quinta-feira, 23 de abril de 2015

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 3 - China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

Incrivelmente também chegam a declarar que menos de 1% dos crimes são cometidos por menores. Será? Ou seria apenas uma falha grotesca de má interpretação dos casos, visto que de cada 100 casos 90 não são solucionados? Ora, se o medo é de que os delinquentes de 16 anos acima sejam presos e causem superlotação carcerária - algo que já existe -, então por que argumentar que o número de crimes cometidos pelos jovens nesta faixa são pouco? São argumentos contraditórios, pois dentro desta lógica as cadeias não encheriam tanto assim. Não acha?





Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:



3) China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:

China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo

Como não querem discutir o assunto como ele realmente é, deslocam o tema para questões como a superlotação carcerária. Ora, os três países citados são de proporções continentais. China por exemplo será a maior em número de habitantes, número de estudantes, número de mortes, número de abortos, número de crimes e número de população carcerária. EUA por exemplo possui uma enorme população carcerária, isso somente significa que o sistema punitivo tem funcionado, já no Brasil devido as péssimas gestões dos governantes de esquerda que assumem a estratégia patética de exaltar o lumpemproletariado o banditismo impera tornando a população refém. O que nos lembra da Cartilha do decálogo de Lenin; "promova distúrbios sociais e garanta que as autoridades não proíbam". Ora, os presídios existem para punir aqueles que violaram os direitos de terceiros, eles existem prioritariamente para punir e não para reeducar. O argumento de que o sistema carcerário serve para pagar a dívida com a sociedade é fraudulento. Até porque não é possível devolver a uma mãe o filho assassinado, nem restituir os danos psicológicos causados a um vítima de estupro, e ainda, não é possível devolver a felicidade roubada por um bandido inescrupuloso que raptou e matou uma criança. O encarceramento serve prioritariamente para punir. Entretanto a argumentação esquerdista leva o debate para empatia com o preso dizendo que ele está ali para ser reeducado pois ele é vítima da sociedade, e é aí que reside o truque. Se a cadeia é um lugar pra reeducar o "estado" - dentro desta visão - não estaria cumprindo sua função. A panaceia que inventaram é exigir do estado mais recursos públicos para serem investidos em reeducação. Dentro deste contexto exposto pelos cientistas sociais que se alinham ao discurso de Maria do Rosário e Marcelo Freixo, os bandidos legalmente menores de idade não devem ser punidos porque aumentarão ainda mais a população carcerária. 

Incrivelmente também chegam a declarar que menos de 1% dos crimes são cometidos por menores. Será? Ou seria apenas uma falha grotesca de má interpretação dos casos, visto que de cada 100 casos 90 não são solucionados? Ora, se o medo é de que os delinquentes de 16 anos acima sejam presos e causem superlotação carcerária - algo que já existe -, então por que argumentar que o número de crimes cometidos pelos jovens nesta faixa são pouco? São argumentos contraditórios, pois dentro desta lógica as cadeias não encheriam tanto assim. Não acha? Lógico que se você que ousa questionar esse fato se posicionar desta forma logo será tratado de desumano. Vivemos uma época em que a esquerda prega que "bondade é a aceitação do mal". 

Reproduzo texto do escritor e colunista Leandro Narloch, o caçador de mitos:

O MITO DO 1%
Numa nota contra a redução da maioridade, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) reproduziu a estimativa e deu a Secretaria de Direitos Humanos como referência. Mas a Secretaria de Direitos Humanos diz que nunca produziu uma pesquisa com aqueles dados.
O Congresso em Foco, hospedado pelo UOL, afirma que “segundo o Ministério da Justiça, menores cometem menos de 1% dos crimes no país”. Um punhado de deputados e sites do PT diz a mesma coisa. Mas basta um telefonema para descobrir que o Ministério da Justiça tampouco registra dados de faixa etária de assassinos. “Devem ter se baseado na pesquisa do Unicef”, me disse um assessor de imprensa do ministério.
Seria então o Unicef a fonte da estimativa? Uma reportagem do Globo de semana passada parece resolver o mistério: “Unicef estima em 1% os homicídios cometidos por menores no Brasil”. Mas o Unicef também nega a autoria dos dados. Fiquei dois dias insistindo com o órgão para saber como chegaram ao valor, até a assessora de imprensa admitir que “esse número de 1% não é nosso, é do Globo”. Na reportagem, o próprio técnico do Unicef, Mário Volpi, admite que a informação não existe. “Hoje ninguém sabe quantos homicídios são praticados por esse jovem de 16 ou 17 anos que é alvo da PEC.” Sabe-se lá o motivo, o Globo preferiu ignorar a falta de dados e repetir a ladainha do 1%. O estranho é que o Unicef não emitiu notas à imprensa desmentindo a informação.
Também fui atrás da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, mas nada: o governo paulista não produz estimativas de faixa etária de assassinos, somente de vítimas. Governos estaduais são geralmente a fonte primária de relatórios sobre violência publicados por ONGs e instituições federais. Se o estado com maior número absoluto de assassinatos no Brasil não tem o número, é difícil acreditar que ele exista. Resumindo: está todo mundo citando uma pesquisa fantasma. (fonte)

Sei que vai ter um monte de esquerdinhas dizendo que "as informações da Veja não são confiáveis". O que é uma grande besteira! Não é porque uma revista ousa quebrar o monopólio da informação e atingir o governo - liberdade de expressão - que suas informações não são confiáveis. A Veja publica fatos com comentários ácidos, fique com os fatos e analise os comentários. É só isso! 

Em resumo dizer que o Brasil possui a terceira maior população carcerária do mundo não é motivo pra não reduzir a maioridade penal. Esse fato só nos diz que o Brasil é um dos países em que há mais crimes no mundo, fruto de um governo que administra para o caos. 



terça-feira, 21 de abril de 2015

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 2 - Racismo, baixa escolaridade e luta de classes.

Então pra tornar o mundo um lugar melhor querem que todos sejam iguais, mas não iguais para cima e sim iguais para baixo. Explico; não querem um mundo onde todos tenham bens, mas querem um mundo onde todos não tenham nada. Nem bens, nem escolhas e por fim nem liberdades, exceto é claro, uma certa classe dominante poderosa e dotada de superiores virtudes, ou seja, a classe política de esquerda que gozará dos mais regalados privilégios como recompensa por construírem o novo sistema racionalizado de escravidão humana.








Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:

1) Não é justo prender os jovens e privá-los da liberdade pois esses são vítimas da sociedade.

2) A criminalidade é fruto de fatores raciais, de classe social e baixa escolaridade.

3) China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:



Racismo, baixa escolaridade e luta de classes

Na cabecinha de um esquerdinha existe uma classe dominante que subjuga uma classe inferior. Essa classe dominante todas as vezes que acorda pela manhã pensa em novas formas de oprimir a classe inferior. Pensa em como manter seus privilégios e não permitir que outros subam a escada social. Essa burguesia malvada quer a todo custo destruir e subjugar a classe inferior que gostam de chamar de trabalhadora. Para um esquerdinha quem tem mais é burguês e este burguês só tem mais porque outro tem menos. Então pra tornar o mundo um lugar melhor querem que todos sejam iguais, mas não iguais para cima e sim iguais para baixo. Explico; não querem um mundo onde todos tenham bens, mas querem um mundo onde todos não tenham nada. Nem bens, nem escolhas e por fim nem liberdades, exceto é claro, uma certa classe dominante poderosa e dotada de superiores virtudes, ou seja, a classe política de esquerda que gozará dos mais regalados privilégios como recompensa por construírem o novo sistema racionalizado de escravidão humana. E é por isso que atribuem a violência não a fatores como a destruição dos valores cristãos, a moral ou a decência individual, mas sim a uma suposta sociedade formada por pessoas malvadas. Essas pessoas malvadas são responsáveis pelos crimes que os menores cometem e por isso o crime neste ponto de vista é justificado. Parece absurdo? Mas essa é a síntese perfeita dos argumentos de pessoas deformadas pelo discurso de esquerda. Se fosse verdadeira a premissa de que o crime cometido por menores é oriundo da pobreza então todos os pobres seriam criminosos, o que não é verdade. Morar em favelas não torna ninguém criminoso se fosse todos os moradores de favelas seriam 100% criminosos, para a miséria do discurso a maioria das pessoas que moram em favelas são incrivelmente honestas e trabalhadoras. 


