quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pagos pelo sr. George Soros e pelo Foro de São Paulo



 De uns tempos para cá, as expressões “extrema direita” [1] e “ultradireita” passaram a ser usadas para carimbar, com o estigma do nazifascismo, qualquer cidadão ou grupo que se oponha ao abortismo, ao casamento gay ou à proibição de opiniões religiosas na vida pública.
 
Opiniões majoritárias, consagradas pelo uso universal e incorporadas de há muito na prática democrática das nações civilizadas, são assim, repentinamente, movidas para as trevas exteriores, para zona do anormal, do inaceitável e do proibido. A elite iluminada se autoconstitui em medida-padrão do normal e do certo, e, como o dr. Simão Bacamarte no Alienista de Machado de Assis, condena o povo inteiro como louco, fanático e extremista.
 
Essa deformação semântica monstruosa, violência simbólica em estado puro, aparece com notável uniformidade tanto no discurso da esquerda em geral quanto na "grande mídia" da qual essa mesma esquerda, com a hipocrisia de quem sabe que domina os cargos de chefia em quase todas as redações do país, se finge de inimiga e vítima indefesa. 
 
O objetivo da operação é, de imediato, mergulhar a população cristã na "espiral do silêncio", destituí-la dos meios verbais de autodefesa e, portanto, debilitar sua identidade ao ponto de dissolvê-la por completo. Já é, portanto, um genocídio cultural indisfarçado, cínico, criminoso no mais alto grau, que prepara a oficialização do anticristianismo militante como prática nacional obrigatória e a realização do sonho de Lênin: "Varrer o cristianismo da face da Terra".
 
 Que uma política inspirada na religião cristã possa ter algum parentesco mesmo longínquo com o nazismo ou com o fascismo é uma crença indefensável sob todos os aspectos, quando mais não fosse pela obviedade de que foi precisamente a derrota do nazifascismo que trouxe ao poder, pela primeira vez na história europeia, partidos declaradamente cristãos, a Democracia Cristã na Alemanha e na Itália. Mutatis mutandis, foram os conservadores católicos e protestantes que, em toda a Europa, pregaram a resistência a Hitler quando os comunistas e esquerdistas em geral preferiam a acomodação, então favorável aos interesses de Moscou, que partilhava com os nazistas o cadáver da Polônia.
 
Aliderança comunista explora despudoradamente a ignorância histórica de seus militantes quando os induz a crer que são "de extrema direita" precisamente aquelas opiniões majoritárias que trouxeram a paz, o equilíbrio e a normalidade democrática ao mundo após o pesadelo da Segunda  Guerra Mundial, enquanto, nas zonas ocupadas pelo comunismo, as instituições repressivas criadas pelo nazismo eram simplesmente modernizadas e adaptadas às necessidades de uma ditadura mais astuta e mais eficiente.
 
 Hoje sabe-se, para além de qualquer dúvida razoável, que o nazismo jamais teria crescido às proporções de uma ameaça mundial se não fosse pela ajuda soviética, passada por baixo do pano por anos a fio e camuflada sob um antinazismo de fachada.
 
 Quando os comunistas tentam associar a imagem de seus inimigos conservadores à lembrança do nazifascismo, não fazem senão repetir o procedimento-padrão, estabelecido desde os tempos de Lênin, que consiste em cometer o crime e apagar as pistas rapidamente, lançando as culpas sobre o primeiro bode expiatório disponível antes que alguém sequer suspeite da verdadeira autoria.
 
Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o substitui por uma nova "ética" em que não há outro Bem Supremo acima dos interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer crescer, por todos os meios, o poder do Partido.
 
Todo comunista, sem exceção, é um canalha e um manipulador, pronto a elevar-se ao estatuto de assassino e genocida tão logo, inchado de orgulho, seja convocado a isso pelo clero revolucionário. Ninguém jamais se tornou comunista por amor aos pobres, por idealismo humanitário ou por qualquer outro motivo elevado. Todos entraram nisso movidos pelo desejo de enobrecer-se e beatificar-se pela prática do mal transfigurada em virtude partidária. 
 
