terça-feira, 14 de abril de 2015

A tentativa da imprensa golpista de desmerecer as manifestações do dia 12 de Abril. Ou ainda, as manifestações contra o governo foram maiores que as manifestações do PT.

No dia 12 de Abril de 2015 os brasileiros saíram novamente as ruas para protestar contra a impunidade da corrupção petista, a favor do impeachment de Dilma Rousseff, contra o comunismo e contra o Foro de São Paulo. Estes protestos contabilizaram cerca de 224 cidades em todo o Brasil [1]. Ao invés das rede televisivas fazerem uma cobertura completa deste assunto de maior interesse da população brasileira entrevistando os organizadores por exemplo, o que fizeram foi declarar a cada 2 minutos que as manifestações foram menores que a do dia 15 de Março que reuniu cerca de 2,4 milhões. Vejamos algumas manchetes:









Essa repetição de que os números foram menores é uma jogada pra desmerecer o teor dos protestos do dia 12 que atingiram bem mais cidades que no dia 15. A repetição da frase induz uma falsa ideia de que o movimento está perdendo força, o que não é verdade. A informação correta seria; os movimentos pró-impeachment são indiscutivelmente maiores que os movimentos a favor da corrupção petista. Ricardo Setti em seu blog na Veja, chamou atenção para o servicinho sujo de desinformação prestado pelo Datafolha onde cerca 800 mil manifestantes foram omitidos da contagem dos protestos do dia 15. Se órgãos como o DataFolha se prestam ao papel de praticarem serviço de desinformação contra a nação brasileira o que esperar de emissoras de TV que recebem verba do governo pra continuarem no ar? Onde estavam as entrevistas com os organizadores? E que medo é esse de declarar com todas as letras que o governo petista está falido?

As manifestações pra derrubar o governo da corrupção continuam, os protestos pró-governo não chegam nem perto do número de manifestantes que gritam "Fora Dilma'. Mesmo a CUT pagando os militantes profissionais com uma taxa de 35,00 R$ por cabeça e uma quentinha. A população civil vai as ruas com as cores de seu país e não há nada que as estratégias de desinformação possam fazer pra esconder o descontentamento do povo. 


Referências:

[1Mapa das manifestações no Brasil neste domingo, 12.




sábado, 4 de abril de 2015

O discurso do PSOL alimenta a criminalidade no Brasil! Enquanto defendem bandidos passam a criminalizar a população civil.

O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.




Quem já leu as propostas desse partido chamado PSOL já deve ter percebido que as pautas são... Como diria? Estranhas pra não dizer absurdas; legalização de todas as drogas, liberação da exploração sexual, a exaltação de determinados grupos de indivíduos acima dos cidadãos comuns e etc. Quem está familiarizado com técnicas comunistas de estabelecimento de controle social sabe que leis absurdas são mecanismos de engenharia social. Leis que favorecem o banditismo exaltando o lumpemproletariado contra a população trabalhadora e honesta fazem parte do processo de implantação de corrupção generalizada. Nesse processo transformam a prática da honestidade em uma atividade passiva de punição. 

O discurso psolista é aquele do vitimismo, de que bandido é vítima da sociedade, que é a sociedade que forma o banditismo e como se não houvesse outra saída na vida a não ser roubar, traficar, sequestrar e assassinar. Como se a opção pelo crime não passasse por questões morais, como se não houvesse discernimento entre certo e errado, como se essas tais vítimas fossem um conjunto experimental passivo de inteira manipulação de uma elite monetária  branca que cria seus próprios monstros para depois devorá-la. 

Inevitavelmente esse tipo de discurso se espalha pela nação brasileira. Hoje assisti um jornal em que o bandido dizia que estava roubando pra sustentar o filho de 3 anos de idade. Na ocasião de sua prisão ele espancou duas mulheres e as assaltou a mão armada. Quando entrevistado, a jornalista perguntou o que motivou os crimes, e ele respondeu que precisava de dinheiro pra sustentar o filho e que não queria empregos comuns e que não tinha nada de mais roubar de quem tinha porque ele, o assaltante, era uma vítima da sociedade. Perceba o leitor que o discurso do vitimismo legitima o ato criminoso, o mesmo discurso divulgado a megafones por figuras políticas públicas como Marcelo Freixo, que defende anistia para menores criminosos. Já perceberam que os problemas reais foram retirados das pautas? Como resultado as soluções reais jamais chegarão. Todas as vezes que se discute a criminalidade no Brasil o problema se desloca para a educação, para a pobreza, para uma suposta revolta endêmica e os bandidos são neste contexto resultaddo de um processo opressor. 

O crime é uma questão moral, se não fosse todas as favelas teriam 100% de criminosos. Agora, o aumento do banditismo é terrivelmente estratégico. Os partidos de esquerda promovem a todo instante a corrupção da sociedade civil em todos os níveis, o que é certo é errado e o que é errado é certo. Se há uma subida descomunal nos números da violência no Brasil é graças a estratégia orquestrada mediante leis que favorecem o banditismo - disfarçadas de direitos humanos - e discursos que fomentam, indiscutivelmente, o volume da criminalidade. O PSOL é uma ferramenta de destruição da sociedade e chave no processo de implantação de ditadura comunista no Brasil.

Estejamos atentos!  









O Homeschooling é liberado no Brasil!



Explico. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os tratados internacionais sobre direitos
humanos devidamente ratificados pelo Congresso Nacional (antes da emenda 45) têm status supralegal. Isso quer dizer que esses tratados são hierarquicamente inferiores à Constituição (lei positiva máxima), mas superiores às demais leis. Ora, o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55). Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos); “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).
Ambos os textos são claríssimos. Repito: esses tratados são hierarquicamente superiores ao ECA e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com efeito, não só o ECA e a LDB, mas qualquer outra lei que impeça o homeschooling perde a eficácia, pois os tratados mencionados têm status supralegal. Portanto, juridicamente, não há nada que proíba os pais de adotar o homeschooling para os filhos. E mais: outro direito que se depreende das aludidas normas é o de rejeitar qualquer conteúdo ministrado nas escolas regulares que seja considerado impróprio pelos pais, como o famigerado kit gay, por exemplo.
Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças. Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis. Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.
________________________
¹ Henrique Cunha de Lima é procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro.