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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Devolvam a educação e o ensino aos cidadãos. Sistema de ensino Brasileiro está intencionalmente falido.

Quem acompanha o que ocorre na educação brasileira percebe o criminoso método esquerdista pra destruir todos os valores morais de nossa sociedade. A estratégia de criar uma classe cada vez maior de lumpemproletariados começa na escola. Alunos que não respeitam seus professores. Professores que já desistiram de fazer alguma coisa pra mudar a situação. A seguir deixo uma uma sequencia de vídeos mostrando a violência e o desrespeito dos alunos mimados por leis absurdas que lhes dão a certeza de que podem tudo e que jamais sentirão os rigores da lei. 

Agressão e desrespeito de alunos:








  





Uma pesquisa rápida no google com as palavras "professores agredidos por alunos" da um total de 82.600 resultados. Essa onda de violência generalizada é totalmente estratégica para a promoção do caos na sociedade brasileira. É o resultado da estratégia gramscista aplicada pelo governo petista. Essa é a pátria educadora do PT. 

sábado, 4 de abril de 2015

O Homeschooling é liberado no Brasil!



Explico. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os tratados internacionais sobre direitos
humanos devidamente ratificados pelo Congresso Nacional (antes da emenda 45) têm status supralegal. Isso quer dizer que esses tratados são hierarquicamente inferiores à Constituição (lei positiva máxima), mas superiores às demais leis. Ora, o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55). Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos); “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).
Ambos os textos são claríssimos. Repito: esses tratados são hierarquicamente superiores ao ECA e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com efeito, não só o ECA e a LDB, mas qualquer outra lei que impeça o homeschooling perde a eficácia, pois os tratados mencionados têm status supralegal. Portanto, juridicamente, não há nada que proíba os pais de adotar o homeschooling para os filhos. E mais: outro direito que se depreende das aludidas normas é o de rejeitar qualquer conteúdo ministrado nas escolas regulares que seja considerado impróprio pelos pais, como o famigerado kit gay, por exemplo.
Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças. Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis. Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.
________________________
¹ Henrique Cunha de Lima é procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Pastoral da juventude nacional a favor da agenda esquerdista. Ou, o braço religioso da implantação de ditadura bolivaraiana.

A teologia da libertação - fabricada pra traduzir o cristianismo aos moldes comunistas - foi que garantiu a vitória de Lula na época em que foi eleito. Ele mesmo assumiu que não poderia ter sido eleito se não fosse o empenho deste setor engajado com o projeto bolivariano de implantação de ditaduras.





A teologia da libertação - fabricada pra traduzir o cristianismo aos moldes comunistas - foi que garantiu a vitória de Lula na época em que foi eleito. Ele mesmo assumiu que não poderia ter sido eleito se não fosse o empenho deste setor engajado com o projeto bolivariano de implantação de ditaduras. Nomes como Frei Betto e Leonard Boff são os responsáveis por difundir isto no seio católico e não esqueçamos que já existe uma versão evangélica desta propalada heresia - a teologia da Missão Integral. Como estratégia usam o braço religioso pra suavizar e criar discursos pra amortecer opiniões que implicam o caráter moral como homossexualismo no seio cristão, o aborto, a prostituição, o consumo de drogas, o banditismo, as guerrilhas desarmadas (ex; MST!), e ao mesmo tempo que inserem estas bandeiras notoriamente anti-cristãs angariam seguidores pra sua marcha.

Hoje me deparei com uma publicação da Pastoral da Juventude Nacional que trazia o meme:






No texto da pastoral uma reprodução dos velhos discursos e ataques aos antigos espantalhos e moinhos de vento preferidos da esquerda; a sociedade, o neoliberalismo, o consumismo. Segundo o texto esses são os fatores causadores da violência pelos criminosos juvenis. Em seguida o foco principal do que a esquerda nacional está promovendo a tão proclamada "reforma política", que na prática é um pacote de implementação dos principais objetivos da esquerda no Brasil que é promover o caos (fato confirmado pelas incríveis 60 mil mortes por ano) a promoção da escassez como mecanismo de controle das massas, técnica amplamente aplicada na Venezuela e em processo de implementação no Brasil. 

Uma discussão séria sobre o assunto - algo que esquerdistas repudiam com gritos histéricos, acusações vazias e xingamentos infundados - irá chegar a pontos cruciais que a esquerda não quer tocar. Questões como:

1) Ensino; a falida educação brasileira que na prática recebe menos recursos do que a o sistema carcerário, sem falar no falido sistema Paulo Freire o fracassado método construtivista tão denunciados pelo professor Pierluigi Piazzi, método que não ensina e muito menos educa. 

2) Caráter Moral; o discurso de proteção ao lumpemproletariado sempre o coloca na posição de vítima, como se o individuo fosse uma coisa, uma experimento em laboratório desprovido de inteligência e de princípios morais. Afirma que existe violência porque o homem é produto do meio, e negando o fato de que a grande maioria das pessoas que vivem em periferias e as chamadas zonas de risco incrivelmente são honestas contrariando a teoria do "homem como produto do meio". Fatos derrubam teorias. A violência aumentou consideravelmente depois que princípios cristãos foram retirados do currículo escolar, falo princípios e não um setor religiosos particularmente. As pautas abraçadas pela esquerda querem a todo custo banir definitivamente o cristianismo para inserir a cultura de prostituição, de violência e de subserviência ao governo - digo governo e não estado, porque a palavra estado é um truque linguístico para implantação de um sistema totalitário.

3) A sensação de impunidade; jovens que entram pelo caminho da delinquência passam a ter a certeza de que seus maiores atos de atrocidade jamais serão punidos enquanto refugiados sob a máscara de inocente, ingênuo e vítima do sistema conferida pelo governo. Recordemos o caso do jovem que matou a namorada antes das 24h para completar a sua maioridade. Jovens delinquentes sentem-se acima da lei, acima do bem e do mal com mais cínico respaldo daqueles que a todo custo querem promover o caos. 

Não se engane, a teologia da libertação e da missão integral são a maior heresia de nossos tempos do ponto de vista teológico. Façamos a nossa parte e denunciemos o que há nas entrelinhas, pois eles que trabalham contra o Brasil e nesse processo sonham que a partir dos escombros surgirá um mundo melhor. Ora, qualquer esperança em um mundo melhor construído a partir de uma perspectiva puramente humana é por natureza diabólica. Esse será o governo do anticristo. 




terça-feira, 16 de setembro de 2014

A ideologia do coitadismo do PT e a fabricação do ódio para dividir a população brasileira.

"Uma palavra irrita a esquerda brasileira, uma palavra que derruba os pilares do coitadismo e precisa urgentemente ser disseminada, uma palavra que chegou a irritar Fidel Castro - quando mandou sua carta a Hugo Chaves -, essa palavra é "MERITOCRACIA"."





propaganda de campanha


Dentre as receitas de Antonio Gramsci para se destruir as democracias e implantar plenamente o comunismo está a elevação de um novo proletariado - o lumpemproletariado - composto por mulheres, minorias raciais e todo e qualquer grupo em que possa se encaixar o discurso do vitimismo. Para promover uma espécie de terrorismo psicológico na população brasileira os partidários da esquerda - que definitivamente não é o povo - vem se utilizando de uma tática sórdida de lançar ódio, primeiramente Lula (o apedeuta!) que afirmou que Dilma Rousseff ao ser vaiada (e mandada para aquele lugar!) foi, como diria, xingada por uma "elite" "branca", ou seja, Dilma foi xingada por pessoas da classe média e brancas. Um claro estímulo ao ódio de classes e ao ódio racial, assim em um única frase estúpida o molusco tenta fabricar o ódio como meio de manipulação ao mesmo tempo que se colocam como defensores desta "classe" (que para ele, não é elite) e das pessoas (que não são brancas).  Então vemos esse desgoverno manifestando-se com todos os requintes de "imbecilidades" para promover o discurso de ódio enquanto posam de bons samaritanos.  

Encontrei esse texto circulando no facebook, vindo diretamente de uma das páginas da campanha de Dilma Rousseff:

COTAS, SIM
É preciso lançar mão de um cinismo quase criminoso para, no Brasil, ser argumentar contra a política de cotas para negros no serviço e nas universidades públicas.
A ideia de que a disparidade étnica presente na sociedade brasileira tem um pressuposto puramente econômico é, no fim das contas, nada mais é do que um mecanismo de negação a esse racismo tão próprio do Brasil. Esse preconceito nascido na Casa Grande e diluído na hipocrisia da falsa democracia racial tupiniquim, calcada na hipótese da nossa alegre mistura de cores.
Trata-se de deslavada mentira.
Qualquer pessoa que não se esconda da realidade sabe que, por aqui, há uma enorme diferença entre ser negro e branco, mesmo que ambos sejam pobres. A hipótese de que a melhor maneira de resolver esse impasse é criar “cotas sociais” é só mais uma maneira de querer negar e disfarçar o racismo que ainda empurra a população negra para a miséria, para os presídios, para os subempregos, para o elevador de serviço.
Mas o fato é que não sofrem apenas porque são pobres, mas porque, principalmente, são negros.
As ações afirmativas, marca dos governos do PT, não foram criadas para gerar tensão social, nem muito menos estimular a divisão racial no Brasil. Essa é uma típica avalição pequeno burguesa de quem, incapaz de reconhecer a gravidade do problema, contenta-se em buscar no simplismo uma justificativa para seus próprios preconceitos.
As cotas para os negros são parte – apenas parte – do pagamento da enorme dívida histórica que o Estado brasileiro tem com os descendentes dos mais de três milhões de africanos que foram trazidos a força para o Brasil e transformados, em três séculos de torturas, trabalhos forçados e assassinatos, nos escravos que construíram essa nação com as próprias mãos, literalmente.
E essa não é, portanto, uma dívida do governo do PT.
Essa é uma dívida do Brasil.
Ontem, ao encaminhar ao Congresso Nacional o projeto de lei a que reserva 20% das vagas em concursos públicos a afrodescendentes, a presidenta Dilma Rousseff fez a sua parte e a do PT.
Não apenas por atender uma reivindicação histórica do movimento negro, mas por compreender a dimensão de um problema que está na base de toda injustiça e do abismo social que ainda divide o Brasil em cidadãos de primeira e segunda classe.

E assim nasce o discurso do vitimismo para se destruir a democracia ao mesmo tempo que o discurso cria artificialmente o racismo, isso mesmo, esse tipo de discurso fomenta o racismo. A alegação é que negros não podem entrar nas universidades e nos cargos públicos porque são negros. É óbvio que a abordagem do tema é feita de forma criminosa para se produzir o ódio deve-se lembrar o passado dos tristes escravos da senzala que como um carma se arrasta até a atualidade, então em nome da igualdade surge a política de cotas raciais, onde um negro pode entrar em uma universidade não pela pontuação que tirou em sua prova de concurso vestibular ou o ENEM, mas por que as células que lhe produzem melanina lhe podem garantir um passe. 
Na prática o texto criminoso joga com os preconceitos ao associar a cor negra a pobreza no trecho "Mas o fato é que não sofrem apenas porque são pobres, mas porque, principalmente, são negros". Vamos voltar a uma questão básica, a democracia. Se democracia é direitos iguais para todos então qualquer ideia contraria a isso é na verdade antidemocrática. Pessoas pobres ou ricas, negras, brancas, amarelas, verdes, azuis ou qualquer outra cor não deveriam receber nenhum tipo de vantagem mesmo se os ancestrais tiverem sofrido isso ou aquilo. O que os cidadãos da atualidade tem haver com o que ocorreu no passado da história do país? Nada! Portanto criar sistemas de vantagens para exaltar esse ou aquele grupo é na verdade a estratégia do ódio que joga com os preconceitos para dividir a sociedade em grupos antagônicos tal como propõe o decálogo de Lenin. O texto entrega essa estratégia justamente no ponto onde tenta negar;"As ações afirmativas, marca dos governos do PT, não foram criadas para gerar tensão social, nem muito menos estimular a divisão racial no Brasil".  O partido do mensalão promove o ódio racial ao estimular um sistema de classificação tendo por base a cor da pele (raça). O texto de uma mediocridade patogênica expõe com todas as letras que o racismo é responsável pelos crimes, pela miséria, pelos empregos de baixo salários. Não dá pra ser mais estúpido do que isso!Responsabilizar essa cascata de problemas encontrados no país colocando tudo na conta do racismo é de um cinismo sem tamanho e de uma burrice escomunal. Em qualquer país do mundo, um único fator será uma constante no desenvolvimento e no salto qualitativo do desenvolvimento, a educação. O Brasil lista entre os países com piores sistemas educacionais do mundo com já mostrei aqui, o que faz com que os números obtidos nas notas das universidades sejam de dar vergonha. Alunos não aprendem, não veem todas as matérias e chegam nas universidades despreparados. A escola pública brasileira é um celeiro de aberrações doutrinaristas do comunismo e do incentivo a pornografia como já mostrei aqui. Como o governo forista do PT é incapaz de produzir um sistema educacional que preste, então cria esses artifícios criminosos para semear o ódio e mascarar os dados educacionais. O sistema de cotas desmoraliza os profissionais que finge favorecer. 
A cretinice não para por ai na simples negação de que o problema não é educacional, o texto alega que o Brasil tem uma dívida - isto é, cada brasileiro tem uma dívida histórica com toda a população negra - a simples alegação de que existe uma dívida por si só já se constitui um estelionato, uma fraude, se existe uma dívida então logo existem os herdeiros de uma dívida. É assim que evocando o sofrimento dos negros escravos o partido mais corrupto da história desse país posa de monopolista da virtude contra a o espantalho chamado "burguesia". E assim o movimento africanista que é racista porque reivindica benefícios para uma raça, antidemocrático porque sobrepõe interesses próprios em detrimento do restante da população - qualquer um que não é a favor do movimento - apregoa os privilégios e benefícios que vai contra o princípio mais simples, direitos iguais para todos.  
Uma palavra irrita a esquerda brasileira, uma palavra que derruba os pilares do coitadismo e precisa urgentemente ser disseminada, uma palavra que chegou a irritar Fidel Castro - quando mandou sua carta a Hugo Chaves -, essa palavra é "MERITOCRACIA". Meritocracia, é o principio da recompensa pelo esforço. Aplicado aos concursos da vida - contaminados pelos sistemas de cotas e as políticas de pretexto igualitário -, segundo esse sistema que possui uma abordagem bem simples, quem estudar e tirar as melhores notas passa. Simples assim! Sem demagogia ou seleção racial, sem esteriótipos e sem coitadismo, apenas o esforço recompensado. 
Deixo um trecho do artigo de Rodrigo Constantino que pode ser lido na integra aqui. O tema é meritocracia:

O antídoto contra este mal igualitário é a tolerância pelas diferenças, a admiração em vez da inveja pelo sucesso alheio. “Um regime em que o mérito individual fosse estimado por sobre todas as coisas, seria perfeito”. A sociedade inteira teria a ganhar com essa seleção natural. Este mecanismo se opõe à democracia quantitativa, “que busca a justiça na igualdade, afirmando o privilégio em favor do mérito”. Onde está a justiça quando dois lobos e uma ovelha votam o que ter para jantar? E também se opõe à aristocracia oligárquica, “que assenta o privilégio nos interesses criados”.
Para Ingenieros, “a aristocracia do mérito é o regime ideal, frente às duas mediocracias que ensombram a história”. Os seres humanos não são iguais. Logo, a justiça não pode estar na igualdade dos homens, meta inclusive impossível, já que felizmente não somos cupins. A única igualdade válida – aquela sob as leis – levará inevitavelmente às desigualdades dos resultados. Somente sociedades que souberam respeitar isso prosperaram. Aquelas onde a inveja falou mais alto, onde o igualitarismo dos medíocres prevaleceu, foram apenas mediocracias decadentes.
O Brasil precisa escolher qual rumo pretende seguir. Para optar pelo progresso, será preciso abraçar os valores morais adequados, o ideal de perfeição, o respeito pelo mérito dos indivíduos que possuem luz própria e desafiam a mediocridade, alçando vôos mais elevados enquanto muitos rastejam. Ou isso, ou a tirania dos medíocres: a mediocracia, onde o lodo impede que qualquer um avance mais rápido, matando junto qualquer possibilidade de progresso.

A mediocracia é o único motivo real para se promover políticas que mascaram o discurso de ódio ao mesmo tempo que fazem bandidos de esquerda subirem nos altares onde estão os santos do"pau oco".

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A prostituição da educação e a cultura de prostituição!

"A vergonha da cultura de prostituição sendo institucionalizada, o que o Brasil precisa é de uma educação sem ideologia".




O recente caso de um professor que colocou uma questão de prova, aplicada a alunos do ensino médio em Brasília, apresentando Valesca Popozuda com o título de "grande pensadora", abriu o debate sobre a influencia da música funk. Não é segredo pra ninguém que as músicas, no que falta de conteúdo poético, sobra em erotismo e duplo sentido - as vezes o duplo sentido é substituído pela vulgaridade pornográfica literal - e os os passos de dança são insinuações sexuais. O funk é a maior expressão da cultura de prostituição no Brasil, agora esta cultura é disseminada nas escolas públicas. Vamos falar de alguns números a serem considerados sobre a educação brasileira. O Brasil ocupa a posição de número 58 dos 64 países avaliados no "pisa" (ranking educacional). [1]. Segundo o IBGE o Brasil possui 33 milhões de analfabetos funcionais [2]. Não é difícil entender porque nosso país obtém sempre os piores resultados educacionais, é por que aqui a educação não é levada a sério.


As escolas brasileiras reconhecem a prostituição como profissão, um insulto a família e a dignidade estudantil, enquanto isso os militantes de esquerda não perdem tempo em fazer o seu dever de casa incentivando a promiscuidade aos moldes Gramscistas. A exemplo do que ocorre em Havana (Cuba), que já é a capital mundial da prostituição, no Brasil existe todo um aparato para fomentar a exploração sexual infantil institucionalizada. A quem interessa incentivar a cultura de prostituição no Brasil? É de conhecimento de todos que partidos como o PSOL e o PSTU (partidos de ultra-esquerda) são fomentadores de projetos que incentivam a prostituição e a exploração sexual no Brasil, e ainda a famigerada ideologia de gênero introduzida com um viés educacional. A educação brasileira está prostituída, o grande interesse deixou de ser o aprendizado e passou a ser a doutrinação e imbecilização dos estudantes. 
Claro, sempre irá aparecer quem defenda o indefensável. Há quem diga; "é preconceito" - intimidando pela síndrome do politicamente correto. 
Querem motivos para protestar? Proteste pela liberdade de educar seus filhos sem a intervenção de um estado que a qualquer custo tentará corrompê-los. 
O que o professor que aplicou a prova aos alunos parece desconhecer é que "grandes pensadores" influenciam o mundo produzindo uma obra consistente que influenciam muitas gerações e não rebolando a "bunda". 

Referências
[1VEJA O RANKING PISA 2012.

[2NOTÍCIA: Brasil tem 33 milhões de analfabetos funcionais, diz IBGE.






terça-feira, 1 de abril de 2014

Por um Brasil com uma educação livre de ideologia comunista!

"Crianças são cobaias de Antonio Gramsci. E o laboratório tem sido as salas de aula brasileiras".