O comunismo não explora os sentimentos mais altos, e sim o mais baixo de todos, que é o desejo de inverter o senso moral para que cada um se sinta tanto mais santo quanto mais se emporcalhe na mendacidade e no crime.
 
 Novo e oportuno exemplo dessa inversão vem agora do sr. Tarso Genro, que atribui a "grupos pagos de extrema direita" as depredações ocorridas em várias cidades do Brasil. Esse grotesco arremedo de intelectual e escritor sabe perfeitamente bem que os atos de violência ocorreram sobretudo nos primeiros dias, quando havia praticamente só radicais de esquerda nas ruas – estes sim, pagos pelo sr. George Soros e pelo Foro de São Paulo --, muito antes de que qualquer cristão, conservador ou patriota fosse "melar", como disseram os esquerdistas, o tão bem planejadinho tumulto destinado a forçar um “upgrade” do processo revolucionário comunista.
 
É  o bom e velho mote "acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é", que os comunistas seguem à risca desde há um século. Como sempre, essa inversão prepara aquilo que eles mais gostam de fazer: perseguir os inocentes, enviá-los à cadeia, matá-los e depois ainda culpá-los.
 
Homens que se entregam a esse exercício não merecem que nenhum cidadão honesto lhes dirija a palavra, e por isso mesmo não é com eles que estou falando. Estou falando ao que ainda resta de consciência moral entre empresários, juízes, promotores de Justiça, advogados, políticos e militares. E o que tenho a lhes dizer é simples e direto: Auditoria no Foro de São Paulo já! Veremos quem são os arruaceiros pagos.
 
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
fonte;
[1]  http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/111651-quem-paga

Os 5 temas sugeridos por Dilma Rousseff em nada contemplam o teor dos protestos!



  Foto de Dilma Rousseff periodo da ditadura militar

Desde o dia 5 de junho, data da manifestação pacífica em Brasilia [1] que ostentava bandeiras pró-família e pró-vida e contra a PL 122 (liderada pelo pastor Silas Malafaia), manifestação esta que reuniu 70 mil pessoas em frente a esplanada dos ministérios (sem vandalismo, sem badernas e sem confronto com a polícia), os protestos vieram acentuando-se (houveram outras manifestações mas não tão expressivas). Um outro protestos, dessa vez ocorrido em São Paulo e liderados pelo movimento Passe Livre – que por sinal tem fortes ligações políticas com partidos de esquerda [2] – culminou com um confronto com a PM e logo foi amplamente divulgado pela imprensa.

O motivo do protesto do movimento “Passe Livre”, foram os 0,20 centavos de aumento da passagem de ônibus. Logo começaram a aparecer cartazes com os dizeres; “não é apenas por 0,20 centavos”[3]. O movimento conseguiu o que queria, chamar a atenção da mídia e principalmente da população jovem que logo saíram as ruas trazendo cartazes com a frase; “saímos do facebook”. A esta altura já haviam baixado os preços das passagens de ônibus. Logo precisavam de outros assuntos, e a onda de protestos agora se voltou para os gastos com a Copa, pois na organização da Copa o pais investiu dinheiro público na reforma de estádios luxuosos, enquanto isso as escolas e hospitais públicos ainda encontram-se entregues a própria sorte estando desprovidos de infraestrutura. Outras reivindicações como a anulação da PC 37 também foi tema de protestos. Estranhamente não víamos muitos cartazes de; “fora Dilma” ou ainda “todos contra o PT”, estranhamente assessores de Dilma Rousseff estavam envolvidos nas manifestações [4], o que nos faz chegar a uma conclusão a onda de manifestações que ocorreram no pais tinha um objetivo. Na primeira iniciativa de Dilma ela propõe uma nova constituinte (o que rasgaria a nossa atual constituição – sendo ditada ao seu bel-prazer), agora vem com uma ideia de referendo ou ainda um plebiscito, alegando que o povo brasileiro deseja participar mais das decisões. Um coisa é certa, o povo não pediu plebiscito e não pediu reforma política, o que os brasileiros protestaram foi a péssima administração do governo petista de Dilma Rousseff.


