘tática do salame’, que consiste em fazer alianças com forças não-comunistas, de forma que force o aliado a participar da eliminação dos adversários: primeiro, a ‘extrema direita’, com a ajuda de toda a esquerda; depois, a fração moderada dessa esquerda e, assim, sucessivamente, até a última ‘fatia’, que deve submeter-se e ‘fundir-se’ sob pena de ser, por sua vez, eliminada.

Esse profissionalismo, que inclui a astúcia, a paciência, a racionalidade, quanto ao objetivo buscado, faz a superioridade do leninismo. Mas trata-se apenas de destruição, pois a construção é impossível porque esse objetivo é insensato. A prática comunista não segue uma inspiração estética, mas procede, a cada instante de uma deliberação ‘científica’. A falsa ciência copiando da verdadeira seu caráter demonstrativo e seus procedimentos lógicos. Isso apenas torna mais louca a empresa, mais implacável a decisão e mais difícil a correção, pois a falsa ciência impede que se constatem os resultados da experiência. Pouco a pouco a destruição se amplia e se torna total.

Na Rússia ela percorreu seis etapas: primeiro, a destruição do adversário político: a antiga administração. Isso foi feito em um piscar de olhos, logo em seguida ao putsch de outubro de 1917. Depois, a destruição das resistências sociais, reais ou potenciais: partidos, exército, sindicatos, cooperativas, corpos culturais, universidades, escolas, academias, Igreja, editoras, imprensa. No entanto, o partido logo se dá conta de que o socialismo nem sempre existiu como sociedade livre, auto-regulada e que, assim, a coação é, mais do que nunca, necessária para fazê-lo surgir. 

Mas a doutrina prevê que há apenas duas realidades – o socialismo e o capitalismo. É nesse momento, então, que a realidade se confunde com o capitalismo e que é preciso – terceira etapa – destruir toda a realidade: a aldeia, a família, os restos da educação burguesa, a língua russa. É preciso estender o controle sobre cada indivíduo tornado solitário e desarmado pela destruição de seu sistema de vida, levá-lo para um novo sistema em que será reeducado, recondicionado. Eliminar, enfim, os inimigos escondidos.

O fracasso da construção do socialismo no exterior deveu-se ao ambiente externo hostil. Pela sua simples existência, ele é uma ameaça, quaisquer que sejam as cores desse espectro hostil: democracia burguesa, social-democracia, fascismo. É preciso então – quarta etapa – criar em cada país organizações de tipo bolchevique com um organismo central para coordená-los e adaptá-los a esse modelo central, o Komintern.

Quando, valendo-se das circunstâncias, o comunismo pôde se estender, as novas zonas agregadas ao ‘campo socialista’ conheceram etapas análogas de destruição. Porém, em toda a extensão do campo, o partido (pela voz de Stalin) assinala que ‘o capitalismo está mais forte que nunca’, se infiltra e se estende no próprio partido, que perde a sua virtude. Cabe então ao líder do partidário, e apenas a ele, destruir o partido (quinta etapa), para recriar um outro com seus restos. Stalin fez isso uma vez, não sem imitar Hitler e a sua ‘noite dos longos punhais’. Ele se preparava para fazê-lo uma segunda vez quando a morte o surpreendeu. Mao-Tsetung fez duas vezes: no momento do ‘Grande Salto para Frente’ e, depois, mais nitidamente ainda, na ‘Revolução Cultural’.

Usura e Destruição – Na lógica pura dos dois sistemas levada ao limite está contido o extermínio de toda a população da Terra. Mas essa lógica não se aplica e não pode se aplicar até o fim. O princípio do comunismo é o de subordinar tudo à tomada e conservação do Poder, pois é ao Poder que cabe a responsabilidade de realizar o projeto. Todavia, as destruições causam um tal desgaste que o poder do partido corre o risco, não de enfrentar uma revolta geral porque sabe preveni-la, mas de ver desaparecer a matéria humana sobre a qual ele se exerce. Foi o que aconteceu no final do ‘comunismo de guerra’: a Rússia se afundava, se liquefazia quando Lenin decretou a trégua da NEP (...).

Enquanto a revolução não vence em escala mundial, o mundo exterior, mesmo reduzido a uma ilhota minúscula, é uma ameaça mortal. Por sua simples existência, ele corre o risco de fazer explodir a bolha de sabão da ficção socialista. E pouco importa que ele seja verdadeiramente hostil, como ele só foi uma vez com Hitler, ou que ele queira apenas a tranqüilidade e o status quo, como desejou o Ocidente depois da derrota do nazismo. Para manter o mundo real à distância, para eventualmente destruí-lo, é preciso uma força real à disposição do partido e esta só pode ser tirada da realidade que ele controla. Ele tem necessidade de um mínimo de economia real para nutrir a população de um mínimo de tecnologia e de indústria para equipar o Exército. Subsistem então produtores, técnicos, cientistas. O partido não pode fazer passar para o outro lado do espelho tudo o que ele é, pois seria vítima do nada que ele mesmo produziu.

Enfim, a penúltima etapa, a destruição do próprio partido, colide com os reflexos vitais de sobrevivência. Depois dos grandes expurgos de Stalin e de Mao, o partido optou por algumas medidas ‘conservadoras’: não se matam mais comunistas, eles apenas caem em desgraça. Na Rússia, tudo isso levou à decadência do sistema. O partido envelheceu, porque a conservação do Poder terminou por se identificar com a conservação dos postos e dos cargos.

As táticas colocadas em prática em tempos dramáticos só servem para isso. Brejnev apodreceu lentamente na direção máxima e o partido se corrompeu, pois embora se dedicando mais aos objetivos do comunismo, quis, ao mesmo tempo, usufruir o poder e desfrutar das riquezas. Sai da irrealidade e entra na realidade devastada por sua ação, onde só encontra, em abundância, mercadorias vulgares, que nem a arte consegue embelezar, como a vodca, as datchas e as grandes limusines. Quanto ao povo, este se atola na porção da realidade que lhe foi sempre concedida, se vira como pode, se desinteressa de um regime que não mais lhe oferece a consolação da queda dos poderosos e a oportunidade de substituí-los. A degradação geral chega finalmente a um limite. Quando um piparote aleatório faz desabar o castelo de cartas, que poderia ter desabado muito antes, descobre-se uma paisagem pós-comunista mafiosa e semi-indolente, esgotada em sua energia.

Na China, os sobreviventes dos expurgos maoístas tomaram um caminho diferente. As necessidades do poder puro se misturaram aos cuidados de desenvolver o poder da China enquanto tal, e o comunismo morto foi infiltrado pelo nacionalismo vivo. Contemporâneos da decadência do sovietismo, eles lamentaram ter seguido um modelo errado de desenvolvimento, enquanto que outras partes do mundo chinês, e em sua periferia, tinham seguido um outro modelo, melhor. Daí o caráter ambíguo da China atual, em pleno desenvolvimento, mas sem que o partido abandone seu projeto e sem que se saiba se esse partido é ainda comunista. As circunstâncias fizeram com que restasse apenas um regime comunista puro que, até hoje, preferiu a lógica do auto-aniquilamento: a Coréia do Norte.

Não sabemos como teria evoluído o nazismo. Ele não chegou ao seu clímax, pois foi derrubado nos primeiros passos da sua expansão. Ele se voltou para a realidade externa antes de ter terminado com a sociedade alemã. Enquanto a URSS preferiu a subversão organizada, o desencorajamento programado do ‘inimigo externo’, e o Exército Vermelho chegando somente para selar a vitória política, o nazismo recorreu imediatamente à guerra. A guerra acelerou de modo formidável o programa nazista, mas suscitando uma resistência mundial rapidamente vitoriosa.
As características do nazismo permitem eventualmente imaginar que Hitler teria podido chegar a uma paz de compromisso, que lhe teria deixado uma área vasta e estável. Nesse caso, morto oFührer, o regime teria se comportado de forma análoga à do regime leninista.

Na usura e no fracasso dos regimes totalitários, o fator externo é inegavelmente importante. Ele foi decisivo no caso da Alemanha nazista, esmagada por vários exércitos. Em contrapartida, o mundo capitalista nunca constituiu perigo para os regimes comunistas. O nazismo aumentou a legitimidade do comunismo aos olhos do Ocidente. Durante a época da chamada ‘Guerra Fria’, a política do roll back foi imediatamente afastada em favor daquela do containment. Essa opção não impediu vastas expansões territoriais comunistas na Ásia, na África e até na América. Finalmente, o único ponto do mundo em que o comunismo foi derrubado da maneira como o foi o nazismo, por uma invasão maciça devidamente organizada, em meio, é verdade, a um concerto de protestos de algumas potências não comunistas, foi a minúscula ilha de Granada.

O texto acima foi extraído das páginas 65 a 80 do livro de Alain Besançon, A Infelicidade do Século, editora Betrand Brasil, 2000
Nota:
(1) Sebastien Haffner, Un Certain Adolf Hitler, Paris, Grasset, 1979


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

(fonte)