A muito no Brasil as crianças de escola pública tem sido vítimas da falsificação educacional produzida pela ideologia esquerdista. Tal como ocorre em Cuba, crianças são ensinadas ou programadas para serem socialistas. Na ilha prisão os educandos são ensinados a exaltarem a guerrilha sangrenta de Castro, e pasmem os leitores, há desenhos de fuzis nos livros infantis. Os comunistas brasileiros que tem um apresso incrivelmente doentio pela ditadura castrista chegam a afirmar que os cidadãos cubanos tem mais dignidade que os brasileiros, como disse o próprio "Lula" - "o apedêuta" - em seu discurso durante reunião do Foro de São Paulo:


"O que Cuba tem mais do que nós? O povo cubano tem mais dignidade, que a maioria dos povos da América Latina".

[Transcrição N. Muniz]





Os livros didáticos de história para alunos de escola pública são a maior expressão do processo de imbecilização produzida pela maligna equação "Educação + Ideologia de Esquerda = Piores resultados educacionais no mundo". Seguindo o modelo proposto por Althusser (discípulo de Gramsci) que criou a Teoria dos Aparelhos Ideológicos de Estado (AIEs), teoria esta que propõem que as instituições sociais tem a função de reproduzir a ideologia hegemônica da classe que detêm o poder estatal. Para Althursser o mais importante aparelho é o escolar. Seguindo a risca a norma proposta pelo teórico nos deparamos com esse emaranhado caótico e estúpido que se tornou a educação brasileira. E o problema também se arrasta até os cursos superiores através de sistemas de privilégios, como o sistema de cotas raciais, que promove a entrada do aluno, não pelo seu mérito acadêmico e competência, mas simplesmente pela cor da pele ou qualquer outro critério que não seja o conhecimento.



Mas não basta ter um dos piores sistemas educacionais do mundo, para um esquerdista também é necessário corromper toda uma geração introduzindo pornografia nas salas de aula. Quem lê o programa nacional de direitos humanos depara-se com a horripilante proposta para o plano nacional de educação (PNE) que pretende introduzir a ideologia de gênero nas escolas. O artigo 2, inciso III, do PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO aprovado pela Câmara previa, como diretriz da educação nacional para os próximos 10 anos propõe :


"III - a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual." [1].


A homossexualização de crianças é um antigo projeto desenvolvido pelos engenheiros sociais para corromper a sociedade em todos os níveis. A proposta sutil parece até inofensiva, mas trata-se de introduzir a homossexualização de crianças, é claro sem o conhecimento e a aprovação dos pais. Para isso utilizando-se de linguagem chula e imagens pornográficas - isso é abuso! - dentre os materiais utilizados a linguagem chega a um nível tão baixo que as palavras mais leves utilizadas são "transar" e "gozar".

O estado - governado pelo partido que ai esta (PT) - avança cada vez mais contra as nossas liberdades individuais, ao ponto de não nos permitir nem ao menos o direito de protestar e a impunidade tem sido a sua impressão digital em todos esses crimes contra os cidadãos brasileiros. 


  







Por esses e outros motivos é que partidos como o PT e PSOL devem ser eliminados do rol de partidos representativos no Brasil. Pelo seu tamanho grau de corrupção e de falta de respeito a nação brasileira, que em sua grande maioria é conservadora e, acredito eu, não querem seus filhos expostos a material pornográfico dentro das escolas, que por sinal deveriam estar ensinando e não educando (porque quem dá educação é família e não um aparelho estatal), entretanto o que as escolas estão fazendo é corrompendo a infância ao mesmo tempo que deixam de cumprir sua função mais básica que é ensinar. 

Tenho certeza que nós, cidadãos brasileiros, iremos nos deparar com mais e mais absurdos vindos desses cretinos que ai estão no poder, como disse Enéas Carneiro uma vez; "a política brasileira é representada pela escória da sociedade". 







terça-feira, 26 de novembro de 2013

SEXUALIZAÇÃO NAS ESCOLAS

A exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia.

Na última edição do programa Encontrando Alegria, que teve como a sexualização nas escolas, nossa entrevistada, a psicóloga e psicanalista Rejane Soares, relatou o episódio vivido por suas duas filhas em uma das mais renomadas escolas católicas de Belo Horizonte - MG. As meninas foram submetidas a uma aula de educação sexual perturbadora, para dizer o mínimo.
Abaixo, complementando a entrevista, publico algumas das fotos que Rejane mo enviou antes de gravarmos a entrevista, para que eu visse sobre o que ela se referia. ADVIRTO: AFASTEM AS CRIANÇAS DE PERTO DO COMPUTADOR. As imagens são "fofinhas" porque o estilo é infantil, mas o conteúdo não é.
img1
Canto inferior esquerdo: os pais como tolos, assustados, inseguros.
A professora na imagem principal como a pessoa certa
para responder as questões e ensinar sobre sexo.

img2
A identidade sexual como algo a ser construído.
"Não é beeeem assim essa coisa de ser menino e ser menina."

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Pais idiotas e indiferentes.

img4
Subversão total da autoridade: os pais na cadeira dos réus,
as crianças julgando e a professora dando a sentença.

img5
Sério: quem, tendo vivido uma infância sem abusos e superexposições,
é capaz de colocar-se tais questões aos 10 anos de idade?!

img6
Sutil, não?

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Jogando querosene na imaginação das crianças.
Mais explícito que isso só num filme pornô.

img7
Riscando o fósforo.
Descrição detalhada.

Restam dúvidas sobre as intenções do governo com tais cartilhas?
Repito aqui o que disse no programa (e vou um pouco além): a exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia. Ou seja, pretende-se forçar um despertamento sexual cada vez mais cedo para que, quando a pauta pedófila prevalecer, as crianças já não tenham mais a menor chance de proteção e defesa: nem da lei, nem da cultura, nem dos pais, nem mesmo dos seus próprios sentimentos de estranhamento e rejeição, pois já terão sido expostas a um conteúdo com o qual não possuem condições psíquicas de lidar e diante do qual não conseguem resistir.
Meu recado aos pais que têm filhos na escola: fiquem de olho! E demonstrem aos professores e coordenação que estão de olho! Conversem com os outros pais, troquem informações, convivam, tomem iniciativas juntos. Peçam as listas de livros que serão adotados no ano seguinte, pesquisem antes, intervenham, façam outras propostas quando as que a escola oferecer não forem boas. Enfim, não deixem a coisa correr à revelia! Cheguem junto! E se a coisa piorar e não houver chance de mudança da situação, exijam que as crianças sejam dispensadas da aula. E se nada disso resolver, o homeschooling está aí para isso.

Camila Hochmüller Abadie é mãe, esposa e mestre em filosofia. Edita o blog Encontrando Alegria, e apresenta o programa 'Encontrando Alegria' na Rádio Vox.


terça-feira, 5 de novembro de 2013

A homossexualização de crianças nas salas de aula

MEC sendo utilizado como ferramenta de engenharia social.

A utilização de livros didáticos para impor uma nova sociedade aos moldes Gramscistas - Marxismo Cultural





Em uma postagem anterior deste blog sob o título "A DIDÁTICA DA DOUTRINAÇÃO COMUNISTA - LIVROS DIDÁTICOS DEMONIZANDO O CAPITALISMO E EXALTANDO O COMUNISMO", mostrei o esforço desenvolvido pelos engenheiros sociais para transformar as escolas públicas brasileiras em fábricas de comunóides.  Na postagem em questão foi exposto a polêmica produzido pela utilização de livro contendo erros grosseiros de português e linguagem comunista da coleção NOVA HISTÒRIA CRÌTICA. A literatura foi fornecida aos alunos de série distribuidas à 750 mil alunos da rede pública pelo MEC, ou seja, patrocinados com dinheiro público. Os avaliadores da produção literária não foram omissos, nem relapsos, tampouco ingênuos na escolha daquela obra - produzida por Mário Schmidt - antes de entrega-la aos alunos de escola pública, o foco era a conversão dos alunos na exaltação da divindade do estado comunista e a demonização do capitalismo. 
Salta aos olhos a obviedade das intenções de transformar a sociedade por dentro se utilizando das escolas públicas como laboratórios de mudança de comportamento e doutrinação ideológica. Estratégia desenvolvida por Antônio Gramsci (o grande bruxo das trevas) e pela escola de Frankfurt (a escola do mal). As escolas precisariam se tornar a chave da mudança social, tão desejada e perseguida obstinadamente pelos idealizadores da chamada "revolução social".
O diabólico Gramisci e sua desprezível linha de pensamento retoma o comunismo marxista sob a ótica maquiavélica dando um sentido psicopático a máxima; "os fins justificam os meios". O cidadão comum não sabe que quando os seus filhos vão à escola o que está sendo ensinado não é o melhor que uma educação de qualidade pode oferecer, mas sim o resultado de um programa desenvolvido sob linha de pensamento ideológico esquerdista para que seus filhos tornem-se inocentes úteis. 
Um outro nome que nos vem a mente quando pensamos em modelo escolar como mecanismo de deformação social, é o de Georg Lukacs - também integrante da escola do mal. Em 1919 quando ocupou a cadeira de vice-comissário para a cultura, durante o regime Bolchevique que teve curta duração em Bela Kun (Hungria), desenvolveu um modelo educacional de caráter anticristão, partindo da ideia de que se a ética sexual cristã fosse destruída junto as crianças então logo os dois grandes opositores ideológicos iriam sucumbir com ela, o patriarcado e a igreja.
Lukacs instaurou um programa educacional sexual que visava induzir mudanças de comportamento na juventude. Utilizava-se de palestras sexuais, distribuição de literaturas com imagens que instruíam os alunos a enveredar pela promiscuidade e pela intimidade sexual ao mesmo tempo que a mesma literatura incentivava a rejeição e a ridicularização da ética sexual cristã. O que veio logo em seguida foi uma onda de proliferação de delinquentes, intimidadores, ladrões, predadores sexuais, assassinos e sociopatas. 
A estratégia de Lukacs continua viva na ideologia esquerdista bem aqui no Brasil. Recentemente o MEC (Ministério da Educação e Cultura), lançou uma coleção para 2014 que trata de uma temática semelhante a de Lukacs, veja as imagens abaixo;



Leia o que diz a inscrição do livro;
- Muitos anos atrás a maioria dos livros sobre família era assim;
 [Mostra uma família tradicional na figura, ou uma família do modelo patriarcal cristão, e ainda a expressão; "muitos anos atraz", transmite uma ideia de atraso, antiquado, antagônico ao moderno - em fim, um jogo de palavras].
- Mas na vida real existem famílias de todo o tipo formato e tamanho.
[Note a expressão; "mas na vida real" - a expressão induz ao leitor no caso, crianças em idade escolar, que a família tradicional é uma fantasia de um mundo imaginário. A introdução de uma ideia de que a família tradicional fracassou e em seu lugar, "no mundo real", novas famílias tomaram o seu lugar e mais ainda que a família tradicional não tem espaço por não pertencer ao "mundo real", parece uma simples afirmação, mas foi devidamente calculada para atingir o seu efeito, o de produzir no senso comum da criança em formação que a família tradicional tornou-se imaginária, antiquada e desnecessária]. 
Na figura seguinte da página ao lado, uma série de figuras que mostram duas mulheres com uma criança, dois homens com uma criança, um casal e duas crianças adotivas.
[A exaltação da cultura gay e da dissociação familiar é explícita. A ideia é a "desconstrução da heteronormatividade", na prática um eufemismo para destruição da família tradicional - o pior é que é tudo patrocinado com investimento público, ou seja, proveniente de impostos de cidadãos que são claramente contra tais programas educacionais].


 









 O projeto de deformação social está ai, ocorrendo nas salas de aula, o incentivo a promiscuidade e prática sexual livre está sendo patrocinado via MEC a muito tempo, todo o resultado do péssimo ensino brasileiro está a vista para quem quiser notar. Nossa educação é classificada como uma das piores do mundo, não por falta de recursos para produzir ensino de qualidade, mas porque o alvo não é a excelência da educação e sim a transmissão da ideologia comunista.