Eis as cinco propostas da Presidente Dilma Rousseff;

1 - financiamento público ou privado de campanha;

2 - sistema eleitoral (voto proporcional ou distrital);

3 - manutenção ou não da suplência para senador;

4 - fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso;

5 - e manutenção ou não de coligações partidárias proporcionais.[5]


Alguns questionamentos;

1. O que estas propostas têm haver com os protestos contra os gastos públicos?

R - Nada.

2. O que estas propostas têm haver com a punição dos “mensaleiros”?

R - Nada.

3. Quem pediu “plebiscito” ou “referendo”, ou uma nova constituinte?

R – Ninguém.
       Então de onde Dilma tirou essa ideia? Ora uma reforma política é um antigo sonho do FORO DE SÃO PAULO. Modificar o país se utilizando dos mecanismos democráticos é uma ardil comunista antigo – já citado por Olavo de Carvalho.  

A onda de protestos não passou de uma grande estratégia como muito bem exposto em um artigo do “MIDIA SEMMÁSCARAS”[6].

Nenhuma das propostas da nossa presidente contempla as exigências da população. O povo está sendo usado como massa de manobra, manipulado para que o estado democrático brasileiro venha convergir, cada vez mais, para uma ditadura socialista [7], como já antes denunciei que existe um projeto para unificar a “América Latina” em uma única pátria comuno/socialista - como já declarou o próprio Hugo Chaves - o falecido amigo de Lula [8].





Referencias;
[1]. http://www.verdadegospel.com/manifestacao-pacifica-em-brasilia-reune-mais-de-70-mil-pessoas/
[2]. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nao-e-pelos-20-centavos-claro-ainda-bem-vejam-o-preco-da-cerveja-e-os-smartphones/
[3].http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nao-e-pelos-20-centavos-claro-ainda-bem-vejam-o-preco-da-cerveja-e-os-smartphones/
[4]. https://www.youtube.com/watch?v=5DTm5ssqPLo
[5]. http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/dilma-sugere-que-plebiscito-aborde-ao-menos-5-temas-diz-cardozo.html
[6]. http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14255-caos-e-estrategia-i.html
[7]. https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=VFiEzHzinY4
[8]. https://www.youtube.com/watch?v=RlNIhvTYxvQ

GOVERNO PETISTA E O DECÁLOGO DE LENIN

A seguir faço uma análise comparativa entre o decálogo de Lenin e o governo petista de Dilma Rousseff;

Decálogo;

1 – Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual.


2 – Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa.



3 – Divida a população em grupos antagônicos insitando-os a discussão sobre assuntos sociais.


4 – Destrua a confiança do povo em seus líderes.

A principal ideia aqui transmitida é a tática da denuncia, usando do "discurso moralista burguês" de denuncia criam um estado constante de desconfiança em relação aos governantes, sem contudo expor seus próprios crismes e desonestidades.
 

5 – Fale sempre sobre democracia e estado de direito, mas tão logo haja oportunidade assuma o poder sem nenhum escrúpulo.



6 – Colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do país, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação.

Leia o artigo;DISCURSO AMBÍGUO DA DILMA NÃO DEIXA DÚVIDAS: GIGANTISMO ESTATAL COM ESBANJAMENTO DO DINHEIRO PÚBLICO CONTINUARÁ.[LINK]


7 – Promova greves mesmo as ilegais, nas indústrias vitais do pais.

Foi apenas uma ameaça mas a ideia é a mesma. Acesse o link [LINK] 


8 – Promova distúrbios, e promova para que as autoridades constituídas não as coíbam.



9 – Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas. Obrigando-os sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista.

Link do video - (click aqui)

10 – Procurem catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência a causa.