Mas é assim que segue o discurso, a burguesia é malvada e culpada porque não está comprometida com o bem estar da sociedade. Margaret Thatcher, a dama de ferro, nos ensina uma lição importante na sua célebre frase; "Não existe essa coisa de sociedade, o que há e sempre haverá são os indivíduos". Esta frase condensa o cerne do pensamento liberal, o princípio da responsabilidade individual e não a culpa coletiva. Nesta frase também é destruído o discurso moralista de esquerda que põe o dedo na cara do cidadão e quer responsabilizá-lo pelos crimes de terceiros. No final do pensamento empoeirado o que sobra é a bizarra solução de resolver todos os problemas do crime e da educação tirando o suado dinheiro público para destiná-lo aos chamados projetos sociais, neste processo a dita "sociedade culpada" continua culpada e os militantes portadores de moral superior posam de heróis de um mundo melhor recebendo todo o ônus pela brilhante ideia de resolver os problemas com o dinheiro alheio.


Mas não para por ai, os argumentos seguem um mantra de lutas de classe e também de questões raciais, onde pobres e negros são os alvos de extermínio no Brasil. O anuário da violência no Brasil fala do enorme número de jovens que foram mortos, a grande maioria negros e pardos, mas incrivelmente não diz quantos desses jovens morreram em decorrência de confronto com a polícia e a população, ou mesmo em decorrência de acertos de contas com o crime organizado. Esse tipo de pensamento que vem a público em forma de um documento oficial assume a máscara de dados confiáveis, o que na verdade não é. Na prática só serve pra alimentar os discursos dos grupos africanistas que já publiquei aqui. Então quando se vai debater seriamente o assunto da redução da maioridade penal os debatedores de ideologias vermelhas sempre citarão as conclusões dos dados do anuário que já foram produzidos pra servir de apoio pseudo-científico, "dados confiáveis". Somado ainda aos dois fatores citados vem a baixa escolaridade. O discurso do vitimismo assume o tom de luta de classes, racismo e questões educacionais, mas nenhum desses fatores justifica os crimes cometidos pelos meliantes. Percebe-se claramente, como já citei a cima, que assunto principal está ausente. O assunto principal é a punição dos crimes daqueles que se escondem sob a proteção da lei para cometer as mais terríveis atrocidades. 

A favor da redução da maioridade penal! Uma contra-argumentação do que é exposto pela esquerda. 1 - Criminosos como vítimas da sociedade.

Você só pode se responsabilizar pelo que faz e não pelas ações de terceiros, mas o discurso esquerdista alimentado por personagens como o sr. Marcelo Freixo e a sra. Maria do Rosário quer responsabilizar a todos pelas ações dos menores criminosos, pela péssima educação de qualidade e pelo caótico sistema carcerário.






Todas as vezes que se tenta discutir seriamente a redução da maioridade penal focando no assunto em si, logo os debatedores esquerdistas desviam o assunto principal (redução da maioridade) para temas colaterais e deslocados enquanto levantam argumentos vazios tais como:

1) Não é justo prender os jovens e privá-los da liberdade pois esses são vítimas da sociedade.

2) A criminalidade é fruto de fatores raciais, de classe social e baixa escolaridade.

3) China, EUA e Brasil possuem a maior população carcerária do mundo.

4) O Sistema penitenciário é a faculdade do crime e não reabilita ninguém. A solução seriam penas sócio-educativas. 

5) Países como Holanda e Suécia são exemplos de que as políticas sócio-educativas funcionam.

6) Grande parte dos crimes é ligado ao tráfico de drogas portanto a legalização de drogas leves irá diminuir a criminalidade, se unido a aplicação de penas alternativas irá reduzir ainda mais.

7) Os maiores prejudicados com essa lei serão os pobres, negros e com baixa escolaridade. 

Perceptivelmente os argumentos baseiam-se em uma tentativa de criar uma empatia com os criminosos. O assunto principal está sendo deslocado para o tema carcerário e para o tema do ensino, o assunto principal está ausente da discussão. Essa é a técnica evasiva de debate "mudar o foco da discussão para obter vantagem" descrita no livro "Como vencer um debate mesmo não tendo razão". 

Vamos por pontos, fazendo uma postagem pra cada argumento:

Criminoso como vítima da sociedade

Ora, se o criminoso é vítima da sociedade e você faz parte da sociedade, então o que você é? Esse discurso é uma técnica de criação de conceito metonímico, toma-se a parte pelo todo. Todos fazem parte da sociedade, então todos são responsáveis pelo que acontece. Ora, se todos são responsáveis então ninguém é responsável. Se todos são individualmente responsáveis pelas suas ações particulares - que é justamente assim que funciona a justiça - então o conceito de responsabilidade da sociedade cai por terra com enorme estrondo. Você só pode se responsabilizar pelo que faz e não pelas ações de terceiros, mas o discurso esquerdista alimentado por personagens como o sr. Marcelo Freixo e a sra. Maria do Rosário quer responsabilizar a todos pelas ações dos menores criminosos, pela péssima educação de qualidade e pelo caótico sistema carcerário. Como ninguém tem tempo pra ficar bancando o super-herói porque tem que trabalhar, estudar, cuidar da família, etc; esses tais militantes esquerdistas assumem a glamourosa missão de tornar o mundo um lugar melhor (patético!) e no processo julgam-se portadores de moral e virtudes superiores aos reles mortais. 

Reproduzo texto da Matéria de Felipe Moura Brasil sobre o discurso de Marcelo Freixo (aqui):

De Marcelo Freixo, do PSOL, no artigo – acredite – “Prisão é um mau negócio“:
“(…) Segundo o Departamento Penitenciário Nacional, de 1990 a 2012, a quantidade de encarcerados cresceu 511%. Chegou a cerca de 550 mil no ano passado. O Brasil já tem a quarta maior população carcerária do mundo. (…)
O que a sociedade ganhou com isso? Nada. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de assassinatos saltou de 31.989, em 1990, para 52.260, em 2010. Aumento de 63%. É urgente um novo modelo penal, que priorize penas alternativas e a progressão de regime. A privação da liberdade só deve ser aplicada contra quem oferece perigo real à sociedade. Caso contrário, é um péssimo negócio para todos, a maneira mais cara de tornar as pessoas piores. (…)”
Freixo é uma espécie de Francisco Bosco com números: ele diz que a população carcerária aumentou e, para justificar que a sociedade não ganhou nada com isso, diz que o número de ASSASSINATOS aumentou também. Acontece que o Brasil “arquiva mais de 80% dos inquéritos de homicídio”, como lembrou Rachel Sheherazade em seu polêmico comentário sobre o caso dos justiceiros, e “97% dos assassinos estão soltos no Brasil”, como comentou Alexandre Garcia. Ou seja: o número de assassinatos aumenta, em primeiro lugar, por um motivo muito simples: os assassinos não estão e nem vão parar na cadeia! É preciso prender os assassinos, não soltar ou facilitar a vida dos outros criminosos, como naturalmente quer o socialista Freixo. Com toda a esquerda há décadas legitimando moralmente os crimes – e o governo do PT, parceiro do narcotráfico continental -, é evidente que o Brasil é um dos países com o maior número de criminosos no mundo. Prisão não é um mau negócio. Mau negócio é o PSOL.

A população é que é a grande vítima do maldito legado comunista contra o Brasil.